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07/13

Hotéis perto de esgotar no verão mesmo com a crise económica

As cadeias hoteleiras antecipam o crescimento de reservas e reforço da taxa de ocupação. A oferta do serviço tudo incluído é uma das estratégias para captar mais turistas.

Os principais grupos hoteleiros garantem que as reservas para as férias de Verão estão a superar as expectativas e, nalguns casos, já perto de esgotar os quartos disponíveis. De acordo com os grupos Pestana, Vila Galé, Onyria, SANA Hotels e Amorim Turismo, ao contrário do que seria de esperar, o clima de austeridade não está a ter impacto na taxa de ocupação. Mais, os grupos antecipam mesmo um crescimento deste indicador e da receita por quarto disponível (Revpar).

No grupo Vila Galé, os indicadores "são positivos e estamos a prever um ligeiro crescimento na ordem dos 3% a 4%, para as diferentes regiões", revela o director de marketing e vendas da cadeia, Gonçalo Rebelo de Almeida. O gestor salienta ainda que, ao contrário do que seria expectável, "os portugueses vão de férias e são o mercado com maior peso nos nossos hotéis".(17/07/2013/Fonte : Diário de Económico)

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Algarve apresenta novo cartão de descontos

Algarvepass pretende fidelizar turistas ao sul do País.

O Turismo do Algarve prepara-se para apresentar um novo cartão de descontos que tem por objectivo fidelizar os turistas que visitam a região e promover a marca 'Algarve'.

O cartão Algarvepass permitirá aos turistas que o adquirirem beneficiarem de descontos em cerca de 150 empresas de serviços, restauração ou venda de produtos regionais, revelou o presidente do Turismo do Algarve, Desidério Silva. "Além de promover toda a região, o novo cartão pretende que os turistas acumulem pontos que podem ser reconvertidos ou descontados em produtos nos postos de turismo", explicou.

O novo cartão é também uma grande novidade porque, salienta Desidério Silva, apresenta "uma tecnológica que recolhe informação e ajuda a traçar melhor o perfil dos consumos dos turistas, permitindo também fazer uma comunicação mais focalizada e precisa".(17/07/2013/Fonte : Correio da Manhã)

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Primeira fábrica de biodiesel feito a partir de resíduos inaugurada em Sines

Investimento de 8,5 milhões de euros na refinaria da Galp em Sines cria 50 postos de trabalho.

A Galp inaugura na quarta-feira a Enerfuel, primeira fábrica em Portugal que produz biodiesel de matérias-primas classificadas como resíduos ou detritos, entre eles óleos usados e gorduras animais, num investimento total de 8,5 milhões de euros.

“Privilegiarmos a utilização de óleos usados e gorduras animais”, disse à agência Lusa Hugo Pereira, director da unidade de biocombustíveis da gasolineira, em declarações no final de uma visita guiada às instalações da unidade, situada na refinaria de Sines.

Nascida também com o intuito de “dinamizar” o tecido empresarial local, a unidade levou à criação de 50 postos de trabalho “directos e indirectos”, sendo que “a operação em si” engloba 16 pessoas, “jovens da região na maioria”, declarou Hugo Pereira.

A Enerfuel terá uma capacidade de produção de 27 mil toneladas de biodiesel por ano, embora tal valor apenas se vá cumprir a partir de 2014.

Este ano a produção total será de cerca de 10 mil toneladas, até porque “vamos já a meio do ano” e o “sistema de quotas” limita a produção de biocombustíveis, combustíveis de origem biológica não fóssil.

O projecto da Enerfuel pretende dar também um contributo para a redução de 6% das emissões de gases com efeito de estufa até 2020, bem como para o cumprimento das metas de substituição de energia renovável nos transportes em Portugal.

No ano passado, a Comissão Europeia apresentou uma proposta para estimular o desenvolvimento de biocombustíveis alternativos e que prevê a limitação a 5%, até 2020, da utilização de biocombustíveis obtidos a partir de produtos alimentares no sector dos transportes.(10/07/2013/Fonte : Público)

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Portugueses dizem que corrupção aumentou e Governo "está nas mãos" de grupos económicos

Oito em cada dez portugueses consideram que a corrupção aumentou nos últimos dois anos e a maioria diz que "o Governo está nas mãos de um conjunto restrito de grupos económicos", segundo um estudo da associação Transparência e Integridade.

No estudo, a que a agência Lusa teve acesso, refere-se ainda que 70% dos portugueses encaram a corrupção como um problema sério ou muito sério no sector público.

Já no que toca ao combate à corrupção, 70% dos portugueses consideram-no ineficaz em Portugal, de acordo com o estudo, coordenado por Luís de Sousa, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e realizado por três investigadores de universidades de Lisboa e do movimento Transparência e Integridade.

Segundo este trabalho, 78% dos portugueses consideram que a corrupção piorou em Portugal nos últimos dois anos. Este é, segundo o documento, "o pior score [resultado] de toda a União Europeia", revelado pela "maior sondagem mundial sobre corrupção", levada a cabo pela Transparency International, representada em Portugal pela TIAC -- Transparência e Integridade, Associação Cívica.

O relatório indica ainda que 60% dos portugueses acham que os contactos pessoais são importantes para obter serviços ou acelerar procedimentos na administração pública.

Quanto à corrupção no sector público, apenas os gregos têm a mesma percepção do que os portugueses relativamente à importância deste crime nos organismos públicos. Imediatamente a seguir no que toca a esta percepção surgem os espanhóis, lituanos e romenos.

Mais de metade (53%) dos portugueses considera que "o Governo está nas mãos de um conjunto restrito de grupos económicos" e "teme que as decisões políticas sejam tomadas sem independência, favorecendo esses mesmos grandes interesses económicos".

No que respeita à justiça, quarenta e dois por cento dos portugueses acham que a justiça portuguesa não protege de represálias quem denuncia a corrupção ou colabora com as autoridades.

De acordo com o estudo, 85% dos portugueses acreditam que o envolvimento dos cidadãos é fundamental no combate à corrupção.

Já no que toca ao pagamento de subornos a nível da Europa, 11% dos inquiridos admitem ter pago subornos em pelo menos um de oito tipos de serviços públicos nos últimos doze meses. Nesta questão, Portugal é o terceiro país da Europa em que os inquiridos menos admitem ter pago subornos para obter determinados bens ou serviços públicos.

O trabalho resultou de um inquérito de opinião realizado por telefone pela Marktest para a Gallup Internacional, comissionado pela Transparency International e efectuado entre 27 de agosto e 27 de Setembro de 2012.

Foram realizadas 1.000 entrevistas num universo populacional de perto de oito milhões de pessoas.

O limite mínimo de idade para responder ao estudo era 18 anos e no que toca a regiões incidiu sobre a Grande Lisboa, o Grande Porto, o norte litoral, centro litoral, interior norte e sul.(09/07/2013/Fonte : Jornal de Negócios)

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Sector da Construção "enfrenta um sério risco de colapso"

A produção no sector da Construção deverá cair este ano 15% e "enfrenta um sério risco de colapso", prevê a AECOPS, com base na evolução da actividade ao longo dos primeiros seis meses do ano.

A queda da produção, de acordo com um comunicado da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços, deverá ser de 18% na Habitação e de 14% na Engenharia Civil.

A AECOPS considera estas estimativas "alarmantes", sublinhado que confirmam o "sério risco de colapso económico do sector", para o qual a associação vem a chamar a atenção.

"A actividade da Construção vive hoje o momento mais difícil da sua história. Sem novas obras para fazer ou sem crédito para executar as que têm em carteira, as empresas do setor lutam para se manter no mercado e garantir o máximo possível de postos de trabalho", sublinha o comunicado.

A AECOPS chama a atenção para o facto deste sector de actividade económica se ver confrontado com uma crise que se apresenta em "três frentes".

Em primeiro lugar esta é uma crise de "mercado", originada pela "ausência da procura e do investimento, tanto público como privado"; mas é também "estrutural do tecido empresarial", que se traduz no desaparecimento -- entre janeiro e junho deste ano - de 1.198 empresas e, nos últimos três anos, de mais de 200 mil postos de trabalho.

Finalmente esta é uma crise financeira, estimulada por uma contracção do crédito ao setor na ordem dos 5,4 mil milhões de euros.

A Construção caminha para uma situação insustentável", considera, por isso, a AECOPS, acrescentando que "não se perspetiva, para breve, uma inversão desta conjuntura".

"O setor enfrenta um sério risco de colapso, o qual, a acontecer, não deixará imune o resto da economia nacional e, ao mesmo tempo, provocará consequências sociais e políticas imprevisíveis", conclui o comunicado.(03/07/2013/Fonte : Diário de Notícias)

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Europa classifica Coimbra como cidade referência para o envelhecimento saudável

Coimbra foi hoje distinguida pela União Europeia (UE) com a classificação de cidade e região referência, a nível europeu, para o Envelhecimento Ativo e Saudável, anunciou a Câmara Municipal local.

A distinção foi aprovada durante o encontro European Innovation Partnership on Active and Healthy Ageing, projeto-piloto da UE de inovação para o envelhecimento ativo e saudável, que visa “aumentar a esperança média de vida saudável dos europeus por dois anos, em 2020”, através, designadamente, da melhoria da saúde e qualidade de vida e da garantia da sustentabilidade dos sistemas de cuidados de saúde e sociais.

A cidade e região de Coimbra é “a única área portuguesa classificada com esta distinção e passa a estar incluída no conjunto de 32 regiões europeias de referência para o Envelhecimento Ativo e Saudável”, salienta uma nota do gabinete do presidente do município.

A candidatura de Coimbra àquela classificação, coordenada por João Malva, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC), foi feita através do consórcio Ageing@Coimbra e envolveu a parceria institucional entre a Câmara Municipal, a UC, o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, a Administração Regional de Saúde do Centro e o Instituto Pedro Nunes.

“O galardão confirma os argumentos de que a cidade dispõe, em termos de qualidade de vida, de serviços de saúde, de equipamentos e infraestruturas desportivas e de serviços municipais de apoio aos idosos, entre outros”, sublinha a autarquia.

Para o presidente do município, João Paulo Barbosa de Melo, que participou na reunião que decorreu hoje em Bruxelas, a distinção “abre um enorme leque de possibilidades, oportunidades de melhoria e oportunidades de financiamento para o cluster da saúde em Coimbra, que se afirma como um dos mais decisivos do país”.(01/07/2013/Fonte : I-Online)

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