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01/14

Desemprego em Portugal com maior redução homóloga da União Europeia

A taxa de desemprego em Portugal baixou em dezembro de 2013, pelo décimo mês consecutivo, para os 15,4%, a maior redução homóloga da União Europeia, a par da Irlanda e da Letónia, revela o Eurostat.

Segundo os dados do desemprego para dezembro do gabinete oficial de estatísticas comunitário, em relação a 2012, a taxa de desemprego aumentou em 14 Estados-membros, baixou em treze e manteve-se estável na Suécia.

As maiores subidas em dezembro verificaram-se em Chipre (de 13,9% para 17,5%), na Grécia (de 26,1% para 27,8% entre outubro de 2012 e outubro de 2013), nos Países Baixos (de 5,8% para 7%) e em Itália (de 11,5% para 12,7%).

Já as maiores reduções foram observadas na Irlanda (de 14% para 12,1%), na Letónia (de 14% para 12,1%), em Portugal (de 17,3% para 15,4%), na Hungria (de 11% para 9,3% entre novembro de 2012 e novembro de 2013) e na Lituânia (de 13% para 11,4%).

Em Portugal, face a novembro, a taxa de desemprego desceu 0,1 pontos percentuais, de 15,5% para 15,4%.

Na zona euro, a taxa de desemprego em dezembro manteve-se nos 12% e na União Europeia ficou nos 10,7% em dezembro.

Neste boletim, o Eurostat reviu em baixa os dados do desemprego de novembro, de 12,1% para 12% na zona euro e de 10,9% para 10,8% na União Europeia.

Ao nível dos Estados-membros, as taxas de desemprego mais baixas registaram-se na Áustria (4,9%), na Alemanha (5,1%) e no Luxemburgo (6,2%) e as mais elevadas na Grécia (27,8% em outubro de 2013) e em Espanha (25,8%).

Em relação ao desemprego jovem (pessoas com menos de 25 anos), em dezembro de 2013 havia 5,544 milhões de pessoas (23,2%) sem emprego no conjunto da União Europeia e 3,5 milhões de pessoas na zona euro (23,8%).

As taxas mais baixas foram verificadas na Alemanha (7,4%) e na Áustria (8,9%), as mais altas na Grécia (59,2% em outubro de 2013) e em Espanha (54,3%).(31/01/2014/Fonte : Jornal de Notícias)

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Investimento direto estrangeiro aumenta 11% em 2013

O investimento direto estrangeiro (IDE) aumentou 11% em 2013, segundo os números divulgados pela UNCTAD, que estima que os fluxos de IDE cresçam gradualmente em 2014 e em 2015 à medida que a economia mundial evolua.

No "Global Investment Trends Monitor", agora publicado, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) refere que o IDE atingiu os 1.461 mil milhões de dólares (1.060 mil milhões de euros) em 2013, "um nível comparável com a média anterior à crise".

No entanto, este aumento dos fluxos de IDE foi distinto entre as várias regiões do globo: os recebidos pelos países desenvolvidos "continuaram num nível historicamente baixo pelo segundo ano consecutivo", com apenas 39% do total, ao passo que os fluxos transferidos para as economias em vias de desenvolvimento atingiram um novo máximo, para os 759 mil milhões de dólares (52% dos fluxos globais) e que os recebidos pelas economias em transição também renovaram o máximo, para os 126 mil milhões de dólares (9% do IDE global).

"Em 2013, a mudança nas alterações das expectativas do mercado em relação a um recuo antecipado das medidas de política monetária dos EUA causaram alguma volatilidade nos investimentos internacionais. O impacto foi amplo em alguns mercados emergentes", lê-se no relatório da agência das Nações Unidas. Quanto às economias avançadas, os fluxos de IDE aumentaram 12% em 2013, ainda que tenham atraído apenas dois quintos dos fluxos globais de investimento direto estrangeiro no ano passado.

Continuando a trajetória iniciada em 2012, as economias em vias de desenvolvimento receberam mais de metade dos fluxos totais de IDE, um aumento que ficou impulsionado sobretudo pelos fluxos recebidos pela América Latina e Caraíbas, África e Ásia, que continua a ser o maior recetor de IDE do mundo. A UNCTAD prevê que os fluxos de IDE continuem a aumentar em 2014 e em 2015, para os 1.600 mil milhões e 1.800 mil milhões de dólares, respetivamente "à medida que o crescimento da economia global ganhe espaço".(29/01/2014/Fonte : OJE)

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58% das empresas portuguesas prevêem contratar em 2014

Segundo a portuguesa Hays, 58% das empresas nacionais ponderam reforçar os seus quadros em 2014. As áreas mais solicitadas são as comerciais, de engenharia e de tecnologias de informação.
A Hays apresentou nesta quarta-feira o seu guia do mercado laboral 2014, com informação actualizada sobre as tendências do mercado de trabalho em Portugal. De acordo com o guia, cerca de 58% das empresas consideram contratar mais colaboradores em 2014 (o valor mais alto desde 2009). Os perfis mais procurados serão os comerciais, de engenharia e de TI.

Tendo como base inquéritos efectuados junto de cerca de 4000 profissionais qualificados, os consultores da Hays concluíram que 83% consideram mudar de emprego este ano, sendo os mais interessados os de Marketing e Vendas, Engenharia e Recursos Humanos. Este é o indicador que mais se destaca nos dados do guia e esta mudança poderá passar pelo estrangeiro — 80% afirmam ter disponibilidade para sair do país.

“A atracção e retenção de talento será o grande desafio das empresas em 2014”, afirma Paula Baptista, Managing Director da Hays Portugal. “Por outro lado, 71% dos profissionais no estrangeiro pretendem regressar. Seremos capazes de os reintegrar no mercado português a médio prazo?”

As motivações dos profissionais que ponderam uma eventual mudança de emprego são as principais preocupações que os empregadores devem ter no sentido de atrair e reter talento em Portugal. Factores como o plano de carreira, a oferta salarial, a cultura e a solidez financeira da empresa são os que se destacam nas expectativas daqueles que procuram emprego.

Conclui-se deste guia que os motivos da emigração dos profissionais não estão necessariamente relacionados com a instabilidade económica do país, a maior parte dos inquiridos já se encontrava no activo quando resolveu aceitar uma oferta melhor no estrangeiro. “Trata-se de um claro sinal de que as empresas a actuar em Portugal não estão a conseguir competir com as condições oferecidas além-fronteiras.”

Por outro lado, e segundo inquéritos efectuados junto de 800 empregadores, a Hays afirma que os níveis de talento se medem principalmente através da proactividade, de competências técnicas e de capacidade de trabalho dos profissionais. E, tal como em anos anteriores, quem emprega dá preferência à experiência de trabalho já adquirida (79%) em detrimento da formação académica (21%), que pode vir a trazer retornos menos imediatos ao negócio.

Dos 58% que consideram contratar mais colaboradores em 2014, podem não o fazer se numa primeira entrevista os candidatos mostrarem sinais de arrogância ou antipatia, se fizerem comentários negativos sobre as anteriores chefias e se demonstrarem incapacidade de descrever as suas experiências e trabalho.

Outras conclusões do guia do mercado laboral:
— Profissionais de RH, Banca/Seguros e Engenharia são os mais insatisfeitos com o salário;
— 53% dos profissionais não negociaram o seu pacote salarial actual;
— 70% dos profissionais não foram aumentados ou promovidos em 2013;
— 37% dos profissionais no desemprego afirmam já ter recusado uma oferta de emprego.(23/01/2014/Fonte : Público)

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Portugal com maior subida no emprego da OCDE no 3.º trimestre

Portugal, a par da Eslovénia, registou a maior subida da taxa de emprego dos países da OCDE no terceiro trimestre de 2013, com este indicador a aumentar 0,7 pontos percentuais, para 61,3%, anunciou a organização.

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a taxa de emprego em Portugal subiu em todos os grupos de populações no terceiro trimestre de 2013, face ao anterior: no grupo das mulheres de 57,6% para 58,5%, no dos homens de 63,7% para 64,1%, no dos jovens entre os 15 e os 24 anos de 21,5% para 23,1%, no dos trabalhadores entre os 25 e os 54 anos de 74% para 74,9% e no dos trabalhadores entre os 55 e os 64 anos de 46,8% para 46,9%.

Depois da subida já registada no trimestre anterior, este é o segundo aumento da taxa de emprego em Portugal após nove trimestres consecutivos de recuos. No conjunto dos países da OCDE, a taxa de emprego aumentou pelo segundo trimestre consecutivo, para 65,2% (mais 0,1 pontos percentuais), mas continua ainda 1,3 pontos percentuais abaixo dos níveis antes da crise financeira, no segundo trimestre de 2008.

Na Zona Euro, a taxa de emprego subiu (0,1 pontos percentuais) pela primeira vez desde o segundo trimestre de 2008, para 63,5%, um nível ainda 0,3 pontos percentuais aquém dos valores de há um ano atrás.(21/01/2014/Fonte : OJE)

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Exportações portuguesas de mobiliário batem recorde

As exportações portuguesas de mobiliário e colchoaria aumentaram 10% de janeiro a novembro de 2013, para mais de mil milhões de euros, no que terá sido um "ano recorde" para o sector, segundo a respectiva associação.

De acordo com a Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), tendo por base os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações de mobiliário e colchoaria para cerca de 130 mercados somaram quase 1.111 milhões de euros nos primeiros 11 meses do ano passado.

O mercado francês, com 322 milhões de euros em vendas, cresceu 7,33% face a igual período de 2013, mantendo-se com uma quota de 29% do total de exportações e como principal destino das exportações portuguesas.

Ainda assim, e face a 2012, este mercado perdeu 1% em termos de quota de exportações.

Com a mesma quebra que França em termos homólogos, Espanha comprou 277 milhões de euros de mobiliário português até novembro, mantendo a segunda posição no 'ranking' dos parceiros comerciais, com uma quota de 25%.

A terceira posição continuou a ser ocupada pelo mercado angolano, com uma quota de 11,87% das exportações (correspondente a 131,8 milhões de euros) e a mesma quota de 2012.

Quanto às importações, recuaram 16% face ao período homólogo de 2012, fixando-se nos 454 milhões de euros.

De janeiro a novembro, a taxa de cobertura das exportações pelas importações foi de 245% no sector do mobiliário e colchoaria português, superando os 187% do mesmo período em 2012.

O saldo da balança comercial sectorial continuou, assim, superavitário em 656 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento homólogo de 40%.(15/01/2014/Fonte : DinheiroVivo)

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Venda de casas atinge nível mais alto em três anos

A tendência de recuperação do mercado imobiliário começa a ganhar tracção. Especialistas estão positivos.

A venda de casas em Portugal atingiu, em Novembro, o nível mais elevado em três anos, segundo o inquérito ‘Portuguese Housing Market Survey', realizado mensalmente pela Royal Institution of Chartered Surveyors em conjunto com o Confidencial Imobiliário. "O saldo de respostas relativo a acordos de vendas regressou a terreno positivo, atingindo o seu melhor resultado desde o início do inquérito", em Setembro de 2010, refere o estudo.(13/01/2014/Fonte : Diário Económico)

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Crédito malparado na habitação volta a bater recorde em Novembro

No caso das empresas, o malparado voltou a agravar-se passando dos 12.076 milhões de euros registados em Outubro para 12 271 milhões em Novembro

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação atingiram um novo máximo histórico em novembro, totalizando 2.417 milhões de euros, contrastando com a diminuição do volume global do malparado de particulares, segundo dados do Banco de Portugal.

Em novembro, o crédito malparado dos particulares no global caiu para 5.192 milhões de euros (5.210 milhões em outubro).

No caso das empresas, o malparado voltou a agravar-se passando dos 12.076 milhões de euros registados em outubro para 12.271 milhões em novembro, um novo recorde desde que o Banco de Portugal publica estes dados (1997), com destaque para o malparado das empresas do sector da construção (4.265 milhões de euros) e das actividades imobiliárias (2.341 milhões de euros).

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa.(07/01/2014/Fonte : I-Online)

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Trabalho: Portugal começa a contratar

Aos primeiros sinais de retoma da economia, algumas empresas voltam a investir, obrigando-as a reforçar os seus quadros. Veja onde começam a surgir as ofertas de emprego para 2014.

Bastou o director da Nestlé Portugal anunciar que a multinacional suíça iria criar 350 novos postos de trabalho no nosso país, para o departamento de recursos humanos da empresa não ter mãos a medir a analisar o rol de candidaturas que começaram a "chover" naqueles serviços. Apesar das inscrições já estarem em aberto, o programa de recrutamento só será iniciado em janeiro de 2014 e estender-se-á por mais três anos. Das 350 oportunidades de emprego agora criadas, 160 serão contratos directos, enquanto as restantes 190 serão para estágios. Uma oferta de emprego desta dimensão é um bom sinal para o anémico mercado de trabalho nacional. Mas não é um caso único.

A Bosch, em Portugal há mais de 100 anos e um dos maiores empregadores industriais do País, tem vários programas de recrutamento activos para contratar pessoal para as suas unidades fabris (Vulcano, em Aveiro, Car Multimédia, em Braga e dispositivos de segurança, em Ovar), enquanto a Central de Cervejas, que pertence ao grupo holandês Heineken, está a expandir a capacidade de produção da fábrica de Vialonga, necessitando posteriormente de contratar mais 200 pessoas.

As tecnologias de informação são, talvez, o sector onde a procura de quadros é cada vez maior, tornando-se quase um oásis num tecido empresarial assolado pela crise instalada desde 2008. A SAP Portugal, empresa de software de gestão, lançou, ainda em 2013, um programa de contratação de cerca de 300 novos técnicos, mas ainda lhes falta preencher mais de dois terços das vagas. Também a Roff, empresa de implementação de soluções SAP, irá necessitar de contratar, pelo menos, 80 técnicos ao longo do próximo ano, para fazer face aos novos contratos que entretanto foi ganhando.

A Vodafone criou, em 2013, um novo contact center em Braga, o que a obrigou a recrutar 110 pessoas. No entanto, com o alargamento desta atividade, a empresa prevê chegar aos 200 novos colaboradores no decorrer de 2014. Em novembro de 2013 a Vodafone já tinha feito um concurso para contratar 50 engenheiros.

A Microsoft decidiu instalar em Lisboa o novo serviço de suporte telefónico para o Office 365, programa que passa a estar instalado numa cloud, em vez de estar alojado no computador do utilizador. Para este novo serviço, a multinacional norte-americana terá de contratar 25 pessoas. No entanto, a empresa admite que, à medida que o mercado internacional for fazendo a migração para o novo Office, o recrutamento terá de crescer à mesma proporção.

De volta ao tradicional
Se olharmos para as tradicionais páginas de recrutamento de trabalhadores, quer seja nos jornais quer na internet, é notório que o mercado de emprego começa a despertar. Para além destas contratações em larga escala, já existem muitas ofertas isoladas de emprego nas mais variadas áreas, desde cozinheiros, a gerentes de espaços comercias, passando por consultores comerciais, engenheiros, entre muitos outros. Há ainda sectores que, graças ao crescimento das exportações, necessitam de quadros muitos especializados. Um desses casos é o da indústria têxtil que se debate com falta de profissionais, nomeadamente costureiras e outras profissões muito técnicas. Segundo uma associação da sector, o têxtil está com dificuldade de atrair "sangue novo" para garantir a reposição de profissionais muito especializados. Nas últimas décadas, devido ao encerramento de muitas fábricas, a indústria conseguiu captar a mão de obra que entretanto foi ficando disponível. Actualmente, as unidades fabris que conseguiram sobreviver à enorme reestruturação que o sector sofreu nos últimos anos, começam a ter dificuldades em arranjar os quadros mais especializados.

A economia portuguesa conseguiu sair da recessão técnica, três trimestres com crescimento do PIB, e o mercado de emprego começa a dar sinais de recuperação, que, apesar de ainda ser muito ténue, é uma boa notícia para os cerca de 900 mil desempregados que existem no País.(06/01/2014/Fonte : Visão)

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Número de carros vendidos aumentou 11,7% em 2013

O número de automóveis vendidos em Portugal aumentou 11,7% em 2013 face ao ano anterior, tendo sido vendidos 126.684 veículos entre janeiro e dezembro do ano passado, segundo a ACAP - Associação Automóvel de Portugal.

De acordo com os dados hoje publicados pela ACAP, apesar do crescimento homólogo registado em 2013, "o mercado encontra-se abaixo dos níveis de 2011 e de anos anteriores", até porque o volume de vendas de 2012 "foi anormalmente baixo".

Entre janeiro e dezembro de 2013 foram vendidos 126.684 veículos ligeiros (tanto de passageiros como comerciais), um aumento de 11,5% face aos 12 meses anteriores.
Relativamente ao mercado de veículos pesados, foram vendidos 2.562 viaturas pesadas de passageiros e de mercadorias em 2013, mais 21,1% do que no ano anterior.

Considerando apenas o mês de dezembro, as vendas de veículos ligeiros aumentaram 40,9% em termos homólogos, tendo sido comercializados 12.305 unidades neste período.
Já no mercado de pesados, as vendas deste tipo de veículos registaram um crescimento de 266% em 2013, num total de 527 viaturas desta categoria.(03/01/2014/Fonte : Diário de Notícias)

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