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06/13

Malparado na habitação com novo máximo histórico em abril

As dificuldades das famílias portuguesas em pagar o empréstimo da casa continuam a acentuar-se, tendo o volume de crédito em incumprimento voltado a registar um novo máximo histórico em abril, atingindo 2286 milhões de euros, segundo indicam os dados estatísticos hoje divulgados pelo Banco de Portugal.

O volume do crédito de cobrança duvidosa no segmento da habitação tinha até conhecido um ligeiro alívio em março, mas no mês seguinte voltou a ganhar terreno, subindo 26 milhões de euros neste espaço de tempo.

Este agravamento ocorre ao mesmo tempo que continua a descer o volume de empréstimos destinados a financiar a compra ou a construção de habitação. De acordo com os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, os particulares deviam 108,39 mil milhões de euros aos bancos, o que traduz uma descida de 3,8% face ao valor registado há um ano.

O retrato do crédito hipotecário acompanha a evolução do crédito total. No final de abril, a dívida total das famílias aos bancos ascendia a 131,8 mil milhões de euros. Os dados do BdP permitem concluir que este saldo mantém a tendência de descida que já se verifica há 24 meses consecutivos.

É, de resto, necessário recuar a maio de 2008 para encontrar um valor total de empréstimos mais baixo do que aquele que agora foi contabilizado. No malparado total, a evolução mensal regista uma quebra de 23 milhões de euros, mas a comparação homóloga indica que os 5138 milhões de euros agora registados traduzem um agravamento de 163 milhões.(27/06/2013/Fonte : Diário de Notícias)

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Portugal perde 55 mil residentes em 2012

No final de 2012, a população residente em Portugal era de 10.487.289 pessoas, menos 0,52% do que no final do ano anterior, indicam os números do Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta foi a segunda queda anual consecutiva e é explicada por saldos natural e migratórios negativos e pelo número de nascimentos mais baixo de sempre.

Após um crescimento contínuo entre 1992 e 2010, a população residente em Portugal caiu em 2011 e 2012. “Depois da queda de 30.323 habitantes em 2011 (a que correspondeu uma taxa de crescimento efectivo de -0,29%), em 31 de Dezembro de 2012, a população residente em Portugal foi estimada em 10.487.289 pessoas (valor que representa uma diminuição da população residente de 55.109 habitantes, ou seja, uma taxa de crescimento efectivo de -0,52%”, refere o comunicado do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Este decréscimo populacional é explicado por um saldo natural negativo de 17.757 pessoas e um saldo migratório negativo de 37.352 pessoas, de que resultaram, respectivamente, taxas negativas de crescimento natural de -0,17% (-0,06% em 2011) e de crescimento migratório de -0,36% (-0,23% em 2011).

As estimativas de população residente em Portugal do INE indicam que o número de nados vivos desceu para 89.841 (96.856 em 2011) e o número de óbitos aumentou para 107.598 (102.848 em 2011), implicando um saldo natural negativo de 17.757 pessoas.

O INE refere que, desde 2009, que se mantêm saldos naturais de valor negativo, sobretudo devido ao decréscimo do número de nados vivos. Em 2012, o número de nascimentos, com vida, de mães residentes em Portugal diminui para 89.841 — menos 7,2% do que em 2011 (96.856) —, descendo abaixo dos 90 mil pela primeira vez desde que há registos. O número de óbitos foi de 107.598, mais 4,6% do que em 2011 (102.848).

As estimativas do INE sobre as “migrações internacionais para os anos mais recentes apontam para um recrudescimento dos fluxos emigratórios e para quebras dos fluxos imigratórios, configurando, assim, o regresso do País a saldos migratórios negativos em 2011 e 2012”.

Em 2012, o número de emigrantes permanentes (pessoa - nacional ou estrangeira - que, no período de referência, tendo permanecido no País por um período contínuo de pelo menos um ano, o deixou com a intenção de residir noutro país por um período contínuo igual ou superior a um ano) alcançou os 51.958 e ultrapassou novamente o número de imigrantes permanentes (14.606), resultando num saldo migratório negativo de -37 352, superior ao estimado para 2011 (-24 331).

O INE refere ainda que as “alterações na dimensão e composição por sexos e idades da população residente em Portugal, em consequência da descida da natalidade, do aumento da longevidade e, mais recentemente, do impacto da emigração, revelam, para além do declínio populacional nos últimos dois anos, um continuado envelhecimento demográfico”. Desde 2000 que o número de idosos é superior ao de jovens. Em 2012 por cada 100 jovens residiam em Portugal 131 idosos.(17/06/2013/Fonte : Jornal de Negócios)

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Dívida à Segurança Social aumenta 4,5 milhões/dia

Há cada vez mais portugueses que não pagam à Segurança Social, nos primeiros cinco meses a dívida nova já chegou aos 680 milhões de euros.

A nova dívida à Segurança Social cresceu a um ritmo de 4,5 milhões de euros por dia, entre janeiro e maio, para os 680 milhões de euros. Um total que atira a dívida atual à Segurança Social para perto dos 3 mil milhões de euros. Com a crise são cada vez mais as empresas e os trabalhadores portugueses que não cumprem as suas obrigações junto da Segurança Social.

Os números foram revelados ontem pelo secretário de Estado da Segurança Social. Marco António Costa, que falava aos deputados da comissão parlamentar do Trabalho. O Governante avançou ainda que os 680 milhões representam uma subida de 4,5% face a igual período do ano passado. A acompanhar o crescimento desta dívida estão as penhoras. A Segurança Social executou 228 mil destas ações, o que significa um aumento de 25% perante o número de penhoras executadas nos primeiros cinco meses do ano passado.

Marco António Costa reforçou que o Governo está empenhado em recuperar o dinheiro destas dívidas e avançou com os números da cobrança coerciva: 466 milhões de euros em 2010, mais de 500 milhões no ano seguinte, 583 milhões de euros em 2012 e a meta para este ano está fixada nos 600 milhões.

Entretanto, mais de 13 500 trabalhadores recorreram ao Fundo de Garantia Salarial em maio para recuperarem os salários. O governante reiterou que o Governo vai ser "intransigente" no combate às baixas fraudulentas, depois do CM ter noticiado uma série de erros como pedidos de baixa sem cédula do médico.(12/06/2013/Fonte : Correio da Manhã)

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Exportações sobem 3,1% entre fevereiro e abril e importações caem 2,7%

As exportações de bens aumentaram 3,1% no trimestre terminado em abril face ao período homólogo, tendo-se verificado uma redução do défice da balança comercial de 730,1 milhões de euros, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com as estatísticas do comércio internacional, divulgadas hoje pelo INE, só no mês de abril, as exportações dispararam 17,3% (face igual período do ano passado), "resultado da evolução quer do comércio intra-UE [União Europeia] quer extra-UE, tendo-se registado aumentos na totalidade dos grupos de produtos".

"A aceleração das exportações e das importações refletiu, em parte, um efeito de calendário pois, em 2013, a Páscoa celebrou-se março e não em abril, como aconteceu em 2012", justifica o INE.

Nos grupos com maior crescimento em abril em termos de exportações, a entidade destaca o aumento verificado no grupo combustíveis minerais, impulsionado pela produção de uma nova unidade de refinação e nos produtos alimentares.

As importações, por sua vez, aumentaram 9,2% face a abril de 2012, resultado da evolução do comércio intra-UE e extra-UE, que se deveu ao aumento generalizado de quase todos os grupos de produtos (principalmente veículos e outro material de transporte e combustíveis minerais).

A propósito da adesão da Croácia à União Europeia, o INE refere que as transações de Portugal com este país têm atualmente "um peso muito reduzido no comércio internacional de bens", com a balança comercial a apresentar um saldo favorável a Portugal.

No primeiro trimestre de 2013, as exportações para a Croácia representaram apenas 0,03% do valor total das exportações portuguesas, enquanto as importações originárias deste país atingiram um peso de 0,01%.(10/06/2013/Fonte : OJE)

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Bel Portugal investe três milhões nas fábricas

A dona das marcas de queijo Limiano e Terra Nostra vai aumentar a capacidade de produção das unidades industriais para apostar na exportação como forma de crescer.

A Bel Portugal, dona das marcas de queijo Limiano e Terra Nostra, vai investir três milhões de euros nas fábricas portuguesas este ano. A intenção é aumentar a capacidade de produção para começar apostar mais na exportação dos queijos portugueses. A garantia foi dada pela directora-geral da Bel Portugal, Ana Cláudia Sá, em entrevista ao programa "Grandes Negócios", do Etv.

A subsidiária portuguesa do grupo francês Bel, apresenta à casa-mãe "todos os anos, propostas sobre os principais investimentos que precisa de fazer nas três unidades portuguesas. Em geral, A Bel Portugal vi conseguindo atingir os objectivos de investimento", garante Ana Cláudia Sá.(06/06/2013/Fonte : Diário de Económico)

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Economia portuguesa perde 101 mil empregos no primeiro trimestre

Nunca como no primeiro trimestre de 2013 a economia portuguesa destruiu tantos postos de trabalho. Só neste período, Portugal ficou com menos 101 mil empregos para um total de 4,464 milhões.

Nos primeiros três meses de 2013, a economia portuguesa destruiu 101 mil postos de trabalho, uma redução homóloga de 5,2%. Esta foi a maior queda desde, pelo menos, 1995 (ano em que têm início os dados disponibilizados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística) e é a primeira vez que num só trimestre se perdem mais de 100 postos de trabalho.

No final do primeiro trimestre de 2013, existiam 4,464 milhões de postos de trabalho (4,516 milhões no primeiro trimestre de 1995), 3,867 milhões dos quais remunerados.

Os últimos dados do Eurostat, referentes a Abril de 2013, mostram que a taxa de desemprego em Portugal atingiu os 17,8%.

Este é a terceira taxa mais elevada entre os 27 países da União Europeia (apenas superada pela de Espanha e Grécia), num mês em que a média da região se manteve nos 11% e a da Zona Euro subiu de 12,1%, em Março, para 12,2%.(05/06/2013/Fonte : Jornal de Negócios)

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