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05/14

Remessas dos emigrantes aumentaram 1,4%

As remessas dos emigrantes aumentaram 1,4% no primeiro trimestre deste ano para 228,5 milhões de euros, enquanto o dinheiro enviado pelos imigrantes em Portugal diminuiu 2,9%, para 115,4 milhões de euros, divulgou o Banco de Portugal.

A França continua a ser o país de onde é enviado mais dinheiro, com 202 milhões de euros, seguida dos emigrantes na Suíça, com 151 milhões, em Angola, com 75 milhões, a que se somam os 41 milhões de euros enviados pelos portugueses no Reino Unido e em Espanha e Alemanha, com valores ligeiramente acima dos 39 milhões de euros, e nos Estados Unidos, com 29,9 milhões.

De acordo com os valores recolhidos pela Lusa com base nos dados disponíveis do Banco de Portugal, a diferença mais significativa face aos valores do primeiro trimestre do ano passado aconteceu com os emigrantes de São Tomé e Príncipe, que tinham enviado 356 mil euros no primeiro trimestre de 2013, e mandaram apenas 107 mil euros de janeiro a março deste ano, o que mostra uma redução de 70%.

Em relação aos imigrantes, os brasileiros a trabalhar em Portugal foram os que mais enviaram dinheiro para o seu país de origem, num total de 53,2 milhões de euros, seguidos dos chineses, com 16,6 milhões, e dos ucranianos e angolanos, com 5,5 e 5 milhões, respetivamente.

Os cabo-verdianos e guineenses em Portugal mandaram menos 36,5% e 24,5%, respetivamente, ao contrário dos brasileiros, que enviaram mais 31,8% do que no mesmo período do ano passado, chegando aos 53,2 milhões de euros.(22/05/2014/Fonte : Jornal de Notícias)

Portugal: Novas encomendas na construção sobem 51,1% no 1.º trimestre

O índice de novas encomendas na construção registou no primeiro trimestre um “forte aumento homólogo”, de 51,1%, sobretudo dinamizado pelo segmento de obras de engenharia relativas ao Túnel do Marão.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no segmento de obras de engenharia, o índice passou de uma queda homóloga de 39,9% no quarto trimestre de 2013 para uma subida 106,0% nos três meses seguintes, “refletindo, sobretudo, o lançamento de concursos para a finalização do Túnel do Marão”.

Já o índice relativo ao segmento de construção de edifícios apresentou uma variação homóloga nula (queda de 22,2% no trimestre anterior).   No último trimestre de 2013 o índice agregado de novas encomendas na construção havia recuado 30,2%.(21/05/2014/Fonte : OJE).

Exportações de calçado cresceram 40% desde 2009

A indústria portuguesa de calçado diversificou as exportações para mais 18 países nos últimos três anos, entre os quais a Costa Rica, Iémen, Síria, Vietname e Tanzânia, vendendo atualmente para 150 destinos nos cinco continentes, divulgou a associação setorial.

Segundo se destaca na edição de abril da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS), como resultado desta diversificação, as exportações para fora da União Europeia mais do que duplicaram nos últimos quatro anos, com o peso das vendas para a China, EUA, Japão e Rússia a responderem, agora, por 13% do total exportado, contra apenas 8% em 2008.

Globalmente, as exportações portuguesas de calçado aumentaram mais de 40% em valor desde 2009, para os mais de 1700 milhões de euros de 2013 (a um ritmo médio anual de 10,2%, correspondente a mais 500 milhões de euros), enquanto em volume subiram de 63 para 74 milhões de pares.

Nesse período, a APICCAPS destaca o crescimento registado “praticamente em todos os importantes mercados”, com as vendas para a União Europeia a aumentarem 31% para 1.513 milhões de euros, destacando-se os desempenhos de França (mais 19% para 428 milhões de euros), Alemanha (mais 38% para 318 milhões de euros) e Holanda (mais 41% para 234 milhões de euros).

Já para o mercado britânico as vendas de calçado português aumentaram 14%, e em Espanha 43% para 164 milhões de euros.

Fora da Europa, a associação fala também de um “excelente desempenho”, traduzido num crescimento de 160% das vendas.

O destaque aqui vai para a Rússia (mais 491% para 49 milhões de euros), EUA (mais 237% para 27 milhões de euros), Angola (mais 107% para 26 milhões), Canadá (mais 237% para 18 milhões) e Japão (mais 126% para 15 milhões).

“Igualmente nesse período, as empresas portuguesas despertaram para a Austrália (vendas já próximas dos nove milhões de euros), China (mais de cinco milhões) e Emirados Árabes Unidos (próximo dos cinco milhões”, acrescenta a APICCAPS.
(19/05/2014/Fonte : OJE).

Banco BBVA deixa Portugal

O BBVA está à procura de comprador para a sucursal portuguesa, depois de perder 133 milhões de euros nos últimos três anos.

O entidade espanhola não acredita no futura da scursal, em Portugal há 23 anos e decidiu pô-la à venda, de acordo com a edição online do jornal espanhol El País.

Uma decisão que acontece quase ao mesmo tempo que o anúncio de saída do britânico Barclays, de Portugal, Espanha, França e Itália.

O banco espanhol, resultado da fusão do Banco Bilbao Viscaya e do Argentaria, chegou a ter quase 150 sucursais. Em 2012 estava nas 87 e em dezembro 83. Portugal representa neste momento 0,91% dos ativos totais e 0,56% dos passivos totais.(15/05/2014/Fonte : Diário de Notícias)

Crédito malparado atinge 5 mil milhões de euros

O crédito malparado concedido às famílias continuou a aumentar em março, tendo atingido os 5194 milhões de euros, de acordo com os números do Banco de Portugal agora publicados.

Quase metade (47%) do crédito de cobrança duvidosa concedido às famílias refere-se a crédito à habitação, havendo em março 2438 milhões de euros em crédito malparado nesta rubrica, embora tenha caído face ao valor registado em fevereiro (2446 milhões de euros).

Quanto ao crédito ao consumo, estavam concedidos 1407 milhões de euros em créditos de cobrança duvidosa em março, valor ligeiramente mais baixo do que o registado em fevereiro (1414 milhões de euros).

Já relativamente ao crédito de cobrança duvidosa concedido pelos bancos às empresas, em março, atingiu os 12 164 milhões de euros, no total, menos 88 milhões de euros do que no mês anterior, um comportamento que se registou nas duas principais áreas do crédito às empresas.

Na construção, o crédito malparado caiu dos 4301 milhões de euros em fevereiro para os 4.236 milhões de euros em março e, no imobiliário, passou dos 2505 milhões de euros em fevereiro para os 2398 milhões de euros em março.
(13/05/2014/Fonte : OJE)

O banco Barclays vai fechar as operações em Portugal, saída põe 1600 postos em risco

A operação do banco Barclays em Portugal deixou de ser considerada estratégica para o grupo britânico, o que deverá implicar o fim da atividade de retalho no País a médio prazo. Em causa estão 1600 postos de trabalho nas 147 agências abertas ao público. Entre os anos de 2012 e 2103, recorde-se, a reestruturação do banco em Portugal obrigou à saída de mais de 400 trabalhadores, assim como ao fecho de dezenas de balcões.

O presidente executivo do Barclays, Antony Jenkins, anunciou ontem a revisão da estratégia do grupo, que passa pela supressão de 14 mil empregos só este ano a nível global. No País para já nada muda para os clientes do banco. No futuro, tudo depende da solução: venda a outra instituição ou gestão feita a partir da sede do banco, Londres.
(12/05/2014/Fonte : Correio da Manhã).

Retalho não alimentar volta a crescer pela primeira vez desde 2012

Venda de “smartphones” e “tablets” faz segmento das telecomunicações aumentar 50%. APED receia efeito da subida do IVA no consumo.

Os últimos dados de “bens de grande consumo” com origem na consultora Nielsen e divulgados pela APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição dão conta que no primeiro trimestre de 2014 se registou um crescimento de 8,5%, face a igual período do ano passado no retalho não alimentar.

Entre Janeiro e Março de 2014, foram vendidos 521,7 milhões de euros no comércio de bens de grande consumo não alimentar, o que compara com 481,04 milhões de euros um ano antes. Ou seja, foram vendidos mais 40,6 milhões de euros no período em análise.

Daquele valor de crescimento, 26,2 milhões de euros são consequência do crescimento da área de telecomunicações, que registou no trimestre um crescimento homólogo de 50,1%, para 78,7 milhões de euros.

A venda de “smartphones” e de tablets terá impulsionado este segmento, e prejudicado um outro, dos pouco que decresceu em vendas entre Janeiro e Março deste ano: o da fotografia, que recuou 19,7%, para 13,02 milhões de euros. O outro único segmento cujas vendas trimestrais diminuíram foi o do entertenimento, que caiu 4,7%, para 54,6 milhões de euros.

A área da informática continua a ser a que maior peso continua a ter no sector não alimentar, tendo crescido 5,7% no primeiro trimestre de 2014, para 142 milhões de euros.

Os dados da Nielsen, sem relevar os valores de vendas, atribui ao sector alimentar um crescimento homólogo de 4,5% nos primeiros três meses deste ano, sempre no âmbito de uma análise de bens de grande consumo.

IVA pode “arrefecer o consumo”
Ana Isabel Trigo Morais, directora-geral da APED salienta que estes são números de crescimento do sector não alimentar que não se verificam desde 2012, mas que é preciso contextualizar. É que o sector não alimentar, afirmou ao Negócios, foi “o que mais perdeu” desde a agudização da crise a partir dos finais de 2011.

Tendo em conta, acrescenta, que os comércio especializado, não alimentar, registou “quedas de dois dígitos”, o que estamos a falar agora é “de uma recuperação”, sublinhou, “não de crescimento, face a 2012”.

A perspectiva futura, contudo, tem que contabilizar o aumento da taxa máxima do IVA – Imposto sobre Valor Acrescentado, que a partir de 1 de Janeiro de 2015 está previsto que suba para 23,25% (face aos actuais 23%). A direcção da APED defende que a imposição de uma fiscalidade “cega” que vai, uma vez mais onerar os consumidores. Nas famílias, alerta a directora-geral da APED, irá aumentar a “sensação de receio” e de falta de confiança económica, o que pode vir a “arrefecer o consumo”, cujos primeiros sinais de 2014 até são positivos transversalmente.
(07/05/2014/Fonte : Jornal de Negócios).

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