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05/17

INE confirma crescimento de 2,8%, o mais elevado nos últimos dez anos

Trimestre mais positivo dos últimos 10 anos

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou hoje que a economia portuguesa cresceu 2,8% em termos homólogos e 1% em cadeia no primeiro trimestre deste ano, mantendo os números divulgados na estimativa rápida.

Desta forma, o INE confirmou que o desempenho homólogo do PIB no primeiro trimestre foi o mais positivo dos últimos 10 anos, já que iguala o crescimento verificado no último trimestre de 2007, período em que a economia portuguesa cresceu também 2,8%.(31/05/2017/Fonte : Diário de Notícias)

Foram criadas mais de mil empresas tecnológicas no último ano em Portugal

Maioria das empresas do setor tem menos de 5 anos e estas pesam quase 3% do tecido empresarial.

Foram constituídas mais de mil novas empresas tecnológicas num período de 12 meses. A conclusão é do estudo realizado pela Informa D&B.

De acordo com os mesmos dados, a grande maioria das empresas tecnológicas portuguesas pertencem aos segmentos das empresas jovens (entre 1 e 5 anos) e adultas (6 a 19 anos).

Nos últimos anos aumentou significativamente o número de iniciativas neste setor, duplicando o número de nascimentos de empresas na última década.

Entre abril de 2016 e março de 2017 foram criadas 1032 empresas. No entanto, o aumento de empresas tecnológicas constituídas em cada ano não foi consecutivo desde 2007, com alguma irregularidade entre 2009 e 2014. “Visto na perspetiva dos 10 anos que compõem esta análise, há uma clara tendência para o crescimento do nascimento destas empresas. As atividades de consultoria informática e as atividades de programação informática destacam-se de todas as outras, respetivamente com 401 e 358 novas empresas criadas nos últimos 12 meses, representando 39% e 35% do total das empresas tecnológicas criadas nesse período”, diz o estudo.

Peso na economia
Em relação ao tecido empresarial o maior rácio de empresas tecnológicas verifica-se entre as empresas com menos de 5 anos, com quase 3%. As tecnológicas vão perdendo peso no universo do tecido à medida que a idade das empresas evolui. Em 31 de março de 2017, estavam registadas 7020 empresas tecnológicas (embora nem todas tenham de facto atividade comercial), que representam 1,8% do total de todas as empresas em atividade em Portugal.

O maior número de empresas tecnológicas pertence aos segmentos das empresas jovens e das empresas adultas, com 2270 e 2016 empresas, que faturaram 501 milhões e 187 milhões de euros, respetivamente, de acordo com os últimos dados disponíveis (2015). Em conjunto com as start-ups, as empresas jovens representam quase 3% do total do das empresas jovens do tecido empresarial. A dimensão média de volume de negócios das empresas do setor tecnológico é inferior ao universo empresarial (606 mil euros vs 988 mil euros).

Feitas as contas, o conjunto total das tecnológicas faturou mais de 3,2 mil milhões de euros em 2015, empregando quase 44 mil pessoas. Nesse ano estavam registadas e com atividade comercial 5318 empresas.(25/05/2017/Fonte : Jornal I)

Crédito à habitação. Prestação da casa volta a atingir novos mínimos

Os maiores beneficiados são aquelas que optam pela Euribor a 12 meses, mas que continua a ter pouco peso no mercado.

Os portugueses que revirem a taxa de juro do seu crédito à habitação, em maio, vão sentir um alívio no valor da prestação a pagar. Mas essa redução vai ser mais sentida nos empréstimos com indexantes de prazos mais alargados.

Mas vamos a números. Para quem tem a Euribor a três meses a redução será de apenas 0,1% e de 0,5% no caso de seis meses.

No entanto, irá atingir uma diminuição de 1,6% no crédito associado a Euribor a 12 meses. A verdade é que o número de famílias que irá tirar partido dessa redução será mais baixo, uma vez que, a Euribor a 12 meses continua a ter pouco peso no total do crédito à habitação. Os portugueses continuam a optar pela taxa a seis meses.

Na base desta redução está o nível historicamente baixo da taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) que continua fixada fixada em 0% desde março do ano passado, o que arrastou os indexantes utilizados nos créditos à habitação de taxa variável para terreno negativo, nível em que ainda se mantêm.(01/05/2017/Fonte : Jornal I)