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08/12

Gaspar apresenta plano com mais cortes na Segurança Social, Educação, Saúde, Defesa e Segurança

O ministro das Finanças preparou um dossier, com participação de todos os ministérios, que denominou Agenda de Transformação Estrutural, onde prevê mais cortes na Segurança Social, Educação, Saúde, Defesa e Segurança, noticiou esta sexta-feira o "Sol".

O dossier com estas medidas estrutrurais deverá ser levado por Vitor Gaspar a conselho de ministros no próximo mês de Novembro para receber a aprovação final.

Para reduzir custos, o Governo prevê a extinção de serviços e da redução de funcionários, por meio das rescisões amigáveis, referiu a mesma fonte. No caso da Saúde e da Educação, a contenção da despesa far-se-á através da eliminação de vários serviços e pela redução das subvenções sociais.

Já na Defesa, Segurança e Segurança Social, o “Sol” refere que os cortes far-se-ão na redução de pessoal.

Algumas das medidas inscritas no ATE terão que constar no Orçamento do Estado para 2013 que será apresentado no parlamento até 15 de Outubro, refere a mesma publicação.

Com estas medidas, o Governo espera que não seja necessário recorrer à sobretaxa sobre o 13º mês de todos os trabalhadores.
(31/08/2012/Fonte : Jornal de Negócios)

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Sentimento económico em Portugal melhorou em agosto

O indicador de clima económico melhorou em agosto, retomando o ténue movimento ascendente, depois de ter registado o mínimo da série em fevereiro deste ano.

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), apesar da evolução ser positiva, o indicador de clima económico mantém um valor negativo e fixou-se nos -4,0 pontos em agosto, uma melhoria face aos -4,4 pontos verificados em julho deste ano.

O valor médio deste indicador é de 1,5 pontos e o valor máximo foi alcançado em abril de 1989 com 5,3 pontos. Já o valor mínimo registou-se em fevereiro de 2012 com um valor de -4,9 pontos.

Para a melhoria registada no indicador de clima económico contribuíram as evoluções positivas em todas as suas componentes - indústria transformadora, serviços, comércio, obras públicas e consumidores.

Na indústria transformadora, o comportamento observado em agosto deveu-se ao contributo positivo de todas as componentes, opiniões sobre a procura global, apreciações relativas à evolução dos 'stocks' de produtos acabados e perspetivas de produção.

Na construção e obras públicas, o indicador de confiança suspendeu a tendência negativa iniciada em junho de 2008, em resultado da recuperação da carteira de encomendas e perspetivas de emprego.

Também o indicador de confiança dos serviços aumentou ligeiramente em agosto, interrompendo a trajetória descendente anterior, refletindo os contributos positivos sobre a atividade da empresa e das perspetivas de procura.

Por fim, no comércio, o indicador de confiança aumentou de forma ténue em agosto, devido à recuperação registada no comércio por grosso, uma vez que no comércio a retalho se observou um agravamento.(30/08/2012/Fonte : Jornal de Notícias)

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Metade dos restaurantes já não consegue pagar impostos

Vendas do sector caíram 30% a 40% no último ano. Margens com quebras de 40% a 45%. A curto prazo, 30% dos restaurantes "vão desaparecer".

Metade dos restaurantes já não consegue cumprir com os impostos. A garantia é do recém-criado Movimento Nacional de Empresários da Restauração, que prepara uma concentração junto ao Parlamento.

Preocupados com a "rutura iminente" de um setor com 90 mil empresas e que assegura "centenas de milhares de postos de trabalho", os empresários preparam "iniciativas reivindicativas" de alcance nacional, tendo em vista "inverter" as medidas de "política errada" que estão a conduzir o setor "à ruína e ao desaparecimento". Na última semana de setembro esperam, no mínimo, 50 mil pessoas frente à Assembleia da República, o que levará o Governo "a pensar duas vezes".

No imediato, lançam "um apelo dramático" ao primeiro-ministro, exigindo a nomeação de representantes dos ministérios da Economia e das Finanças para uma comissão independente encarregue de estudar os efeitos da carga fiscal, nomeadamente do aumento do IVA de 13 para 23%, a criação de uma linha de crédito com juros bonificados e a redução dos custos energéticos para as micro, pequenas e médias empresas.

Reivindicações que foram dadas a conhecer ontem, na Alfândega do Porto, na apresentação pública do movimento e do manifesto, em defesa de um setor "vital", mas que "se encontra moribundo e sem perspetivas de futuro". Reclamam, ainda, a criação de acordos com o Fisco e a Segurança Social que permitam aos incumpridores pagar as obrigações que estão em falta.

José Pereira, porta-voz do Movimento e proprietário, com Rui Veloso, do conceituado restaurante portuense D. Tonho, asseguram mesmo que as dificuldades financeiras são de tal forma "graves" que "mais de 50% das empresas" de restauração já não cumprem com as responsabilidades fiscais.

José Pereira frisa que a situação é "insustentável" a breve prazo, vaticinando o desaparecimento, no espaço de dois a três meses, de "30% dos restaurantes". O agravamento do IVA, de 77%, garante, está a levar à "falência generalizada" do setor. E dá o exemplo: "Uma empresa que faturasse 130 mil euros pagava, em 2011, 6200 euros de IVA. Este ano paga 18 600".

No primeiro trimestre, a restauração perdeu 33 mil postos de trabalho e as insolvências praticamente duplicaram. Os empresários asseguram que, só no último ano, as vendas na restauração e similares caíram entre 30 e 40%, com as margens de lucro a baixar entre 40 e 45%.

Da lista de reivindicações consta, ainda, a revisão "urgente e imediata" da nova lei do arrendamento que, dizem, será o "golpe final" nas PME, promovendo "despejos em massa" e fechos.(24/08/2012/Fonte : Dinheiro Vivo)

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Norte com mais salários abaixo dos 310 euros

O número de portugueses com salários inferiores a 310euro/mês aumentou 9,4% face a 2011. O Norte destaca-se como a região que mais contribui para este crescimento, com mais 7600 pessoas neste escalão.

No total, o Norte já emprega 57 mil trabalhadores com salários abaixo de 310 euros. O valor mais elevado entre todas as regiões, representando 37% do total nacional. Segundo os números do Instituto Nacional de Estatística (INE), a segunda região com maior incidência de salários baixos é Lisboa, com 38,7 mil trabalhadores (mais 3400 que há um ano), seguida pelo Centro, com 34,8 mil (mais 800 mil).

Os salários dos portugueses estão a ser pressionados pelo aumento do desemprego, que os empurra para trabalhos mais mal remunerados. O Norte é a região do país com maior número de desempregados (299,6 mil). Ao mesmo tempo, a alteração das regras do subsídio de desemprego, facilitação dos despedimentos, a perda de peso da negociação coletiva, a limitação de contratações no Estado e a própria mensagem política do Governo - que recomenda "moderação salarial" - contribui para uma descida das remunerações.(23/08/2012/Fonte : Jornal de Notícias)

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Número de casais desempregados quase duplica

O número de casais com ambos os cônjuges desempregados quase duplicou em julho face a igual mês de 2011 e já atinge os 8.807 casais, o valor mais elevado desde que esta informação é divulgada.

De acordo com os dados recolhidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), em julho deste ano, face ao mês homólogo, há mais 4.388 casais (um aumento de 99,3 por cento) a garantirem a sua sobrevivência com as prestações sociais pagas pelo Estado.

Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em julho último o número mais elevado desde que esta informação é recolhida (outubro de 2010).

No final do mês passado, entre os desempregados inscritos nos centros de emprego, 49,9 por cento eram casados ou viviam em situação de união de facto, perfazendo um total de 310.675.

Em termos homólogos, o aumento do desemprego foi mais acentuado nas uniões de facto, na ordem dos 134,6 por cento.

Segundo os dados divulgados pelo IEFP no final da passada semana, o número de inscritos nos centros de emprego aumentou 25 por cento em julho em termos homólogos e agravou-se 1,5 por cento face ao mês anterior, para 655.342 desempregados.

No final de julho, encontravam-se inscritos nos centros de emprego do Continente e das Regiões Autónomas mais 131.224 indivíduos do que um ano antes. Face a junho deste ano, o número de desempregados aumentou em 9.387 pessoas.
(22/08/2012/Fonte : Diário de Notícias)

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Construção e imobiliário perdem 29 empresas por dia

Quase 5.300 empresas do sector da construção e imobiliário fecharam no primeiro semestre deste ano, mais de metade do valor total de encerramentos verificados em 2011. Nos últimos 12 meses perderam-se 109 mil empregos nestas áreas.
O sector da construção e imobiliário perdeu 5.292 empresas nos primeiros seis meses deste ano, o que corresponde a uma média de 29 sociedades por dia, de acordo com os dados da Confederação Portuguesa de Construção e do Imobiliário (CPCI), citados pelo "Diário de Notícias".

Os números mostram que em meio ano fecharam portas mais de metade do número de empresas que encerraram no conjunto de 2011, período em que se perderam 8.543 sociedades. Devido a este panorama, entre Junho do ano passado e igual período deste ano, foram eliminados 109 mil postos de trabalho neste sector de actividade.

Para este ano, a CPCI prevê que possam vir a fechar mais de 8.000 firmas, além das que já desapareceram nos primeiros seis meses do ano, como reflexo da crise que tem feito cair o número de obras em Portugal.
(22/08/2012/Fonte : Jornal de Negócios)

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Novas encomendas na construção caem mais de 50%

Índice de novas encomendas na construção agrava queda no segundo trimestre ao cair 51,1%, de acordo com o INE.

O índice de novas encomendas na construção agravou a tendência negativa no segundo trimestre deste ano, recuando 51,1% face ao mesmo período de 2011, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

No primeiro trimestre, a variação homóloga foi negativa em 32,5%. Segundo o INE, a diminuição "mais acentuada" do índice de novas encomendas na construção no período de Abril a Junho "foi determinada, principalmente, pelo comportamento do índice do segmento de obras de engenharia, que passou de uma variação homóloga de menos 38% no primeiro trimestre de 2012 para menos 67,9% no trimestre seguinte".

Já o índice relativo ao segmento de construção de edifícios registou uma taxa de variação homóloga de menos 36,1% no segundo trimestre deste ano, que compara com menos 28,6% no trimestre anterior.

De acordo com o INE, a variação trimestral do índice agregado foi negativa em 19%.
(21/08/2012/Fonte : Diário Económico)

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Actividade económica melhora pela primeira vez em dois anos

A actividade económica inverteu ligeiramente em Junho a tendência descendente que se registava desde setembro de 2010, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O indicador de atividade económica atingiu em maio um valor de -2,4%, uma décima mais acima dos -2,5% que se registaram no mês anterior. Desde Setembro de 2010 que o indicador de actividade mantinha um "acentuado perfil negativo", segundo o INE: todos os meses a variação era mais negativa que no anterior.

O indicador de actividade é calculado a partir de dados quantitativos (como por exemplo o consumo de energia, a oferta de emprego ou a produção da indústria transformadora).

O INE regista "diminuições da actividade económica na indústria, nos serviços e na construção e obras públicas". Tanto o Governo como a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) preveem que este ano a economia portuguesa vá encolher 3%.

Em todos os trimestres deste ano a economia deverá reduzir-se, embora a contracção deva ser mais intensa na primeira metade do ano.
(20/08/2012/Fonte : Diário Económico)

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Furacão passou nos Açores com rajada de 170 km/h mas sem danos graves

Uma rajada de vento que ultrapassou 170 quilómetros por hora foi registada no Parque Eólico de Santa Maria, na sequência da passagem do furacão Gordon, que está a afastar-se do arquipélago dos Açores sem ter provocado danos significativos ou vítimas pessoais nas ilhas de S. Miguel e Santa Maria.

Uma rajada de vento que ultrapassou 170 quilómetros por hora foi registada, esta segunda-feira de madrugada, no Parque Eólico de Santa Maria, na sequência da passagem do furacão Gordon.

Em Santa Maria, a previsão indicava que o furacão faria sentir os seus efeitos máximos cerca das 03.00 horas (04.00 horas em Portugal continental), hora a que a ilha seria atingida por "ventos extraordinariamente fortes e chuva muito intensa", segundo indicou Pedro Carvalho, presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.

No mar, a ondulação também foi muito forte, com as vagas a passarem o muro de proteção do Porto de Vila do Porto.

Apesar destas condições meteorológicas, a Proteção Civil registou apenas "cinco ocorrências", todas de pequena dimensão, principalmente inundações e destelhamentos de casas, não havendo registo de vítimas. "É menos do que se esperava", admitiu Pedro Carvalho.

Em S. Miguel, os principais efeitos do furacão eram esperados cerca das 06.00 horas (07.00 horas em Portugal continental). No entanto, o furacão Gordon começou a afastar-se do arquipélago dos Açores.

"Ainda vamos ter um incremento do vento e da ondulação na próxima hora, mas o Gordon está a enfraquecer e a afastar-se dos Açores", afirmou Pedro Carvalho. O "balanço, até agora, é positivo", "as pessoas encararam os avisos com seriedade" e o dispositivo montado pela Proteção Civil "cumpriu o seu papel", sublinhou.

O presidente da Proteção Civil dos Açores referiu que não foi registado até agora nenhum incidente significativo em S. Miguel, destacando a falta de energia que ocorreu durante algum tempo nas Furnas e em Vila Franca do Campo.

A Proteção Civil registou ainda uma queda de árvore e pequenas inundações, que não provocaram problemas dignos de referência.

No terreno estão 860 operacionais da administração regional e da Proteção Civil, divididas entre S. Miguel e Santa Maria.

Carlos César, presidente do governo regional dos Açores, elogiou a "resposta muito eficaz" que foi dada pela Proteção Civil, frisando que "houve um grande trabalho de prevenção, de que estamos agora a ver os resultados".(20/08/2012/Fonte : Jornal de Notícias)

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Empresas sofrem calote do Estado de 5 mil milhões

Se o Estado pagasse as faturas em atraso, a indústria, o comércio e a hotelaria podiam saldar o malparado e sobravam 2 mil milhões, tanto quanto os subsídios cortados aos reformados e aos funcionários públicos.

As faturas vencidas há mais de 90 dias somam cinco mil milhões, valor da dívida em atraso do Estado a fornecedores. Se as pagasse, as empresas podiam saldar mais de metade crédito malparado à Banca. Os números referem-se só aos atrasos superiores a 90 dias, não soma as faturas com menor atraso, apesar de o Estado ele próprio cobrar coimas e juros de mora quando um contribuinte se atrasa um dia que seja.(16/08/2012/Fonte : Jornal de Notícias)

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