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02/18

Mais de 80% das casas vendem-se em menos de seis meses

Barómetro da APEMIP relativo ao mês de dezembro, sublinha o crescimento do mercado residencial.

Mais de 80% dos imóveis transacionaram-se em menos de seis meses, “uma rapidez que confirma o bom momento do mercado”, revelam os dados divulgados no Barómetro Imobiliário da APEMIP (relativo ao mês de dezembro de 2017).

“É absolutamente fabuloso assistir a esta dinâmica, sobretudo quando comparada com aquela que existia há cerca de dois/três anos, em que os ativos em carteira levavam até dois anos a ser transacionados”, diz Luís Lima, presidente da APEMIP.

barómetro feito pelo Gabinete de Estudos da APEMIP, dá conta, também, das tendências do mercado nomeadamente no que diz respeito aos valores de venda de ativos. “Cerca de 55,6% das vendas foi de imóveis de preço até 175.000 euros, valores que, “espelham o grosso das vendas feitas no mercado doméstico”, salienta Luís Lima.

No que diz respeito às tipologias mais vendidas, mais de metade (61%) recaiu sobre os T1 e T2, seguindo-se os T3 no topo das preferências dos portugueses com 31% das transações efetuadas. “Este é um bom indicador daquilo que é o grosso da procura das famílias, informação que pode e deve ser tida em conta logo que haja o desejado regresso à construção nova”, refere o presidente da APEMIP.

“A grande dificuldade, e portanto o grande desafio do sector imobiliário em Portugal é a ausência de stock imobiliário nas cidades. A oferta é cada vez menor, e não dá resposta às necessidades da procura, pelo que o regresso à construção nova começa a ser inevitável. Caso contrário, os problemas habitacionais acentuar-se-ão ainda mais”, sublinha Luís Lima.

Acrescentando: “Ao construirmos novo, estaremos a criar vantagens para as famílias, que encontrarão no mercado ativos à medida das suas possibilidades; para as imobiliárias, que terão mais produto para comercializar e para suprir as necessidades dos seus clientes; para a banca, que garantirá dividendos por via do financiamento ao investimento e por via do crédito à habitação; para as construtoras, que voltarão ao ativo criando mais emprego, e para o próprio mercado imobiliário que tem necessidade de aliviar os preços e de dar resposta às necessidades habitacionais”. (05/02/2018/Fonte : Diário de Notícias)