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01/16

Fábrica de aeronáutica que promete 350 empregos em Évora pronta no final do ano

A Mecachrome Aeronáutica adjudicou, no final do ano passado, a construção de uma nova fábrica de componentes metálicos à Lucios. A obra já começou.

A nova fábrica da Mecachrome que permitirá a produção de componentes aeronáuticos em Évora, já está em construção e, segundo a Lucios, a construtora a cargo do projeto, deverá estar pronta no final deste ano.

São 13 500 metros quadrados, que envolvem a “construção de um bloco administrativo com 2 pisos, localizado a poente da grande nave industrial e de um bloco social, a nascente da fábrica, onde se localizarão as zonas de cozinha, refeitório e cafetaria, vestiários e balneários dos funcionários e ainda um centro de formação”, explica Luís Machado administrador da Lucios.

No projeto já iniciado pela Lucios está prevista também a instalação de tecnologias ecológicas e amigas do ambiente, como coletores solares fotovoltaicos, que permitam potenciar um desenvolvimento sustentável do espaço. “Instalaremos, também, aparelhos de iluminação LED, criando soluções mais ecológicas e económicas em relação aos consumos de energia”, refere a construtora.

Esta é apenas a primeira fase de um projeto que envolve uma área de quase 22 mil metros quadrados e, depois desta primeira fase, abre-se uma segunda com os restantes 9300 metros quadrados de construção. Em dezembro, quando assinou os contratos de adjudicação, a Mecachrome – que já tem uma unidade em Setúbal -, adiantou que o objetivo passa por criar na cidade alentejana de Évora, 350 postos de trabalho, que poderão vir a ascender a 600, até final de 2020, quando as duas fases do projeto estiverem prontas.(27/01/2016/Fonte : Dinheiro Vivo)

Instituto do Turismo vai gastar 5,5 milhões na promoção de Portugal

Um dos contratos, no valor de 2,8 milhões de euros, foi feito por ajuste directo e visa uma campanha de publicidade internacional online.

O Instituto do Turismo de Portugal vai gastar um total de 5,5 milhões de euros em campanhas de promoção do país, de acordo com os dois contratos publicados no portal Base.

O contrato mais elevado (2,8 milhões, sem IVA), foi celebrado por ajuste direto com a empresa Nova Expressão - Planeamento de Media e Publicidade e visa a produção de uma “campanha internacional online” até ao dia 30 de Junho.
“Dar continuidade à comunicação a propósito da conferência Web Summit, que terá lugar em Lisboa nos próximos três anos, mantendo a visibilidade de Portugal como uma escolha acertada para a realização de grandes eventos internacionais” é um dos objetivos desta campanha. De acordo com o contrato assinado no dia 6 de Janeiro e publicado no dia 25 no portal Base, o Turismo de Portugal pretende ainda “reforçar a promoção de Portugal como destino preferencial para as pausas da Primavera e para as férias da Páscoa”

Esta campanha tem como mercados alvo a Alemanha, Brasil, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Itália, Polónia, Reino Unido, Rússia, Suécia e Estados Unidos. Em termos de verbas, o Reino Unido é a maior aposta, com um total de 449,8 mil euros, seguido pela Alemanha (355 mil), França (292,9 mil), Espanha (280,8 mil), EUA (268,9 mil), Holanda (222,5 mil), Brasil (146,9 mil), Irlanda (145,8 mil), Suécia (142,9 mil) Rússia (141,6 mil), Itália (137,2 mil), Dinamarca (135 mil) e Polónia (79,8 mil) .

As verbas do contrato incluem “todos os custos, encargos e despesas, incluindo a comissão de agências, custos de adserving, custos de produção das várias peças de campanha, traduções/conversões ou outros custos de produção que sejam necessários, bem como quaisquer encargos decorrentes da utilização de marcas registadas, patentes ou licenças, excluindo os encargos com direitos de imagem, propriedade e outros decorrentes das criatividades”.

Sistema de conteúdos O segundo contrato, assinado no dia 7 de Janeiro com a agência MSTF Partners por um montante de 2,7 milhões de euros após concurso público, visa a “conceção e implementação de um sistema integrado de produção e gestão de conteúdos para a comunicação do destino Portugal”.

O contrato, a com a duração de um ano, renovável por mais dois anos, abrange a “reportagem de eventos, edição de vídeo, produção fotográfica, pós-produção de imagem, desenvolvimento e manutenção evolutiva de aplicações para ambiente digital, e tradução ou adaptação de peças criativas”.

Segundo o documento publicado no portal Base, o Turismo de Portugal “não está disposto a pagar mais do que 919,9 mil euros por cada período de doze meses de execução do contrato”. Pela conceção, planeamento, produção criativa e gestão de conteúdos, o Turismo de Portugal irá pagar 30,8 mil euros por mês (mais IVA). O plafond mensal para as reportagens de eventos varia entre os 745,50 euros (por evento de dia inteiro realizado a mais de 400 quilómetros da sede da MSTF Partners, em Lisboa) e os 319,50 euros até 100 quilómetros.

O Turismo de Portugal “reserva-se, todavia, a possibilidade de, em cada período de doze meses de execução do contrato, mediante comunicação prévia à MSTF Partners, aumentar ou diminuir os limites máximos de despesa” previstos “sempre que seja atingido o limite máximo de algum dos serviços e exista plafond disponível”.

A campanha irá centrar-se nas redes de relacionamento do Turismo de Portugal com os consumidores em ambiente digital, nomeadamente nas páginas oficiais do facebook, twitter, youtube, instagram e flickr.(27/01/2016/Fonte : Jornal I)

Perto de 140 empresas portuguesas em Paris este fim-de-semana

Entre dias 22 e 26 de janeiro, Paris vai ser o palco de uma série de feiras profissionais internacionais de envergadura mundial. Estas feiras reúnem as principais empresas internacionais desse sectores para mostrar, e venderem, os seus produtos aos compradores do mundo inteiro.

Em 5 feiras diferentes estarão presentes 137 empresas portuguesas e associações sectoriais.

Assim na maior feira de decoração da europa "Maison & Objet" Portugal estará representado por 92 empresas das diversas áreas da decoração, como os têxteis-lar, as louças e cutelarias, a iluminação, o mobiliário, os objetos, etc. Este numero de empresas é particularmente notável visto que a feira é extremamente selectiva sobre a qualidade do produto mas também da empresa e do projecto. As empresas portuguesas nesta feira foram seleccionadas por serem das melhores a nível mundial tanto pela qualidade do produto como a sua inovação ou o seu design.

Na maior feira de moda em França, "Who's Next", os compradores do mundo inteiro poderão  ir ao encontro de 20 empresas portuguesas do vestuário (principalmente feminino), mas também do calçado ou dos acessórios de moda. É uma feira de referência mundial, num sector com uma concorrência intensa onde as empresas portuguesas conseguem bons resultados na angariação de clientes internacionais.

"Bijorhca"é "a" feira da bijutaria e ourivesaria onde este ano participam 10 empresas, artesões e artistas lusitanos. É uma feira muito frequentada pelos compradores franceses e estrageiros que procuram novidades junto dos criadores ali presentes. Originalidade e criatividade são os principais critérios procurados pelos compradores que visitam esta feira.

Num universo mais reduzido a feira "Playtime" é a feira especializada no universo da criança e da maternidade. Esta edição da feira contará com a presença de 10 empresas portuguesas principalmente da área da confeção para criança. A grande tendência neste mercado da roupa para criança para os industriais portugueses foi a aposta na criação divulgação e lançamento internacional de marcas próprias. Todas as empresas portuguesas ali presentes vêm apresentar as colecções das suas próprias marcas.

Num outro sector de nicho a feira da lingerie, "Salon International de la Lingerie", receberá os stands de 5 marcas portuguesas tanto na lingerie homem como senhora. Umas marcas já tem mercado e notoriedade internacional enquanto que outras apostam neste tipo de feira para divulgar e difundir a sua marca. (21/01/2016/Fonte : Luso Planet)

CIN compra franceses da Monopol para reforçar segmento industrial

Valores do negócio não foram divulgados. Segmento industrial da CIN tem facturação de 60 milhões.
A CIN, empresa de tintas, anunciou nesta terça-feira a aquisição de um grupo francês do ramo, a Monopol, numa operação cujos valores não foram divulgados.

O grupo português esclareceu, em comunicado enviado às redacções, que a compra dos franceses que operam no segmento da indústria, vidro, carroçaria industrial e aeronáutica visa reforçar o posicionamento do segmento industrial.

A CIN, que actua no mercado de tintas e vernizes nos seus principais segmentos, menciona que “esta aquisição está inserida no projecto estratégico delineado no sentido reforçar a carteira de produtos e segmentos e, ao mesmo tempo, alargar o âmbito dos mercados geográficos onde intervém a Unidade de Negócios Indústria”.

Sediado em Valence, no Sul de França, o grupo Monopol registou em 2014 um volume de negócios de 20,6 milhões de euros, enquanto o grupo português obteve 194 milhões de euros. Destes, 60 millhões de euros resultaram da Unidade de Negócios Indústria, segmento agora reforçado com a compra anunciada nesta terça-feira.

Esta unidade, que tem fábricas em França e Portugal, nasceu de “ um spin-off inicial realizado no seio do grupo CIN, em 2007, com o objectivo de desenvolver e consolidar, de forma sólida e continuada, a sua intervenção nos segmentos do mercado das tintas industriais”, refere o comunicado. Os mercados externos representam cerca de metade das suas vendas, como destaque para a Europa Central.

A CIN tem sete fábricas distribuídas por Portugal Espanha, França, Angola e Moçambique. Com cerca de mil trabalhadores em todo o mundo, o grupo exporta para mercados como Europa Central, América Latina, África e Ásia.

O volume de negócios anual de cerca de 194 milhões de euros faz com que a empresa sediada na Maia se classifique no 53º lugar dos produtores mundiais de tintas e vernizes.(20/01/2016/Fonte : Público)

Portugal. Trabalhadores estão a ficar cada vez mais pobres

O número de empregados pobres tem vindo a aumentar.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), este número aumentou de forma significativa durante o período em que troika esteve em Portugal. Os dados mostram que, em 2011, eram afetados por este fenómeno 9,9% dos trabalhadores, um valor que aumentou para 11% em 2014.

Portugal é, aliás, um dos países onde a distribuição de rendimentos é mais desigual. Prova disto é o facto de um grande número de pessoas, que trabalham, continuarem a ser pobres ou até mesmo muito pobres.

Analisando um grupo de 31 países considerados “ricos”, Portugal aparece como sendo o sétimo mais desigual. Nesta lista aparece a Dinamarca como sendo o país com menos desigualdades e o México como sendo o pior.

Estes dados revestem-se de especial importância numa altura em que a organização não-governamental Oxfam revela que a riqueza de 1% da população de todo o mundo supera os restantes 99%, em 2015.

Para que fique claro este agravamento de todas as desigualdades, a Oxfam mostra que “62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial”.

Se recuarmos no tempo, percebemos que este aumento das desigualdades é galopante. Há cinco anos, a riqueza equiparada a esta metade era de 388 pessoas, mais 326 do que agora.

De acordo com Manon Aubry, diretora dos assuntos de justiça fiscal e desigualdades da Oxfam, é imperativa uma mudança neste campo. “Não podemos continuar a deixar que centenas de milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para os ajudar estão concentrados, ao mais alto nível, em tão poucas pessoas”, afirma Manon, citada pela France-Presse (AFP).(18/01/2016/Fonte : Jornal I)

Não nasciam tantas empresas desde 2007

Em 2015, foram criadas 37.698 sociedades, mais 5,2% que em 2014. Encerramentos aumentaram 3,6%. Saldo é positivo: por cada uma que morreu nasceram 2,4

Ainda é cedo para se afirmar com convicção que, depois da tempestade, chegou a bonança. Afinal, os eventos financeiros e económicos têm-se sucedido em catadupa nos últimos anos e a imprevisibilidade continua a fazer-se sentir. O indicador de clima económico, que mede as expectativas dos empresários dos diferentes sectores, diminuiu entre outubro e dezembro, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística esta semana, tal como o indicador de confiança dos consumidores.

Contudo, o dinamismo do tecido empresarial em Portugal dá sinais consistentes de recuperação: nunca nasceram tantas empresas como em 2015, desde pelo menos 2007 quando começou a ser calculado este barómetro. Comparando com 2010, que antecedeu à entrada da troika no país, verifica-se um crescimento de 20% no número de sociedades constituídas: mais 6353 em 2015 do que nesse ano.(11/01/2016/Fonte : Expresso)

Exportações cresceram quase o dobro das importações

INE revela dados da venda e compra de bens ao exterior referentes aos primeiros 11 meses do ano passado.
As exportações de mercadorias subiram 4,1% entre Janeiro e Novembro de 2015 face ao mesmo período do ano anterior, revelam dados publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). As vendas ao exterior cresceram quase duas vezes mais do que as compras.

As vendas de mercadorias para o estrangeiro realizadas desde o início do ano somavam 46.208 milhões de euros em Novembro, o que se traduziu num aumento de 4,1% face ao mesmo período do ano anterior.

Já no caso das importações, as compras ao exterior atingiram em Novembro 55.335 milhões de euros, mais 2,1% do que no mesmo período de 2014.

Ou seja, as exportações cresceram praticamente o dobro das importações, mantendo um comportamento muito próximo do verificado até Outubro.

Nos primeiros dez meses do ano, as exportações subiram 4%, enquanto as importações aumentaram 2,1%.

O comportamento das trocas comerciais até Novembro originou um défice da balança comercial de mercadorias igual a 9.126 milhões de euros, uma melhoria de 7% face ao período homólogo.

Segundo o INE, só no mês de Novembro, "as exportações de bens cresceram 4,5% e as importações de bens aumentaram 1,2% face ao mês homólogo (-2,4% e -4% em Outubro de 2015, respectivamente)".

O instituto estatístico acrescenta que excluindo os combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 7,7% e as importações aumentaram 4,5%.

O aumento das exportações em Novembro face ao mesmo mês do ano passado resulta da evolução registada no comércio entre países da União Europeia, "generalizada à quase totalidade dos grupos de produtos, mas em especial nas máquinas e aparelhos", uma vez que as exportações para fora da União Europeia diminuíram.
(09/01/2016/Fonte : Diário Económico)

2015 foi ano recorde para investimento imobiliário

Ao atingir 1,9 mil milhões, sector duplicou os registos do ano anterior e ultrapassou máximo histórico de 2007. 90% do capital investido veio de fora do país.

O investimento em imobiliário comercial atingiu no ano passado o maior montante desde que há registo. Ao chegar aos 1,9 mil milhões de euros, o valor duplica o registado em 2014 e supera o valor recorde alcançado em 2007, de 1,2 mil milhões de euros.

A anterior previsão do director-geral da Cushman and Wakefield em Portugal, Eric van Leuven, de que seria ultrapassada a barreira dos dois mil milhões de euros só não se concretizou porque, refere, vários negócios em curso avaliados em 500 milhões passaram para este ano.

No entanto, o responsável esclarece que este adiamento não está relacionado com a mudança de Governo, mas que tem que ver com “estruturas fiscais” e não com “questões políticas”. Se a “principal preocupação” do investidor é a política fiscal, van Leuven não acredita que esta “vá mudar substancialmente”.

No entanto, este valor terá sido superior, uma vez que a consultora e mediadora imobiliária não contabiliza aqui os negócios de edifícios para reabilitação nem operações como várias aquisições do fundo de investimento norte-americano Lone Star.

Na apresentação de resultados da empresa que decorreu nesta terça-feira em Lisboa, Marta Esteves Costa, directora de research da Cushman and Wakefield, refere que compras como as de Vilamoura e do Centro Comercial Monumental, em Lisboa, são “operações de compra de dívida” e, como tal, não são alvo de análise. Para os 1,9 mil milhões é contabilizada a “compra de activos para retorno” “e não a compra com risco ou para promoção como são esses dois casos”, esclarece.

O director-geral explica estes números com a mudança de perfil do investidor no mercado português. Quem faz este tipo de operações tem hoje “horizontes mais curtos, planos de negócio de três a cinco anos”, quando o tipo de investidor de há dez anos era mais conservador.

A média de valor investido por operação era de 15 milhões de euros, sendo que em 2015 esse montante subiu para 40 milhões, resultado de um número maior de portfólios transaccionados.

O grosso das transacções fez-se no retalho, com 65% do capital total a ser investido nesse sector. Seguiram-se escritórios (20%) e hotelaria (8%). No sector do retalho, a grande maioria foi aplicada em centros comerciais, uma área que viu grandes movimentações em 2015. É de esperar que haja poucos novos centros comerciais, não “apenas por causa da crise”, mas por o mercado “já estar muito maduro”, analisa van Leuren.

Investimento estrangeiro
Com o aumento do investimento no sector, faz-se notar a maior presença do capital estrangeiro. Do total, 90% do volume e 72% do número de transacções foi levado a cabo por investidores vindos de fora. Mesmo o investimento nacional, calcula a mediadora, tem muitas vezes o apoio de capital estrangeiro.

O director de investimento, Luís Rocha Antunes, atribui este volume aos preços “anormalmente baixos” em Lisboa, quando comparados com cidades como Madrid e Barcelona. O maior interesse dos compradores está relacionado com o aumento de rendas de espaços comerciais e com o desenvolvimento do turismo.

Fundos de investimento, especialmente norte-americanos, estiveram particularmente activos em 2015, com a compra dos Fóruns Montijo e Almada pela Blackstone e a aquisição de vários centros comerciais Dolce Vita e de Vilamoura pelo fundo Lone Star.

São investidores “sem alvo específico, que andam com uma folha de cálculo atrás. São especializados em compra, reversão e venda”, afirma Rocha Antunes, prevendo que este tipo de movimentações se mantenha ao longo deste ano.(06/01/2016/Fonte : Público)