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02/12

Pobreza: CAIS com maior número de pedidos de ajuda de sempre

Durante o ano de 2011, o número de pedidos de ajuda feitos à CAIS foi o mais elevado de sempre, com um aumento de 6 por cento face a 2010, com a organização a acompanhar um total de 320 utentes.

Em comunicado, a CAIS revela que, durante o ano passado, o número de pedidos de ajuda foi "o mais elevado de sempre", tendo havido "um crescimento de cerca de 6 por cento no número de utentes acompanhados pela CAIS face a 2010".

"Com uma capacidade oficial de seguimento de 50 pessoas, atribuídas pela Segurança Social, a CAIS voltou a superar largamente este número ao acompanhar um total de 320 utentes entre os Centros de Lisboa e do Porto, dos quais 39 foram integrados profissionalmente com sucesso e novamente na vida activa", lê-se no comunicado.

De acordo com a organização, estes números "reflectem o crescente risco de empobrecimento e exclusão social da população portuguesa". Comparando como ano de 2010, a associação aumentou em mais de 15 por cento o número de refeições servidas no Centro de Lisboa, num total de 5250 refeições.

A CAIS adianta que a grande maioria dos seus utentes está em idade activa e que são sobretudo cidadãos de nacionalidade portuguesa (32 por cento) e do sexo masculino.

"Em 2011, 85 pessoas chegaram à associação por iniciativa própria e desprovidos de qualquer acompanhamento social", aponta.

Por outro lado, sublinha também que os "portugueses estão mais solidários", tendo em conta que o número de professores voluntários aumentou 80 por cento.

Paralelamente à Revista CAIS, a associação salienta que o programa ‘Capacitar Hoje’ é outro dos seus projectos mais emblemáticos, tendo apoiado 75 pessoas.

A CAIS foi fundada em 1994 e é uma associação de solidariedade social sem fins lucrativos, cuja missão é apoiar e recuperar a autonomia de pessoas em situação de pobreza extrema e exclusão social.
(28.02.12/Fonte : Correio da Manhã)

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Turistas estão a gastar mais dinheiro em Portugal

Moçambique, Angola e Brasil foram os países que mais cresceram nos gastos feitos no final do ano passado.

Os turistas estão a gastar mais dinheiro em Portugal, com os estrangeiros oriundos de países que partilham a língua portuguesa a serem os que mais aumentaram os gastos enquanto estiveram no País. Os franceses continuam a ser os que mais gastam, em termos globais.(27.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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Seca atinge 75% do território português

Três quartos do país com problemas, mas com albufeiras a 70% da sua capacidade de armazenamento.

A seca atinge 75 por cento território nacional mas os índices das albufeiras, nesta época do ano, são semelhantes aos anos anteriores com perto de dois terços da sua capacidade de armazenamento de água.

O Instituto Nacional da Água (Inag) e o Instituto de Meteorologia diferem na análise do território nacional: "Tomando como base as albufeiras de volume significativo, Portugal Continental tem cerca de 11 km3 de capacidade de armazenamento de água, da qual cerca de 70% se encontra preenchida", disse à Lusa Rui Rodrigues, do Sistema de Nacional de informação de Recursos Hídricos (SNIRH).

Já segundo o Instituto de Meteorologia, a seca do território nacional agravou-se nos últimos meses já que o inverno tem sido pouco chuvoso. De acordo com o incide de seca meteorológica, 70% do território está em seca severa e 5% em seca extrema.

Uma situação que se pode agravar as previsões para os próximos dias que não indicam qualquer precipitação. No entanto, para Rui Rodrigues, os valores de armazenamento das albufeiras Valores "correspondem praticamente à média esperada em fevereiro, ainda que a sua distribuição espacial não seja uniforme", pelo que o volume de água armazenada "não configura, para já, uma situação de seca".

Os dados recolhidos pelo SNIRH (organismo na dependência do Inag), em relação ao armazenamento de água nas principais albufeiras do país, apontam, no mês de Janeiro deste ano, para um aumento do volume [em cinco bacias hidrográficas e uma descida em sete, comparativamente aos volumes registados no mês anterior.

As bacias do Ave, no Norte do País, do Tejo, no Centro e do Sado e Guadiana, no Sul, apresentam volumes de água considerados pelo SNIRH "dento da média", enquanto que as do Mondego e Oeste, no Centro do País, e do Mira e Barlavento Algarvio, no Sul, registam valores acima da média.

"Abaixo da média está a generalidade dos armazenamentos no Norte do país, ainda que essa situação de menor armazenamento já tenha ocorrido mais quatro vezes nos últimos 10 anos", sustenta o mesmo responsável, afastando hipotéticos cenários de problemas de abastecimento de água às populações.

Já no que respeita à falta de água para aproveitamento agrícola, Rui Rodrigues admite que "existem pequenas barragens que estão a abaixo dos níveis de água desejados, ou mesmo vazias, devido à falta de chuva", situação que tenderá a normalizar se verificar alguma precipitação nos próximo tempos".

Ainda assim é no sul do país, na Bacia do Arade que se registam os menores valores de armazenamento de água (32.2%), situação que "tenderá subir com a entrada em funcionamento da barragem de Odelouca", a terceira do sistema que comporta ainda as barragens de Funcho e Arade.

Os dados divulgados pelo SNIRH resultam da monitorização de 56 albufeiras, das quais 17 apresentam, segundo o mesmo organismo, " disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total" e apenas quatro "têm disponibilidades inferiores a 40% do volume total".

Os armazenamentos de Janeiro de 2012, por bacia hidrográfica, "apresentam-se inferiores às médias de armazenamento dos meses de janeiro de 1990/91 e de 2010/11", com exceção para as bacias do Mondego, Ribeiras do Oeste, Sado, Mira e Ribeiras do Algarve, onde foi registada uma subida.
(27.02.12/Fonte : Diário Económico)

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Empresa de Torres Novas lança produto inovador : Fruta chega em barra

Criar produtos novos e diferenciadores, a partir de frutas e legumes frescos, é a aposta da Nutrigreen, em Torres Novas, que está a preparar o lançamento de barras de fruta de vários sabores.

As barras têm entre 30 a 40 calorias e são feitas apenas com fruta e sem açúcar adicionado. No mercado já estão sumos naturais e a curto prazo surgirão os purés.

"Dirigimos todas as nossas forças para o desenvolvimento e investigação de produtos novos e diferenciadores", diz Lídia Santos, administradora da Nutrigreen, adiantando que as barras de fruta estarão disponíveis em quatro sabores, no mercado nacional e estrangeiro, nas lojas e máquinas de venda automática, dentro de dois meses. O preço de referência, 80 cêntimos, é inferior ao das barras de chocolate.

A Nutrigreen trabalha apenas a fruta em bom estado e rejeita a polpa. A banana, por exemplo, é descascada manualmente. "Não trabalhamos com fruta podre, porque não conseguimos ‘mascarar’ isso na produção".

Os legumes lavados e embalados, para salada ou sopa, são outra das apostas, a par das refeições prontas a comer a um preço a acessível. Custam menos de três euros e levam salada, molhos, carne ou peixe, fruta e talher.

A empresa proporciona formação regular aos 125 trabalhadores, a maior parte dos quais são licenciados, sobretudo em engenharia.

PRÉMIO
A originalidade das barras de fruta valeu à Nutrigreen a distinção com o prémio internacional ‘Top Inovation’, que premeia os melhores produtos novos ao nível da inovação.

SOPAS E SALADAS
Os legumes embalados para sopas e saladas estão no mercado nacional e europeu. A produção anual é de cinco a oito milhões de embalagens de 120 a 170 gramas.
(24.01.12/Fonte : Correio da Manhã)

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Estado, empresas e famílias têm de saldar 87 mil milhões de dividas só este ano

Dos 715 mil milhões de dívida contabilizados pelo Banco de Portugal, 12% chega à maturidade até Dezembro de 2012. É o equivalente a 50% do PIB, numa economia em profunda recessão

Até ao final do ano as empresas, famílias e organismos públicos portugueses terão de refinanciar ou extinguir quase 87 mil milhões de euros de dívidas que vencerão até Dezembro de 2012. Este é um valor equivalente a cerca de 50% do PIB e representa 12% do total de endividamento nacional, excluindo o sector financeiro.(22.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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Portugal entre os melhores países para investir em segunda habitação

Portugal é o terceiro melhor país do mundo para investir numa segunda habitação, de acordo com a escolha dos leitores da revista britânica de imobiliário "A Place in the Sun".

Na sua última edição a revista britânica "A Place in the Sun", especialista no setor imobiliário, destaca o "top ten" de países a nível mundial para investir na compra de uma casa, segundo os seus leitores.

A liderar o ranking está a Espanha, logo seguida pela França e Portugal, à frente da Itália (4º lugar), Estados Unidos (5º), Turquia (6º), Grécia (7º), Chipre (8º), Caraíbas (9º) e Malta (10º).

Os motivos apontados pelos ingleses são, entre outros, a existência de lugares idílicos no país, o sol, a praia, os campos de golfe e os preços atractivos das habitações nacionais.

Como regiões mais aprazíveis para uma segunda habitação a revista destaca o Algarve, em particular a zona costeira que vai de Faro a Lagos, o Alentejo (Costa Azul) e o Litoral Centro (Costa da Prata).
(20.02.12/Fonte : Diário Económico)

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Lisboa: "Maior incubadora de empresas da Europa" vai começar a funcionar a partir de Maio

A "maior incubadora de empresas da Europa", que vai receber quase 200 novos projectos, vai arrancar em Maio. As candidaturas tem início a partir da próxima semana.

Depois de obras de requalificação, um total de 42 escritórios de rua do empreendimento da EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa) de Entrecampos - junto à Avenida das Forças Armadas - vão poder 'incubar' até 198 novos projetos de pequenos empreendedores. "Não é uma incubadora especializada. Vamos incubar projetos de base tecnológica, comercial, industrial, de serviços... e está aberta a todo o mundo universitário do país e não tem um limite de idade. A partir de maio basta aos empreendedores trazerem um computador, uma ideia e pelo menos 200 euros para o primeiro mês e começar a trabalhar", disse Luís Bento, administrador da EPUL, aos jornalistas depois da assinatura do protocolo entre as diferentes entidades que vão gerir o espaço.

Os empreendedores vão ter de pagar "mensalmente um valor que não deverá exceder os 200 euros" (inclui serviços de apoio como secretariado, vigilância e limpeza), um investimento, considerou o responsável da EPUL, "muito pequeno que pode abrir as portas a jovens e menos jovens que queiram empreender aqui os seus negócios".

Estes projectos vão poder estar em 'incubação' durante um máximo de 12 meses, período que pode alcançar os 18 depois de um pedido de prorrogação do contrato que terá de ser analisado. "Ao fim de 18 meses vão ter de sair da incubadora, mas dispõem na coroa exterior [do empreendimento da EPUL] de espaços que podem ocupar já com as suas empresas e iniciar a sua atividade sem saírem desta zona, mas pagando já uma renda comercial", afirmou o administrador.

Luís Bento acredita que esta incubadora de empresa de Entrecampos poderá vir a ser "a maior" mas também a "melhor" da Europa, uma vez que o espaço tem também como objectivo "garantir taxas de sucesso superiores a 90%" dos projetos. "Há o chamado 'vale da morte' dos projetos de incubação. Há o entusiasmo inicial e passados três, quatro meses começam as dificuldades e há uma quebra muito grande nessa fase. Por isso vamos ter aqui um acompanhamento de 'coaching' (treino) e 'mentoring' (tutoria) dos projetos", afirmou. P

ara o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, esta incubadora de empresas é uma "resposta positiva" às "más notícias" de desemprego e recessão. Lembrando a procura da Start-Up Lisboa, uma incubadora de pequenas empresas que abriu há cerca de duas semanas na Baixa lisboeta, António Costa afirmou que "há indiscutivelmente um enorme potencial acumulado que espera oportunidade para se concretizar em empresas e emprego" e que é isso que a cidade - e o país - tem de saber aproveitar. "Temos finalmente uma geração extraordinária, com níveis de qualificação únicos e temos de ser capazes de aproveitar isso. Ninguém podia compreender no futuro, olhando para esta época, como é que um país com uma geração tão qualificada não foi capaz de a aproveitar. Temos de criar condições para aproveitar", afirmou o autarca socialista.

Segundo a Luís Bento, as candidaturas para a integrar esta incubadora tem início a partir da próxima semana.
(17.02.12/Fonte : Diário Económico)

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Poupança das famílias já está abaixo da média histórica

Famílias têm cada vez mais dificuldades em poupar
As sucessivas dietas de austeridade e o desemprego recorde estão a levar as famílias portuguesas a poupar menos ou mesmo a consumir as suas poupanças.

O indicador de poupança, elaborado pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) e pela Universidade Católica, atingiu em Janeiro os 93,1 pontos, o que compara com os 97,1 pontos registados em Dezembro.

Além disso, os números dos últimos meses foram revistos em baixa pela APFIPP e pela Católica e mostram que a poupança está em queda desde Novembro. Neste momento, o indicador está já ligeiramente abaixo da sua média histórica, que é de 95 pontos. De acordo com a APFIPP e a Universidade Católica, “as expectativas de desemprego, registadas no inquérito às famílias da Comissão Europeia e corrigidas da sazonalidade, desceram ligeiramente em Janeiro, apesar de se manterem em níveis muito elevados.” Além disso, “a diminuição das expectativas de desemprego pode reduzir a necessidade de poupança das famílias por motivo de precaução.”

Desde Maio do ano passado que o indicador da poupança tinha vindo a subir, mostrando que, numa altura de austeridade e desemprego elevado, as famílias tentam poupar mais. Contudo, desde Novembro, os números deram sinais da tendência contrária. No mês passado, a APFIPP e a Católica escreviam que o aumento da poupança teria chegado ao fim e, neste momento, voltou a descer abaixo da média histórica. Esta tendência reflecte o impacto das novas medidas de austeridade, como a eliminação dos subsídios de férias e de natal para funcionários públicos e pensionistas, a eliminação de várias deduções no IRS e o agravamento das taxas do IVA, devido à transição de determinados produtos das taxas reduzida e intermédias para a taxa normal. Isto irá reduzir ainda mais o rendimento disponível das famílias e pode mesmo inviabilizar a sua capacidade de poupar.

O índice elaborado pela APFIPP e pela Universidade Católica remonta ao último trimestre de 2000, onde assume o valor de 100, equivalente a uma taxa de poupança de 8% do PIB. Cada 12,5 pontos do indicador representa cerca de 1% do PIB.(15.02.12/Fonte : Público)

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Inapa investe forte em França

A Inapa acaba de anunciar a aquisição, por 2,475 milhões de euros, da fabricante de embalagens Semaq, no âmbito da sua estratégia de desenvolvimento de negócios complementares ao papel, duplicando as vendas em França.

Segundo noticiou a Lusa, antes desta aquisição, os negócios complementares representavam 13% dos resultados operacionais (EBIT) do grupo. "Esta aquisição constitui mais um passo na consecução dos objetivos estratégicos definidos para este triénio", sustenta o presidente do conselho de administração, José Félix Morgado. Acrescentando ainda que "a Semaq - com forte implantação no sul e oeste de França - vem consolidar a grande aposta em mercados com perspetivas de crescimento económico e, simultaneamente, em negócios com potencial de desenvolvimento a curto e médio prazo, como é o caso da embalagem em França". Quanto ao mercado francês em concreto, o responsável considera que permitirá "alargar a cobertura nacional, diversificar a carteira de produtos e entrar em novos segmentos de clientes".

Com sede em Bordéus e delegações em Paris, Lyon, Bézier e Ploermel, a Semaq faturou 10,9 milhões de euros em 2011 e obteve um EBIT de 400 mil euros.

A empresa centra a sua atividade nas indústrias agro-alimentar, química e vinícola, colocando no mercado produtos para a embalagem e transporte de líquidos, desde recipientes de plástico e metal a caixas de cartão e paletes de plástico para armazenagem e transporte.
(14.02.12/Fonte : OJE)

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Sobreiro, símbolo nacional

Agora está o processo concluído. Com a publicação em Diário da República da resolução do Parlamento, o sobreiro torna-se em definitivo símbolo nacional.

O sobreiro passou não apenas a ser uma espécie protegida, como se tornou, agora, símbolo nacional. A aprovação desta resolução já tinha acontecido em Dezembro, mas só agora foi publicada no diário oficial, embora com data referente ao último mês do ano passado.

"A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, instituir o sobreiro como árvore nacional de Portugal", lê-se na resolução que nada mais diz. Mas é o suficiente para se perceber que o sobreiro passa a ser a árvore nacional e símbolo de Portugal.

O sobreiro ocupa 21% da área de floresta em Portugal que, por sua vez, ocupa 38% do território do continente. Ou seja, a área de sobro cobre 712 mil hectares.

A importância do sobreiro traduz-se, ainda, em relevância económica, já que a cortiça e produtos derivados são das principais exportações nacionais. No ano passado foram exportados 806 milhões de euros de cortiça e suas obras, segundo indicadores divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatísticas.

O sobreiro é uma árvore protegida desde 2001 e agora passa, também, a ser símbolo nacional.
(10.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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2011 foi o segundo melhor ano para sapatos portugueses

A indústria de calçado teve em 2011 o seu segundo melhor ano de sempre, exportando 1560 milhões de euros, um aumento de 16% face ao ano anterior. Mas há um pormenor a ter em conta.

O recorde de exportações foi obtido em 2001, com 1590 milhões de euros, mas nessa altura as multinacionais, como a Ecco, a Rhode e a Clarks, por exemplo, ainda estavam em Portugal.

A performance de 2011 tem, por isso, um sabor especial, na medida em que foi obtida "pelas empresas de capital exclusivamente português", refere a associação do calçado, a APICCAPS.
(10.02.12/Fonte : Diário de Notícias)

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INOVAÇÃO Portuguesa: Meo lança rede social na televisão

O Meo Kanal de Comunicação é uma "rede social na televisão". Para Zeinal Bava, o lançamento deste canal é uma "revolução equivalente à que anunciámos em 2008", data em que o Meo foi lançado.
A nova aposta do Meo, o Meo Kanal de Comunicação, permite “produzir, editar e partilhar conteúdos multimédia na televisão”. Este novo canal do Meo, apresentado por Zeinal Bava, presidente da Portugal Telecom (PT) tem por objectivo que cada cliente possa criar a sua “rede social na televisão”.

Para o responsável esta “rede social na televisão vai ter sucesso” e “vai permitir que todos os clientes do Meo possam ter o seu canal”.

Estes canais, criados pelos clientes, “vão poder ser privados ou públicos”, esclareceu o presidente da PT, acrescentando que “podemos querer ter um canal para partilhar com família e amigos”. Os canais privados têm códigos de segurança para que apenas um leque de pessoas possa aceder aos conteúdos, já no caso de os canais públicos, qualquer cliente pode aceder aos conteúdos. “A escolha é do cliente”, frisou Zeinal Bava. Assim, fotografias e vídeos podem ser vistos pela família e amigos, no caso do canal ser privados e por todos os clientes da Meo caso seja um canal público.

Zeinal Bava sustentou ainda que o lançamento deste canal representa “uma revolução equivalente à que anunciamos em 2008”, ano em que a PT lançou a Meo.

O responsável disse ainda que “a partir deste momento todos [famílias e amigos] têm vantagens em estar no ecossistema do Meo”, uma vez que estes canais permitem a “partilha de conteúdos com família e amigos”.

“O botão verde e amarelo eram dois botões que não tinham nenhuma função” sustentou. O Meo Kanal de Comunicação fica alojado no botão verde que “é o que dá acesso ao vosso canal”. “Voltamos a dar o comando aos clientes do Meo”, acrescentou.

Ainda assim, e dada a existência de várias redes sociais na Internet, e quando questionado se este canal pode ser concorrente do Facebook, Zeinal Bava sublinhou “não temos a ambição de sermos concorrentes do Facebook”.
(09.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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Um quarto da população portuguesa em risco de pobreza

O risco de pobreza ou exclusão social atingiu em 2010 25,3% dos portugueses, um número superior à média europeia, que é de 23,4%, indicam dados hoje divulgados pelo Eurostat.

De acordo com os números do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), há cerca de 115 milhões cidadãos europeus em risco de pobreza: perto de um em cada quatro.

Bulgária (42%), Roménia (41%) e Letónia (38%) são os países mais problemáticos a este nível. República Checa (14%), Suécia e Holanda (ambos com 15%) eram em 2010 os melhor cotados neste indicador divulgado hoje em Bruxelas.

Portugal, diz o Eurostat, viu a percentagem de pessoas em risco passar de 24,9% para 25,3% de 2009 para 2010.
(08.02.12/Fonte : Diário de Notícias)

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Mais de 34 mil famílias deixaram em 2011 de pagar os empréstimos à banca

Só no ano passado, mais de 34 mil famílias deixaram de pagar as suas dívidas à banca. O número total de famílias nesta situação sobe para 670 mil, às quais acrescem 58 mil empresas.
Ao longo do ano passado 34.673 famílias portuguesas deixaram de pagar os seus empréstimos à banca, o que eleva para 670 mil o número de agregados nesta situação.

De acordo com os dados da Central de Responsabilidade de Crédito do Banco de Portugal, hoje divulgados pelos jornais Público e Diário Económico, o problema também afecta o crédito à habitação, que é geralmente aquele que as famílias mais protegem. No ano passado surgiram 12.280 novos casos, o que representa um aumento de 450% face ao ano anterior. Cada uma destas famílias deve, em média, 17.000 euros ao banco.

No crédito ao consumo, há 610,7 mil portugueses que falham empréstimos médios de 5.246 euros.

As famílias não são as únicas em incumprimento. No ano passado, cerca de 9 mil empresas deixaram de pagar ao banco, o que aumenta para cerca de 58 mil o número de empresas em incumprimento.
(07.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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CPLP inaugura nova sede em Lisboa

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) inaugura hoje, em Lisboa, a sua nova sede, que passa a funcionar no Palácio Conde de Penafiel, situado numa encosta do Castelo de São Jorge.

O ato, que se insere na semana comemorativa dos 15 anos da instituição - criada a 17 de julho de 1996 - incluirá uma sessão solene, em que usarão da palavra o chefe de Estado português, Aníbal Cavaco Silva, o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, e o vice-presidente de Angola, Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nandó), país que detém a presidência da comunidade.

Durante a cerimónia, a que também assistem o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, e os antigos presidentes Pedro Pires e António Mascarenhas Monteiro (de Cabo Verde), Joaquim Chissano (Moçambique) e Jorge Sampaio (Portugal), será cortada a fita inaugural e descerrada uma placa de inauguração.

Para a parte da tarde está prevista, já na nova sede, um conselho de ministros extraordinário com os chefes da diplomacia dos "Oito" que, segundo fonte da organização, tem como temas a debater a segurança alimentar, cooperação económica, situação na Guiné-Bissau e a questão da adesão da Guiné Equatorial à CPLP.

Na terça-feira e ainda no âmbito desta semana comemorativa, decorre num hotel da capital um colóquio subordinado ao tema "CPLP - Uma Oportunidade Histórica" que será aberto por Simões Pereira e encerrado por Fernando Dias dos Santos.

No debate, moderado por Jaime Gama, ex-presidente da Assembleia da República portuguesa, participam os ex-chefes de Estado Joaquim Chissano, Jorge Sampaio, Mário Soares e Pedro Pires.

A semana encerra com um jantar de gala no Casino do Estoril, com animação musical de artistas da CPLP e a entrega de prémios e placas comemorativas dos 15 anos da Instituição.

À margem da semana comemorativa, decorre na terça e quarta-feira, na nova sede da CPLP, a XXIV reunião ordinária de pontos focais de cooperação.
(06.02.12/Fonte : OJE)

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Desportivo eléctrico português já tem ofertas para produção em série

O nome até pode enganar, mas o Veeco RT é o primeiro carro desportivo eléctrico completamente desenvolvido em Portugal. Veja como é o desportivo.
Com o protótipo terminado, a VE, empresa de veículos eléctricos que conjuntamente com o ISEL desenvolveu a investigação, espera ter o automóvel nas estradas em 2013. Os "motores" estão colocados na exportação, e já há contratos celebrados para a venda em Espanha.
(06.02.12/Fonte : Jornal de Negócios)

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Minho está à beira do colapso

Conta hoje o Jornal de Notícias que acontecem mais de duas falências por dia na região. Se o Estado não pagar o que deve às construtoras vai haver um cataclismo social, avisou António Marques, presidente da AIMinho.

No Minho 20 a 30 por cento do PIB gerado na região depende da construção civil. E o que acontece, diz o Jornal de Noticias, é que fecham duas empresas por dia em Braga e em Viana do Castelo.

A Associação Industrial do Minho antevê um "cataclismo social", caso o Estado não liquide, nos próximos três meses, as dívidas que tem às empresas de construção civil.

60 por cento dos activos das construtoras são dívidas de clientes e promessas de pagamentos.
(03.02.12/Fonte : Diário de Notícias)

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Comércio chinês com países de língua portuguesa aumentou 28% em 2011

As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 28,2% no ano passado face a 2010 para 117,2 mil milhões de dólares (89,2 mil milhões de euros), indicam os dados da alfândega chinesa.

Estatísticas hoje divulgadas pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum Macau revelam que a segunda economia mundial comprou, nos 12 meses de 2011, aos oito países lusófonos produtos no valor de 78,9 mil milhões de dólares (60,1 mil milhões de euros), mais 27,6% do que no ano anterior.

Por outro lado, a China exportou para a lusofonia produtos no valor de 38,2 mil milhões de dólares (29 mil milhões de euros), o que representa um aumento de 29,4% em relação a 2010.

O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com um volume de trocas comerciais de 84,5 mil milhões de dólares (64,3 mil milhões de euros), mais 35,2% do que em 2010.

As exportações brasileiras ascenderam a 52,64 mil milhões de dólares (40 mil milhões de euros), enquanto as compras à China totalizaram 31,85 mil milhões de dólares (24,2 mil milhões de euros), mais 38,4% e 30,2%, respetivamente, do que em 2010.

Já com Angola, o segundo parceiro chinês no mundo lusófono, as trocas comerciais aumentaram 11,5% no ano passado para 27,67 mil milhões de dólares (21 mil milhões de euros), com vendas à China de 24,88 mil milhões de dólares (19 mil milhões de euros), mais 9,12%, e compras de 2,78 mil milhões de dólares (2,1 mil milhões de euros), mais 38,82% face a 2010.
(02.02.12/Fonte : OJE)

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