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Novos sítios nas nossas rubricas

-ACRAL - Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve

-APMRA- Associação Portuguesa de Marketing Rural e Agronegócio

-APPPFN - Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais

-CNER - fédération des agences de développement économique

-"Fashion from Portugal" : Portal dedicado à promoção e informação da moda portuguesa.

-"Jornal-T" : Jornal do sector têxtil (ATP)

-
Associação Selectiva Moda

-
Associação Home from Portugal -  têxteis-lar

--
ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal

-FranceAgriMer, établissement national des produits de l’agriculture et de la mer

-AIPI - Associação dos Industriais Portugueses de Iluminação

-APF - Associação Portuguesa de Franchising

-APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares

-FIMET - Associação Nacional para Recuperação, Gestão e Valorização de Resíduos de Embalagens Metálicas

-"Futebol Clube Portugal Amsterdam" : Clube de futebol luso em Amesterdão (Sítio em holandês)

-APROLEP - Associação dos Produtores de Leite de Portugal

-APESF - Associação Portuguesa das Empresas do Sector Fotovoltaico

-"ALMA LUSA - Associação Cultural Portuguesa" :  Associação de portugueses de Rennes (na Bretanha).

-"ACPPN - Association Culturelle Populaire Portugal Nouveau" : Associação do clube de foutebol "Portugal Nouveau" de Colombes na região parisiense.

-INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica

-"Qwant" : Motor de pesquisa

Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/um_em_cada_cinco_trabalhadores_recebia_salario_minimo_em_2014.html
 
Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/um_em_cada_cinco_trabalhadores_recebia_salario_minimo_em_2014.html
 
Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Empresas defendem o têxtil 'Made in Portugal' em Paris Secretário de Estado da Internacionalização louvou o trabalho português. Cinquenta e oito empresas e entidades portuguesas estão presentes na Feira Première Vision, na região de Paris, uma feira para profissionais de moda, que decorre entre esta terça-feira e quinta-feira no Parque de Exposições Paris Nord Villepinte. Dos tecidos, aos fios e acessórios, passando pelas malhas, couros e o vestuário, os produtos 'Made in Portugal" não faltam. Esta é "uma das feiras incontornáveis" do setor, de acordo com Paulo Vaz, diretor-geral da Associação Têxtil de Vestuário de Portugal (ATP), que apoia 24 empresas através da Associação Seletiva Moda, o "braço armado para a internacionalização" da ATP no âmbito do projeto "From Portugal". Paulo Vaz destacou que "em termos coletivos, o setor vive um momento particularmente feliz e mais distendido", justificando que "desde há quatro anos" há um "crescimento sustentado das exportações". O diretor-geral da ATP sublinhou que o setor está a chegar a este recorde "com metade das empresas e metade dos trabalhadores" de então, o que mostra uma mudança de "drives" [vetores] de um "setor que está hoje alicerçado em empresas focadas no valor acrescentado, na inovação tecnológica, no serviço, nas coleções, na criatividade porque é a única maneira de fazer a diferença e escapar à concorrência que é o preço". Governo louva mérito de empresas têxteis portuguesas O secretário de Estado da Internacionalização, Jorge Oliveira, louvou esta terça-feira, em Paris, o trabalho das empresas portuguesas que "sobreviveram" à crise no setor têxtil, mas considerou que esta ainda "não está ultrapassada". "Acho que hoje, embora a crise não esteja ultrapassada, as perspetivas em relação a este setor são claramente melhores do que eram há dois anos e muito melhores do que eram há quatro ou seis", disse à Lusa Jorge Oliveira durante a visita às empresas portuguesas presentes na feira Première Vision. Jorge Oliveira reconheceu que "hoje, as empresas portuguesas neste setor devem ser cerca de metade das que existiam há oito anos", mas salientou que os valores das exportações estão "muito perto dos cinco mil milhões, ou seja, do pico que alguma vez houve neste setor", o que significa "não apenas recuperação, mas que cada empresa está a vender produto com mais valor". Questionado sobre o contributo e intenções do executivo no apoio às empresas do setor, Jorge Oliveira afirmou que "hoje em dia, como é sabido, não existem muitas verbas públicas para efeitos de financiamento das empresas", lembrando que "o Governo tem vindo a estudar formas de recapitalizar empresas e injetar dinheiro nessas empresas". "Por outro lado, temos estado atentos a que as verbas disponíveis, que em bom rigor são os fundos comunitários que existem, seja ao nível dos fundos de coesão seja ao nível dos fundos regionais, possam ser utilizadas de forma mais racional e chegando tão breve quanto possível à economia", acrescentou Jorge Oliveira. Esta manhã, o secretário de Estado foi recebido na Câmara Municipal de Paris, onde reuniu com eleitos de origem portuguesa e com empresários da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, encontro no qual foi debatida a criação de redes para a internacionalização da economia portuguesa.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/empresas_defendem_o_textil_made_in_portugal_em_paris.html
 
Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/trabalho_perde_peso_na_riqueza_gerada.html
 
Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Eurofestival faz disparar procura de casas em Lisboa

O total de hóspedes na capital portuguesa durante a semana do festival deverá ser 83% superior aos valores registados no mesmo período de 2017.

De acordo com uma análise do Airbnb, o festival da Eurovisão colocou Portugal entre as principais tendências de viagens. A plataforma avança que, durante a semana do festival, “os anfitriões de Lisboa receberão nas suas casas quase 54 mil visitantes de mais de 109 países, originários de mais de 4 300 cidades diferentes, cobrindo os cinco continentes. Tal número representa um aumento de 83% em comparação com os hóspedes que visitaram Lisboa através da plataforma durante a mesma semana de 2017”.

A análise indica ainda que a reserva típica para estes dias inclui 2/3 hóspedes que ficarão por seis noites a pagar uma tarifa média de 65 euros por noite. 

“O papel da Airbnb durante grandes eventos como o do Eurofestival é cada vez mais importante, pois a plataforma permite que os anfitriões portugueses ganhem um pouco mais de dinheiro partilhando a sua casa e conhecimentos, beneficiando da chegada do turismo à sua cidade”, explica Arnaldo Muñoz, Country Manager da Airbnb Markerting Services em Portugal e Espanha.

Gastronomia, história e surf convencem

Embora a música seja o foco principal, a plataforma garante que as experiências mais reservadas estão relacionadas com comida e bebida. Destaque ainda para um jantar gourmet secreto, um passeio histórico por Lisboa e workshops de surf. (07/05/2018/Fonte : Jornal I)

Boeing conclui aquisição da brasileira Embraer. Como ficam as fábricas em Portugal?

Portugal e Marrocos passam a ser duas geografias de grande importância para o grande rival do grupo europeu Airbus. O negócio foi uma resposta à compra da canadiana Bombardier pela Airbus.

Enquanto a Airbus faz sofrer algumas das suas unidades industriais por causa dos cortes na produção dos modelos militares A400M e C295 e do superjumbo civil A380, a sua grande rival norte-americana, a Boeing, concluiu esta semana a compra dos negócios civis (jatos para aviação executiva e aviões de médio porte de passageiros) do grupo brasileiro Embraer. A operação, que está a ser negociada desde o início do ano, pretende responder à aquisição pela Airbus dos negócios civis da canadiana Bombardier.

No quadro destas movimentações, Portugal e Marrocos ganham revelo. A Embraer possui três fábricas em Portugal. A primeira é a Ogma, em Lisboa, onde o grupo brasileiro detém 65%, com o restante capital ainda em mãos estatais. A empresa faz estruturas aéreas e fornece serviços de manutenção para aviões civis, militares, motores e outros componentes.

As outras duas fábricas onde a Boeing assumirá o controlo são aquelas que a própria Embraer construiu há cinco anos em Évora. São fábricas de última geração que operam desde 2013 e no ano passado completaram uma modernização no valor de 63 milhões, dos quais 23 milhões eram fundos da União Europeia.

A Boeing tem outra frente de crescimento em Marrocos. Desde 2001, o grupo norte-americano tem sido o parceiro de referência do governo do país para o desenvolvimento do polo aeronáutico de Casablanca – onde se encontram também grandes grupos franceses como o Safran, o Stelia (subsidiária da Airbus) ou o Sagem, entre outros.

Segundo várias fontes, o governo marroquino está disposto a apoiar com até 2 mil milhões de dólares (cerca de 1,66 mil milhões de euros) uma unidade industrial que eventualmente a Boeing possa vir a decidir ali construir. O governo decidiu ainda colocar à disposição do grupo norte-americano mais 500 milhões de dólares (417 milhões de euros) para atrair novas empresas – possivelmente suas fornecedoras – para o polo de Casa Blanca.(03/05/2018/Fonte : Jornal Económico)

Clima favorável ajuda retoma do vinho português

Em ano de seca, Portugal aumentou produção em 10% e subiu as exportações. É o 9.º exportador mundial mas importa de Espanha

 Portugal recuperou a sua média anual de produção de vinho, com 6,7 milhões de hectolitros em 2017, e aumentou as exportações para os três milhões de hectolitros, a valerem 752 milhões de euros, o que mantém o país como o nono exportador mundial, de acordo com o relatório anual da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) apresentado esta semana. No fundo trata-se de uma recuperação, após um ano mau, a nível de produção e de exportações, com Angola a voltar a comprar vinho português em quantidade, sobretudo vinho não certificado (antes conhecidos como vinhos de mesa), segmento em que os preços baixaram. Para responder a esta procura, Portugal ainda recorre à importação de vinho, sobretudo de Espanha, para depois reexportar. Nos mercados de maior valor, com os vinhos DOC (Denominação de Origem Certificada) e Indicação Geográfica Protegida (IGP) houve subida nos preços.

O presidente da ViniPortugal aponta dois fatores para que tenha havido um aumento de produção em Portugal em contraciclo com o registado a nível global, em que segundo a OIV os 250 milhões de hectolitros de vinho produzidos em 2017 são um dos valores mais baixos de sempre. "No ano anterior tínhamos produzido menos que o habitual em Portugal e agora recuperamos para o que é a nossa média. Por outro lado, o ano foi bom em termos de clima, apesar da seca. Teve dias secos mas noites frescas, sem grandes incidentes climatológicos, como granizos, geadas ou chuvas. Itália, Espanha e França sofreram mais com o clima", disse ao DN Jorge Monteiro.

Desta forma, Portugal atingiu em 2017 os 6,7 milhões de hectolitros produzidos, "recuperando muito bem e entrando de novo na média nacional que tem sido de 6,6 milhões", aponta o responsável da ViniPortugal, a organização interprofissional do vinho de Portugal, que agrupa estruturas associativas e organizações de profissionais ligadas ao comércio, à produção, às cooperativas, aos destiladores, aos agricultores e às denominações de origem. Dos 6,7 milhões produzidos, três milhões foram a exportação, indica o relatório anual da OIV. De acordo com o documento da OIV, Portugal cresceu nas exportações em volume e em valor. "Os resultados estão em linha com o habitual. Estamos em crescimento e, a nível mundial, apesar de haver uma diminuição da produção, o consumo até subiu e está estável", disse ao DN Frederico Falcão, presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV).

Os preços do vinho português são contudo díspares. Jorge Monteiro alerta que "há várias formas de ler os preços", e aponta que há segmentos em consolidação, como são os casos dos DOC, como os vinhos verdes, do Douro e do Dão, e os IGP, sendo Setúbal um exemplo, a conseguirem crescimento de 1 e 2%. Isto, com dados já referentes a fevereiro de 2018, os últimos conhecidos. Os vinhos do Porto tiveram uma descida no preço médio mas "é circunstancial".

Os vinhos não certificados é que sofreram redução acentuada de preços. "Baixaram muito e isso tem que ver com o volume exportado para Angola." Após uma quebra brutal em 2016 motivada pela crise, o país africano é um dos principais importadores de vinho português, o nono na tabela geral, mas sobretudo destes vinhos não certificados, com 2017 a registar um aumento de 40%, segundo dados do Instituto do Vinho e da Vinha. O Brasil registou também um forte aumento, de 53%, mas aqui com muito maior valor (mais 60%) do que Angola.

O mercado dos vinhos não certificados origina que a produção em Portugal não consiga satisfazer a procura. "Portugal tem um défice crónico, a produção não é suficiente e importamos vinhos, sobretudo de Espanha, para satisfazer o consumo", diz Jorge Monteiro. Frederico Falcão admite que "importamos para reexportar", mas tal não afeta a reputação dos vinhos nacionais. "Estamos a falar de gama baixa mas em que os produtores sabem o que estão a comprar. Não vai desvirtuar a produção nacional", afirma o presidente do IVV.

Menos área de vinha

A OIV assinala também que Portugal regista uma redução da área vinícola, apesar de a produção aumentar. Jorge Monteiro desvaloriza estes indicadores. "De um modo geral são atualizações administrativas. Há uma tendência de redução de área, a maioria por abandono de terras por pequenos proprietários. E isso reflete-se. É como os cadernos eleitorais, quando se fazem atualizações." De 220 mil hectares, o território nacional regista agora 190 mil de área de produção vinícola.

A nível mundial, Portugal apresenta-se mesmo como "o país que por hectare menos vinho produz", o que é justificado por ter muita vinha de montanha, no Douro, e não existir prática de rega na vinha. Regiões como o Douro e o Alentejo são secas, com solos relativamente pobres, com clima quente, e isso reflete-se na quantidade de vinho por hectare. Mas, alerta Jorge Monteiro, a solução em Portugal não é a rega, indicada para produzir em volume como faz Espanha.

Em relação à redução da produção mundial de vinho, o presidente da ViniPortugal recorda que existiu uma reforma em 2006 a nível mundial que visou acabar com os excedentes crónicos. "Produz-se menos vinho em geral e Portugal acompanha essa tendência. Hoje a nível mundial há um maior equilíbrio entre oferta e procura."

A estratégia para o futuro é seguir o rumo já definido. "É ter paciência e manter a estratégia de procurar sempre padrões de qualidade elevados, com vinhos diferentes baseados nas castas autóctones", diz Jorge Monteiro, reconhecendo que no mercado dos vinhos licorosos é difícil crescer: "É uma tendência a nível mundial. Bebe-se menos mas de melhor qualidade."

Frederico Falcão alinha no mesmo cenário. "Crescemos no mercado interno e externo. Objetivo é manter este rumo e conseguir subir o preço médio", conclui o presidente do Instituto da Vinha e do Vinho.(29/04/2018/Fonte : Diário de Notícias)

Viseu troca funicular por autocarro sem condutor

Viriato é o autocarro autónomo que vai começar a circular em Viseu a partir do início de 2019. O sistema de condução será controlado por computador.

O sobe e desce pelas ruas de Viseu vai começar a mudar nos próximos meses. O funicular que liga o recinto da feira de S. Mateus à Sé será substituído por dois autocarros autónomos. O Viriato vai começar a circular no início de 2019 e foi apresentado esta quarta-feira na Smart Cities Summit, que decorre na FIL, em Lisboa.

Com capacidade para 24 passageiros, cada autocarro autónomo vai contar com um sistema de condução elétrico totalmente controlado por um computador e que vai ter de lidar com o trânsito automóvel e de pedestres.

O Viriato será um veículo bidirecional, ou seja, pode circular em ambas as direções sem ter de fazer inversão de marcha. Os dois autocarros vão funcionar em simultâneo: um sobe e outro desce pelas ruas de Viseu.

A nível técnico, o Viriato vai contar com sistemas de segurança na parte da frente e na parte de trás.

Viseu troca funicular por autocarro sem condutor Na parte da frente, cada Viriato vai contar com um laser para detetar possíveis obstáculos. Conforme a proximidade do objeto, o autocarro pode reduzir a velocidade ou mesmo parar. Há ainda um sistema de emergência [Bumpers] que pára imediatamente o Viriato se houver risco de colisão.

Na parte de trás, há um sistema de ultrassons, que medirá a distância dos obstáculos e que serão particularmente úteis nas estações de entrada e saída de passageiros.

Funicular de Viseu está em funcionamento desde 2009. A adaptação do autocarro às ruas de Viseu será feita com identificadores por radiofrequência, que vão indicar as zonas em que o Viriato poderá andar mais depressa ou mais devagar.

No interior do autocarro, os passageiros poderão saber várias informações sobre a viagem, como a posição do veículo e a estimativa de tempo de chegada ao destino.

Será ainda instalado um centro de controlo, com câmaras de videovigilância, que vão acompanhar as viagens do Viriato pelas ruas de Viseu.

Desenvolvimento em Coimbra

O Viriato vai começar a circular nas ruas de Viseu graças a uma parceria entre a Siemens e a Tula, empresa de Coimbra que detém a tecnologia e os direitos de comercialização do Move, o meio de transporte inovador de circulação de pessoas baseado num veículo elétrico sem condutor e controlado pelo computador.

As viagens de Viriato serão gratuitas, como acontece com o funicular. A manutenção deste serviço deverá custar 13 mil euros por mês à Câmara Municipal de Viseu, segundo a informação enviada às redações.(11/04/2018/Fonte : Dinheiro Vivo)

Auchan investe 90 milhões em Portugal e muda nome ao Jumbo

A Auchan Retail Portugal vai investir 90 milhões de euros no mercado português, valor que inclui a mudança da marca Jumbo para a Auchan.

"Já não tínhamos este valor de investimento há muitos anos", afirmou o diretor-geral, Pedro Cid, numa conferência de imprensa em Lisboa, onde anunciou que a marca Jumbo em Portugal vai dar lugar à marca Auchan.

O responsável salientou o valor do investimento para os próximos dois anos, quando comparado com os cerca de 60 milhões de euros investidos em 2017.

Deste total, Pedro Cid disse que entre "40 a 50 milhões de euros" são para "a mudança de marca e 'rebranding'", e os restantes 40 milhões de euros "para novas aberturas".(05/04/2018/Fonte : Jornal de Notícias)

Clima económico com maior crescimento desde Novembro

O indicador de confiança dos consumidores cresceu em Março depois de ter estabilizado em Fevereiro. Também o indicador de clima económico melhorou no presente mês após ter permanecido estável em Janeiro e Fevereiro.

Os dados divulgados esta terça-feira, 27 de Março, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que no presente mês o indicador de confiança dos consumidores aumentou, assim como cresceu também o clima económico. Os dois aumentos seguem-se depois de um e dois meses de estabilização, respectivamente.

A contribuir para o reforço da confiança dos consumidores estiveram as perspectivas positivas relativas à evolução da situação financeira do agregado familiar, da situação económica do país, da poupança e do desemprego. O relatório do INE destaca em especial o impacto das perspectivas referentes à poupança e ao desemprego. O indicador avançou 2 pontos em Março, o melhor ritmo desde Dezembro.

Também o indicador do clima económico aumentou em Março, com os contributos positivos no sector da construção e obras públicas. Já os indicadores de confiança verificados na indústria transformadora, comércio e serviços recuaram. O indicador do clima económico avançou 2,1%, o maior avanço desde Novembro (+2,1%) do ano passado.

A confiança na construção e obras públicas melhorou entre Janeiro e Março, o que configura uma inversão face às quebras verificadas nos últimos três meses do ano passado. A melhoria observada ao nível das perspectivas de emprego e opiniões sobre a carteira de encomendas justificou a subida.

Já na indústria transformadora registou-me mesmo uma inversão do ciclo ascendente de confiança iniciado em Junho de 2016, tendo-se verificado descidas nos três primeiros meses de 2018. A descida neste mês ficou a dever-se à deterioração do saldo das perspectivas de produção e das apreciações sobre a procura global.

O indicador da confiança do comércio recuou de forma ligeira ao longo dos últimos três meses, sendo que em Março observou-se "um contributo negativo de todas as componentes, perspectivas de actividade, opiniões sobre o volume de vendas e sobre o volume de stocks", pode ler-se no relatório do INE.

Quanto à confiança dos serviços, ao indicador medido pelo INE mostra diminuições em Fevereiro e Março, o que ficou a dever-se, principalmente no presente mês, das quebras das perspectivas acerca da evolução da carteira de encomendas e das opiniões sobre a actividade da empresa, ao passo que as perspectivas sobre a procura estabilizaram.(27/03/2018/Fonte : Jornal de Negócios)

Farfetch abre escritório em Braga com 150 vagas de emprego

A tecnológica está em processo de recrutamento para o quarto escritório que vai abrir em Portugal.

A Farfetch anunciou esta quinta-feira, 1 de Março, que vai abrir em Braga o quarto escritório da empresa em Portugal, que será um pólo de tecnologia que empregará 150 trabalhadores.

Em comunicado, a tecnológica diz que algumas das vagas já estão disponíveis no site da empresa dedicada ao recrutamento.  

"Estamos a criar um novo espaço que vem dar resposta à nossa estratégia e ao crescimento da equipa em Portugal. Braga é considerada uma das cidades mais jovens do país, dinâmica e inovadora, e reúne as condições certas para receber um novo pólo de tecnologia da Farfetch. Este novo escritório é também sinónimo da continuação da nossa aposta em Portugal e da importância do país no desenvolvimento da nossa operação", afirma Luís Teixeira, director-geral da Farfetch em Portugal.

A empresa luso-britânica de comércio electrónico de artigos de luxo está já presente em Guimarães, Porto e Lisboa e o seu CEO, José Neves, tinha dito o ano passado em entrevista ao Negócios que a empresa queria continuar a crescer no mercado português, perspectivando chegar ao final do ano com 1.400 trabalhadores em Portugal.

Cipriano Sousa, chief technology officer da Farfetch, refere no mesmo comunicado que "este novo hub permitirá um crescimento das equipas, essencialmente na área de tecnologia, trabalhando em rede e ligação directa com equipas de engenharia e produto, localizadas em vários escritórios em Portugal e no mundo, desde Londres até à China".

 Farfetch tem escritórios em 11 cidades e mais de 2.000 funcionários por todo o mundo, sendo a única empresa nacional que obteve o estatuto de unicórnio (que tem uma avaliação de mil milhões de dólares ou mais).

Já este ano a empresa assinou uma parceria com o grupo Chalhoub, que opera também no segmento de luxo no Médio Oriente, sendo que a imprensa especializada tem noticiado que a empresa liderada por José Neves vai entrar em bolsa, em Nova Iorque, em Setembro.

Cipriano Sousa acrescenta que como novo escritório em Braga "estamos a posicionar a Farfetch numa cidade que, acreditamos, tem muito potencial do ponto de vista de expertise em diferentes áreas", sendo uma "forte incubadora de talento, nas áreas de engenharia e ciências".  (01/03/2018/Fonte : Jornal de Negócios)

Mais de 80% das casas vendem-se em menos de seis meses

Barómetro da APEMIP relativo ao mês de dezembro, sublinha o crescimento do mercado residencial.

Mais de 80% dos imóveis transacionaram-se em menos de seis meses, “uma rapidez que confirma o bom momento do mercado”, revelam os dados divulgados no Barómetro Imobiliário da APEMIP (relativo ao mês de dezembro de 2017).

“É absolutamente fabuloso assistir a esta dinâmica, sobretudo quando comparada com aquela que existia há cerca de dois/três anos, em que os ativos em carteira levavam até dois anos a ser transacionados”, diz Luís Lima, presidente da APEMIP.

barómetro feito pelo Gabinete de Estudos da APEMIP, dá conta, também, das tendências do mercado nomeadamente no que diz respeito aos valores de venda de ativos. “Cerca de 55,6% das vendas foi de imóveis de preço até 175.000 euros, valores que, “espelham o grosso das vendas feitas no mercado doméstico”, salienta Luís Lima.

No que diz respeito às tipologias mais vendidas, mais de metade (61%) recaiu sobre os T1 e T2, seguindo-se os T3 no topo das preferências dos portugueses com 31% das transações efetuadas. “Este é um bom indicador daquilo que é o grosso da procura das famílias, informação que pode e deve ser tida em conta logo que haja o desejado regresso à construção nova”, refere o presidente da APEMIP.

“A grande dificuldade, e portanto o grande desafio do sector imobiliário em Portugal é a ausência de stock imobiliário nas cidades. A oferta é cada vez menor, e não dá resposta às necessidades da procura, pelo que o regresso à construção nova começa a ser inevitável. Caso contrário, os problemas habitacionais acentuar-se-ão ainda mais”, sublinha Luís Lima.

Acrescentando: “Ao construirmos novo, estaremos a criar vantagens para as famílias, que encontrarão no mercado ativos à medida das suas possibilidades; para as imobiliárias, que terão mais produto para comercializar e para suprir as necessidades dos seus clientes; para a banca, que garantirá dividendos por via do financiamento ao investimento e por via do crédito à habitação; para as construtoras, que voltarão ao ativo criando mais emprego, e para o próprio mercado imobiliário que tem necessidade de aliviar os preços e de dar resposta às necessidades habitacionais”. (05/02/2018/Fonte : Diário de Notícias)

Produtores de pera rocha querem exportar 100 milhões até 2019

Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha vai investir na promoção deste fruto em cinco mercados externos considerados estratégicos

A Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha (ANP) quer alcançar os 100 milhões de euros de exportações até 2019, valor que representa uma subida de 21% face às atuais vendas deste fruto apenas produzido em Portugal. A associação vai investir, com recurso a fundos comunitários, mais de 430 mil euros na promoção deste fruto na Alemanha, França, Reino Unido, Brasil e Espanha, definidos como mercados estratégicos de exportação.

O primeiro passo vai ser dado entre 19 a 28 de janeiro, altura em que a ANP vai marcar presença na Semana Verde de Berlim, uma das mais importantes feiras internacionais dedicadas à alimentação e agricultura, que junta anualmente mais de 1600 empresas e organizações de todo o mundo.

O objetivo é aumentar a visibilidade deste produto fora de Portugal, que até novembro do ano passado, exportou 82,4 milhões de euros, mais 19% do que em relação a 2016. Brasil, Reino Unido, França, Alemanha e Marrocos são os principais destinos da Pera Rocha, absorvendo 81% do valor das exportações. A Alemanha tem vindo a ganhar peso, tendo até novembro do ano passado gerado 8,2 milhões de euros, um crescimento de 90%.

O Projeto de Promoção Global da Pera Rocha nos Mercados Externos da ANP é cofinanciado pelo Compete 2020, no âmbito do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização. Prevê um investimento global de 430.902 euros, financiado em 85% pelo FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e inclui a realização de ações de promoção e comunicação.(17/01/2018/Fonte : Diário de Notícias)

Grupo Peugeot cria 225 empregos em Mangualde

Fábrica do grupo francês em Portugal vai garantir final da produção dos modelos Peugeot Partner e Citröen Berlingo

O grupo Peugeot-Citröen vai criar mais 225 postos de trabalho na fábrica de Mangualde. O grupo liderado por Carlos Tavares vai antecipar a entrada terceiro turno de produção a partir de abril para assegurar o final da montagem dos veículos comerciais ligeiros Peugeot Partner e Citröen Berlingo. A abertura deste novo turno de produção estava prevista apenas para o final de 2018.

“A abertura de mais uma equipa estava prevista somente para final deste ano com o lançamento do novo modelo, mas o sucesso do Groupe PSA no segmento dos veículos comerciais ligeiros, faz com que a terceira equipa se antecipe já com as atuais gerações do Peugeot Partner e do Citroën Berlingo, para os quais Mangualde assegura o fim de série desta geração”, assinala a empresa em nota enviada às redações esta quarta-feira.

A fábrica de Mangualde vai laborar em três turnos “até ao final da produção da geração atual dos veículos, prevista para outubro“. A continuação da terceira equipa de montagem “dependerá essencialmente da resposta dos mercados ao novo modelo” comercial ligeiro, K9, que deverá começar a ser fabricado no final de 2018.

“Este é mais um passo importante do Mangualde 2020, projeto com o qual a empresa está a consolidar o seu futuro. Este novo projeto baseia-se na transformação da fábrica, mais renovada e com um novo produto, com um processo mais moderno, eficiente e ergonómico, a pensar no bem-estar dos colaboradores e adaptado às exigências e oportunidades da Indústria 4.0″, comentou José Maria Castro Covelo, diretor da PSA Mangualde, em nota enviada às redações.

O processo de recrutamento da PSA Mangualde “já está a ser realizado e está aberto a todos os candidatos que apreciem a indústria automóvel e queiram fazer parte deste projeto”.

No final de 2018, a PSA Mangualde vai começar a produzir o modelo K9, o sucessor da Citröen Berlingo e da Peugeot Partner.

Em 2017, a fábrica do grupo francês em Portugal produziu 53 600 veículos, mais 7,8% em comparação com 2016. Este foi o melhor desempenho da fábrica de Mangualde dos últimos 4 anos. Atualmente, a PSA Mangualde conta com 700 trabalhadores.(17/01/2018/Fonte : Dinheiro Vivo)

Distribuição e retalho criam dezenas de milhares de postos de trabalho

Nos últimos dois anos, setor distribuidor criou dez mil empregos, mesmo número das previsões até 2020. Época de saldos traz mais contratações

Nos últimos dois anos o setor da distribuição criou dez mil postos de trabalho, o mesmo número de contratações que prevê para os próximos dois. Já o setor do retalho antevê que, à semelhança do ano passado, na época de saldos haverá um reforço de pessoal nas lojas.

A diretora-geral da APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição considera que os números de emprego na distribuição “querem dizer que estamos com capacidade de atrair pessoas para o nosso setor”, isto apesar da “dificuldade” em contratar trabalhadores já qualificados. “É um setor cada vez mais complexo. A preparação dos trabalhadores é cada vez mais exigente. Precisamos de dar muita formação. Do que nos queixamos é que não temos no mercado de trabalho pessoas formadas e que possamos contratar imediatamente sem ter de investir muito na formação”, afirmou Ana Isabel Trigo Morais à Antena 1 e ao “Negócios”.

Na entrevista, a responsável salientou que “o conjunto de empresas nossas associadas investiram, no conjunto, 30 milhões de euros em formação de pessoas” e que a capacidade do setor para gerar novos empregos até 2020 “não há de estar longe do que foi o emprego criado nos últimos dois anos”. Ainda assim, Ana Isabel Trigo Morais esclareceu que este não é “um número concreto”.

Já em relação à negociação de um novo acordo coletivo para o setor da distribuição, a diretora-geral da APED salienta que a questão do aumento salarial é um impasse, uma vez que, neste momento, a proposta que os sindicatos colocaram em cima da mesa é um aumento salarial de 4,5%, valor que a APED considera elevado.

“Nem a economia cresce, nem os resultados das empresas, nem a inflação cresce 4,5%. Nós achamos que é um valor que está muito longe daquilo que é a nossa realidade”, afirma Ana Isabel Trigo Morais, repetindo que “o setor, em média, paga salários bastante acima daqueles que estão no contrato coletivo de trabalho”. Segundo a responsável, a proposta de aumento salarial carece de revisão “porque, entretanto, já tivemos a atualização do salário mínimo nacional”, mas uma subida está na equação. “Neste momento não me queria comprometer com um valor, não devo. Mas devo dizer que estamos disponíveis para fazer a negociação do aumento do salário e de outras coisas.”

Reforço nas lojas Numa perspetiva de criação de emprego mais sazonal, a Randstad prevê que, depois de terem reforçado no Natal – acréscimos de pessoal de quase 50% – , as lojas contratem para a época de saldos.
“Fazendo uma análise do que poderão ser as contratações em empresas de retalho este ano, espera-se uma subida de 30% a 40% para janeiro comparativamente com o período homólogo”, diz uma responsável da firma de recrutamento, citada pelo “Dinheiro Vivo”.

Segundo a empresa, nos últimos anos, a contratação nesta altura foi prejudicada pela subida do comércio eletrónico. Mas para 2018, este é um dos principais impulsionadores do emprego para as áreas de transporte e logística, embalagem, armazém ou motoristas.(15/01/2018/Fonte : Jornal I)

Preço da habitação subiu 8% e vendas fixaram novo máximo

A Área Metropolitana de Lisboa, a região Norte e o Algarve registaram o maior número de vendas de habitações.
Mercado imobiliário continua a revelar forte crescimento.

O preço das casas continua a acelerar e as vendas registaram um aumento muito significativo. O Índice de Preços da Habitação (IPHab), no segundo trimestre de 2017, aumentou 8%, em termos homólogos, uma décima de ponto percentual acima do registado no primeiro trimestre.

As vendas totalizaram 36.886 transacções de alojamentos, o máximo da série, iniciado no segundo trimestre de 2011, revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quarta-feira.

Em termos de preços, a taxa de variação homóloga dos alojamentos novos foi de 5,4%, 1,2 pontos percentuais acima do registado no trimestre anterior. Este foi o segundo período consecutivo em que se verificou uma aceleração dos preços dos alojamentos novos, o que contrasta com a evolução observada para os alojamentos existentes, cuja taxa de variação homóloga passou de 9,2% no primeiro trimestre de 2017 para 8,9%.
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Os dados do INE revelam que, entre Abril e Junho de 2017, foram transaccionados 36.886 alojamentos, o que representa um aumento de 16,1% face ao mesmo período do ano anterior e de 4,9% por comparação com o trimestre transacto. O valor das vendas foi aproximadamente de 4,6 mil milhões de euros, dos quais 3,7 mil milhões respeitaram a alojamentos existentes.

A Área Metropolitana de Lisboa, a par da região Norte e do Algarve, registaram as maiores vendas de habitações da série disponível. A Área Metropolitana de Lisboa ultrapassou pela primeira vez as 13.000 transacções num só trimestre. A região Norte, a única a apresentar um acréscimo homólogo na sua quota regional (+0,9 p.p.), registou, pelo segundo trimestre consecutivo, mais de dez mil transacções.

O IPHab é compilado através de informação administrativa fiscal anonimizada, enviada pela Autoridade Tributária e Aduaneira ao abrigo de um protocolo celebrado com o INE, referente ao Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).(20/09/2017/Fonte : Público)

Altice confirma negociações para comprar grupo da TVI

A Altice, detentora da Portugal Telecom, está em negociações para comprar a Media Capital, grupo da TVI e da Rádio Comercial.

A Altice confirmou, este domingo, à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que iniciou "interlocuções exploratórias" para a potencial aquisição da participação do grupo espanhol Prisa na Media Capital.

No início do mês, o regulador tinha pedido esclarecimentos à Altice e à Media Capital sobre a eventual venda da TVI ao grupo francês de telecomunicações dono da MEO.

"Em resposta a uma solicitação da CMVM, a Altice confirma que iniciou interlocuções exploratórias com a Prisa, relativas à potencial aquisição da participação da Prisa na Media Capital", num comunicado divulgado hoje na página oficial do regulador.

O pedido de esclarecimento surge depois da agência financeira Bloomberg ter avançado que o grupo espanhol Prisa, dono da Media Capital, estaria em negociações com a Altice para a venda da TVI.

Esta não é a primeira vez que se fala da possibilidade da TVI ser vendida ao grupo de telecomunicações francês.(25/06/2017/Fonte : Jornal de Notícias)

Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/habitacao-ja-valorizou-79-desde-janeiro?ref=economia_outras
 
Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

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Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

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Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

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Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

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Habitação já valorizou 7,9% desde janeiro

Preços das casas estão a aumentar consecutivamente desde o segundo trimestre de 2015.

Os preços das habitações cresceram 7,9% no primeiro trimestre deste ano, face a igual período do ano passado, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Há oito trimestres consecutivos que os preços estão a aumentar, ou seja, desde o segundo trimestre de 2015, concluiu o Índice de Preços da Habitação.

"Tal como tem vindo a suceder desde o último trimestre de 2014, os alojamentos existentes continuaram a evidenciar um crescimento dos preços superior ao dos alojamentos novos (9,2% e 4,2%, respetivamente)", refere o INE.

Esta subida, segundo os dados agora publicados, prolonga "a dinâmica de crescimento de preços que se regista desde o último trimestre de 2013" e é superior em 0,3 pontos percentuais à observada no trimestre anterior, a mais elevada da série disponível. Depois de um período de instabilidade, em que após cada trimestre de crescimento se seguiam três meses de quebra, os preços não param de aumentar desde o segundo trimestre de 2015.

Entre 2011 e 2013, o imobiliário perdeu valor, o que coincide com o período do pedido de ajuda internacional e com a estadia da troika no País, que sofreu fortes medidas de austeridade. De acordo com o INES, o último trimestre de 2011 foi o pior dos últimos anos, com os preços a caírem mais de 3%.

Vendidas mais de 390 casas por dia
Em média, transacionaram-se 390 casas por dia, entre janeiro e março, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística. No total, mudaram de mãos 35 178 habitações, o que corresponde a um aumento homólogo de 19,4%. Quanto ao valor, registou-se um aumento de 25,9% em termos homólogos, tendo ultrapassado os 4,3 mil milhões de euros, 3,4 mil milhões dos quais referentes a transações de alojamentos existentes.(24/06/2017/Fonte : Coreio da Manhã)

A primeira cadeira de bebé com airbag nasce em Vila do Conde

A Dorel Portugal está a ampliar instalações e espera crescer 25% em 2017. Empresa facturou 47 milhões no fabrico de componentes de cadeiras e alcofas e na montagem de carrinhos de bebé. Próximo passo pode ser montar bicicletas.

É uma inovação mundial que anda a ser testada há quase três anos. Paulo Anjos, director-geral da Dorel Juvenile Portugal, de Vila do Conde, diz que é já em Setembro que das suas linhas de produção vão começar a sair as primeiras cadeiras de bebé para automóvel com airbags instalados no arnês que protege a criança.

As cadeiras vão ser integralmente produzidas em Portugal e distribuídas para toda a Europa. Estão actualmente em testes finais no laboratório próprio de crash test que detém a marca (em França) e quase prontas a entrar no mercado, depois das homologações finais.

A AxissFix Air (assim se chama o modelo da cadeira Maxi-Cosi, da Bebe Confort) que vai ter um airbag activo na própria cadeira é um dos quatro novos modelos que a Dorel vai começar a produzir em Setembro. E que já a “obrigou” a alargar a área de produção e a antecipar em 25% o aumento de actividade de produção que vai registar em 2017, face ao ano anterior. De acordo com as contas consolidadas do grupo Dorel, de origem canadiana, a unidade portuguesa facturou 47 milhões de euros em 2016. E de Vila do Conde saíram 600 mil cadeirinhas para automóvel, 80% delas destinadas ao mercado europeu, e 15% ao mercado ibérico

A pequena unidade industrial que abriu em Vila do Conde em 1988, com pouco mais de uma dezena de funcionários para confecionar forras para as cadeirinhas da marca, então francesa, Bebé Confort, é hoje em dia um parque logístico e industrial onde trabalham cerca de 400 pessoas – as últimas quarenta entraram há apenas alguns meses. Hoje em dia é, então, a única unidade fabril da Dorel Internacional da Europa, que faz cadeirinhas de bebé de raiz. A Dorel tem fábricas no Brasil, na China, nos Estados Unidos e, na Europa, a única fabrica que é detida pelo grupo é a unidade de Vila do Conde – há uma fábrica na Holanda, mas é subcontratada.(15/06/2017/Fonte : Público)

Teleperformance prevê contratar 1200 trabalhadores e abrir novo escritório em Lisboa

Os 1200 novos colaboradores serão contratados até outubro deste ano

A Teleperformance em Portugal prevê contratar 1.200 novos colaboradores até outubro e abrir um novo escritório em Lisboa, um investimento de 8,5 milhões de euros, que estará operacional em julho, avançou a empresa à Lusa.

A Teleperformance em Portugal prevê contratar 1.200 novos colaboradores até outubro e abrir um novo escritório em Lisboa, um investimento de 8,5 milhões de euros, que estará operacional em julho, avançou a empresa à Lusa.

Os 1.200 novos colaboradores serão contratados até outubro deste ano, para "posições na área operacional e para as várias funções de gestão e suporte", estando o Português, o Francês e o Alemão entre as línguas mais requisitadas.

A Teleperformance, responsável por conectar as marcas com os clientes, fornecendo, entre outros serviços, atendimento ao cliente e suporte técnico, emprega em Portugal mais de 8.000 colaboradores de 82 nacionalidades nos seus oito centros.

A empresa prepara-se para abrir um novo escritório em Lisboa, "onde serão integrados projetos multilingues para clientes dos setores de "e-commerce" (comércio eletrónico), turismo e lazer, "gaming" (apostas) e "financial services" (serviços financeiros).

À Lusa, a empresa adiantou que "o investimento será de 8,5 milhões de euros e o novo "contact center campus" estará operacional em julho".

Até ao momento, a Teleperformance já investiu em Portugal cerca de 48 milhões de euros em instalações e equipamentos, valor a que acresce investimento em formação, desenvolvimento e inovação.

"Esta nova vaga de recrutamento, com especial destaque para as oportunidades em Português, Francês e Alemão, está alinhada com o facto de termos vindo a conquistar muitos clientes internacionais que veem na Teleperformance Portugal o parceiro certo para os ajudar gerir as suas operações globais de "customer experience management [serviço de apoio ao cliente]", refere o presidente executivo da Teleperformance em Portugal, João Cardoso.

Criada em 1978, a Teleperformance está presente em 74 países e tem 274 "contact centers" (centros de contacto) que servem 160 mercados.

A empresa está em Portugal desde 1994, trabalha com mais de 100 empresas nacionais e internacionais, afirmando ser o "maior "hub" (centro) multilingue a operar na Europa, na área de "Customer Experience Management", com gestão em 29 línguas".(06/06/2017/Fonte : Diário de Notícias)

INE confirma crescimento de 2,8%, o mais elevado nos últimos dez anos

Trimestre mais positivo dos últimos 10 anos

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou hoje que a economia portuguesa cresceu 2,8% em termos homólogos e 1% em cadeia no primeiro trimestre deste ano, mantendo os números divulgados na estimativa rápida.

Desta forma, o INE confirmou que o desempenho homólogo do PIB no primeiro trimestre foi o mais positivo dos últimos 10 anos, já que iguala o crescimento verificado no último trimestre de 2007, período em que a economia portuguesa cresceu também 2,8%.(31/05/2017/Fonte : Diário de Notícias)

Foram criadas mais de mil empresas tecnológicas no último ano em Portugal

Maioria das empresas do setor tem menos de 5 anos e estas pesam quase 3% do tecido empresarial.

Foram constituídas mais de mil novas empresas tecnológicas num período de 12 meses. A conclusão é do estudo realizado pela Informa D&B.

De acordo com os mesmos dados, a grande maioria das empresas tecnológicas portuguesas pertencem aos segmentos das empresas jovens (entre 1 e 5 anos) e adultas (6 a 19 anos).

Nos últimos anos aumentou significativamente o número de iniciativas neste setor, duplicando o número de nascimentos de empresas na última década.

Entre abril de 2016 e março de 2017 foram criadas 1032 empresas. No entanto, o aumento de empresas tecnológicas constituídas em cada ano não foi consecutivo desde 2007, com alguma irregularidade entre 2009 e 2014. “Visto na perspetiva dos 10 anos que compõem esta análise, há uma clara tendência para o crescimento do nascimento destas empresas. As atividades de consultoria informática e as atividades de programação informática destacam-se de todas as outras, respetivamente com 401 e 358 novas empresas criadas nos últimos 12 meses, representando 39% e 35% do total das empresas tecnológicas criadas nesse período”, diz o estudo.

Peso na economia
Em relação ao tecido empresarial o maior rácio de empresas tecnológicas verifica-se entre as empresas com menos de 5 anos, com quase 3%. As tecnológicas vão perdendo peso no universo do tecido à medida que a idade das empresas evolui. Em 31 de março de 2017, estavam registadas 7020 empresas tecnológicas (embora nem todas tenham de facto atividade comercial), que representam 1,8% do total de todas as empresas em atividade em Portugal.

O maior número de empresas tecnológicas pertence aos segmentos das empresas jovens e das empresas adultas, com 2270 e 2016 empresas, que faturaram 501 milhões e 187 milhões de euros, respetivamente, de acordo com os últimos dados disponíveis (2015). Em conjunto com as start-ups, as empresas jovens representam quase 3% do total do das empresas jovens do tecido empresarial. A dimensão média de volume de negócios das empresas do setor tecnológico é inferior ao universo empresarial (606 mil euros vs 988 mil euros).

Feitas as contas, o conjunto total das tecnológicas faturou mais de 3,2 mil milhões de euros em 2015, empregando quase 44 mil pessoas. Nesse ano estavam registadas e com atividade comercial 5318 empresas.(25/05/2017/Fonte : Jornal I)

Porto: Investimento imobiliário cresceu 64% em 2016

O estudo mais recente da Confidencial Imobiliário mostra que, no ano passado, o investimento imobiliário cresceu 64% no Centro Histórico do Porto.

De acordo com os resultados da análise, “em 2016, foram transacionados 513 imóveis no Centro Histórico do Porto, num total de 154 milhões de euros, um volume que apresenta um crescimento de 64% face ao investimento registado no ano anterior”.

Ainda assim, foi o segundo semestre do ano que mais contribuiu para o resultado registado, uma vez que o volume transacionado ultrapassou os 97 milhões de euros e fez deste resultado semestral o mais elevado deste 2007.

Também os preços dos imóveis continuaram uma verdadeira trajetória ascendente. De acordo com a Confidencial Imobiliário, o ano passado trouxe uma subida de 12,9% em relação ao ano anterior. “Com exceção de 2014, o crescimento anual dos preços mantém-se a dois dígitos desde 2012 e só nos últimos três anos, os preços apresentaram uma valorização acumulada de 48%”.(28/04/2017/Fonte : Jornal I)

Crédito à habitação. Prestação da casa volta a atingir novos mínimos

Os maiores beneficiados são aquelas que optam pela Euribor a 12 meses, mas que continua a ter pouco peso no mercado.

Os portugueses que revirem a taxa de juro do seu crédito à habitação, em maio, vão sentir um alívio no valor da prestação a pagar. Mas essa redução vai ser mais sentida nos empréstimos com indexantes de prazos mais alargados.

Mas vamos a números. Para quem tem a Euribor a três meses a redução será de apenas 0,1% e de 0,5% no caso de seis meses.

No entanto, irá atingir uma diminuição de 1,6% no crédito associado a Euribor a 12 meses. A verdade é que o número de famílias que irá tirar partido dessa redução será mais baixo, uma vez que, a Euribor a 12 meses continua a ter pouco peso no total do crédito à habitação. Os portugueses continuam a optar pela taxa a seis meses.

Na base desta redução está o nível historicamente baixo da taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) que continua fixada fixada em 0% desde março do ano passado, o que arrastou os indexantes utilizados nos créditos à habitação de taxa variável para terreno negativo, nível em que ainda se mantêm.(01/05/2017/Fonte : Jornal I)

Vacina desenvolvida no Porto para a meningite, pneumonia e septicemia

Já passou por experiências em ratos e coelhos e agora os cientistas esperam que, ainda em 2017, a vacina passe à fase dos ensaios em seres humanos.

Investigadores do Porto desenvolveram uma vacina que ajuda a prevenir ao mesmo tempo infecções bacterianas que causam doenças como meningite, pneumonia e septicemia (invasão da corrente sanguínea por agentes patogénicos, que nos casos mais críticos pode levar à morte por choque séptico).

As bactérias que originam essas patologias – Klebsiella pneumoniae, Escherichia coli, Estreptococus do grupo B, Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus – são estirpes muito resistentes e causam “um enorme problema para a saúde pública”, disse à gência Lusa o cientista Pedro Madureira, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto.

OMS diz que é urgente criar novos antibióticos contra 12 perigosas bactérias

A partir do momento que essas bactérias infectam o hospedeiro – neste caso, a pessoa – são capazes de libertar uma molécula designada GAPDH, que as torna “invisíveis” ao sistema imunitário, explicou o cientista, um dos fundadores da empresa Immunethep, responsável pela criação da vacina. Desta forma, as bactérias impedem o início de uma resposta do sistema imunitário para as combater.

Sem uma resposta adequada do nosso sistema imunitário, continua Pedro Madureira, as bactérias “rapidamente proliferam” na corrente sanguínea e nos órgãos infectados, podendo levar às tais patologias, consideradas bastante graves. “Embora esta vacina seja destinada a todas as pessoas”, existem indivíduos nos quais a “incidência desse tipo de infecções é maior”, como, por exemplo, os recém-nascidos, os idosos, os portadores de diabetes do tipo I, os pacientes submetidos a intervenções cirúrgicas invasivas (operações ao coração ou à espinal medula) ou com doença pulmonar obstrutiva.

O investigador considera esta vacina “inovadora”, visto que, ao invés de induzir uma resposta imunitária (a produção de anticorpos) contra a bactéria em si, induz, sim, uma resposta que neutraliza uma única molécula (a GAPDH), libertada pelas bactérias, permitindo ao sistema imunitário controlar as diferentes infecções.

A vacina, que já passou por ensaios laboratoriais com ratos e coelhos, vai passar à fase dos ensaios clínicos no último trimestre de 2017, prevê o investigador.

Este foi um dos projectos apresentados esta sexta-feira no i3S, um dos institutos que participa nas comemorações do Dia Internacional da Imunologia, organizadas pela Sociedade Portuguesa de Imunologia. A iniciativa, que no Porto termina por volta das 17h00, conta com palestras e outras actividades para dar a conhecer aos alunos do ensino secundário a investigação desenvolvida na área da imunologia. Também participaram nestas comemorações o Instituto de Medicina Molecular, de Lisboa, o Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, o Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, a Universidade de Aveiro e o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Universidade do Minho.

Para além da vacina, Pedro Madureira disse que a Immunethep está a desenvolver uma forma de terapia baseada em anticorpos monoclonais, que neutralizam a proteína GAPDH, podendo ser usados em pessoas já infectadas e para as quais não há tempo para vacinação. “Estes anticorpos têm a vantagem, em relação à vacina, de actuarem muito rapidamente e a desvantagem de não induzirem ‘memória imunológica’”, explicou o investigador. Esta memória está associada à capacidade do nosso sistema imunitário, após um primeiro contacto com um agente estranho, conseguir desencadear uma resposta muito mais rápida e eficiente.

Na apresentação no i3S, Pedro Madureira também falou da importância e da história das vacinas, de forma a “desmistificar” algumas incertezas sobre a vacinação e, ainda, sobre esta ter sido uma “grande conquista da imunologia e da medicina”. Pedro Madureira acredita que grande parte da polémica actual relacionada com a vacinação deve-se à “má informação” ou ao “pouco esclarecimento” que se tem sobre o tema, daí a necessidade de se transmitir uma informação “clara e precisa” quando se fala publicamente acerca deste assunto. As vacinas são “algo que funciona”, sendo esta a abordagem clínica que “melhores resultados trouxe para a humanidade”.

Apesar de compreender os casos em que os indivíduos não podem ser vacinados, devido a uma resposta alérgica, sublinhou que se “todas as outras pessoas estivessem vacinadas e não houvesse movimentos antivacinas”, esses indivíduos estes estariam seguros porque não haveria forma de transmitir a doença.(28/04/2017/Fonte : Público)

Portugal em primeiro lugar na Europa nos carros novos menos poluentes

Portugal lidera os países europeus na eficiência e emissões dos carros novos, ao apresentar a média mais baixa de dióxido de carbono por quilómetro.

A média de emissões de dióxido de carbono por quilómetro dos automóveis novos vendidos em 2016 desceu em todos os países europeus, com exceção para a Holanda, que estava em primeiro lugar no ano anterior, tendo sido ultrapassada por Portugal.

A Agência Europeia do Ambiente (EEA na sigla em inglês) aponta, no entanto, que a redução registada em 2016, de 1,2%, foi a mais pequena desde 2006.

Segundo a EEA, Portugal registava uma média de 104,7 gramas de dióxido de carbono por quilómetro nos carros adquiridos em 2016, seguido pela Holanda, com 105,9 gramas, Dinamarca, com 106,1 gramas, e Grécia, com 106,3 gramas.

Os carros menos eficientes foram vendidos na Estónia, com emissões de 134 gramas de dióxido de carbono por quilómetro.

A organização europeia acrescenta que as vendas de carros elétricos continua a aumentar, embora com "uma taxa significativamente mais moderada" que nos anos anteriores. Na Europa, foram registados 64 mil veículos, o que representa um acréscimo de 13% relativamente a 2015, com a França a liderar, seguida da Alemanha.

As emissões dos transportes são uma parte importante do total das emissões de gases com efeito de estufa, responsáveis pelas alterações climáticas.

O Governo tem incentivado a opção por automóveis elétricos, nomeadamente com apoios na administração pública e o reforço da rede de postos de abastecimento no país.(21/04/2017/Fonte : Jornal de Notícias)

Portugal sobe para 11.º lugar entre 27 países europeus na produção de ciência

O número de publicações triplicou na última década, colocando Portugal entre o Reino Unido e a Alemanha na tabela das publicações por milhão de habitantes, segundo estatísticas agora divulgadas. Confrontando os dados com outros indicadores, conclui-se ainda que o país produz muita ciência e barata

A produção científica portuguesa continua a crescer e é assim há mais de 20 anos. As estatísticas divulgadas em Março pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) mostram que a produção de ciência cresceu entre 2005 e 2015 a uma taxa média anual de 10%, o que coloca Portugal entre os quatro países que mais progrediram neste indicador. Na “tabela geral” com 27 países europeus que avalia o número de artigos publicados por milhão de habitantes, a produção científica portuguesa passou do 16.º lugar em 2005 para o 11.º em 2015.

Se todos os gráficos de indicadores (positivos) fossem semelhantes aos da produção científica portuguesa, o país não estava nada mal. As curvas, barras e números no relatório da DGEEC não deixam qualquer dúvida: sempre a subir. Em 1995 registavam-se 2404 publicações científicas, em 2005 já eram mais de 7400 e, segundo os dados divulgados agora, em 2015 ultrapassámos as 21 mil. E se dividirmos as 21.130 publicações portuguesas em 2015 por 365 dias (incluindo, portanto, fins-de-semana e feriados) temos precisamente 57,8 artigos por dia em que pelo menos um dos seus autores tem afiliação a uma instituição nacional.

Mas será tão simples assim? Quando comprado com outros países, Portugal fica bem na fotografia? O que explica este crescimento? E, por outro lado, estarmos a produzir mais quer dizer que estamos a fazer melhor? “Só conhecemos bem a ciência portuguesa se a medirmos”, refere ao PÚBLICO Carlos Fiolhais, professor na Universidade de Coimbra, quando lhe pedimos para interpretar as estatísticas do número de publicações indexadas na Web of Science, uma base de dados de revistas científicas, que considera como um “bom indicador”.

Para melhor percebermos a evolução do país, temos de o comparar. E isso só é possível quando olhamos para o gráfico da DGEEC sobre o número de publicações científicas por milhão de habitantes nos vários países da União Europeia (UE), entre 2005 e 2015. Portugal produziu 1298 artigos por milhão de habitantes em 2015 (em 2005 eram apenas 510). Neste indicador estão contabilizadas apenas um total 13.464 publicações porque apenas são tidas em conta as chamadas “ciências duras” (excluindo-se as ciências sociais e humanidades) e apenas os artigos, revisões ou artigos curtos (deixando de fora publicações como opiniões, resumos e actas). “O número de publicações em dez anos quase triplicou, passando de 510 para 1298, calando aqueles que dizem que a ciência em Portugal é improdutiva”, assinala Carlos Fiolhais.

No topo da tabela, estão os países nórdicos, a Dinamarca (com 3050 publicações por milhão de habitantes) ou a Suécia (2563) e a Finlândia (2195). Portugal está entre o Reino Unido (com 1603) e a Alemanha (1248), representando o país de Sul da Europa que mais publicou nesta década. Nos últimos lugares da lista dos 27 países da UE estão a Letónia (357), a Roménia (616) e a Eslováquia (616).

E se, em vez de fazer as contas aos artigos publicados por milhão de habitantes, tentássemos perceber “quantas publicações produzimos por euro gasto em ciência e tecnologia”?, sugere o professor da Universidade de Coimbra, arriscando responder que “devemos fazer dos papers [publicações científicas] mais baratos da Europa!” E a resposta está correcta. Segundo dados da OCDE de Fevereiro de 2017, Portugal investiu, em 2015, 1,28% do PIB em investigação e desenvolvimento, enquanto a média da EU a 28 países era de 1,9%.

Mas, melhor do que o 11.º lugar alcançado no número de publicações por milhão de habitantes, é o 4.º lugar no gráfico que mostra a taxa de crescimento anual em 24 países. Aqui, Portugal só está atrás do Luxemburgo (16%), Malta (16%) e Chipre (13%) e com os mesmos 10% da Lituânia e da Letónia.

Falta o peso de Mariano Gago
“A nossa mudança é espectacular mesmo se olharmos só para a última década”, assinala Carlos Fiolhais, que faz questão de sublinhar que o “salto já vinha de trás e que é essencialmente resultado da política de ciência e tecnologia do ministro José Mariano Gago”. O salto, ou saltos se analisarmos as duas últimas décadas, foi grande também porque o ponto de partida era muito baixo, já se sabe.

Numa análise mais atenta, nota-se, no entanto, uma desaceleração no crescimento nos últimos anos da década. Logo à partida, se olharmos para taxa média de crescimento anual entre 2010 e 2015, ela já “só” foi de 9%, baixando para um (ainda) honroso 5.º lugar na tabela. Carlos Fiolhais também reparou neste travão e concluiu que “disciplina a disciplina estão à vista os efeitos do governo de Passos Coelho e da política de contenção de Nuno Crato”. “Crescemos muito em dez anos, mas muito mais na primeira metade dessa década. De 2013 para 2015, o crescimento das ciências exactas, ciências da saúde e ciências naturais foi muito pequeno e de 2014 para 2015 as ciências sociais e as humanidades baixaram”, diz, notando que a única excepção à “estagnação” dos últimos anos foram as ciências da engenharia e as tecnologias.

“O governo anterior revelou ser contra a ciência, tendo tido efeitos nefastos nalgumas áreas em particular. O ministro Manuel Heitor fez bem em virar as agulhas. Mas está afogado em contradições: quer aumentar o emprego científico, um grande problema entre nós, mas começou de uma maneira frouxa ao falar de ‘flexibilização’”, defende o físico. E chegamos à conclusão do costume: É preciso mais dinheiro. “O défice de 2,1% de que o [actual] Governo e o PS tanto se orgulham significa, por exemplo, que as universidades continuam à míngua, sem possibilidade de renovarem os seus recursos humanos”, avisa Carlos Fiolhais, que acrescenta ainda que “o grande problema do ministro Manuel Heitor (e, por isso, também o nosso) é que não tem dinheiro: nem o país tem o dinheiro que tinha, vindo da UE, nem ele tem o peso de Mariano Gago à mesa do orçamento”.

Temos de investir mais na ciência se queremos continuar a crescer, resume Carlos Fiolhais fazendo, sem saber, eco das palavras do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em entrevista ao PÚBLICO. Resta saber se estarão de acordo quando à parcela de investimento que é preciso fazer. O professor da Universidade de Coimbra deixa um desafio: “Estamos às portas do pelotão da frente da Europa. Devíamos ousar entrar.”(02/04/2017/Fonte : Público)

Preços da habitação aumentam

O índice de preços da habitação aumentou, em 2016, 7,1%. De acordo com o INE, a área metropolitana de Lisboa lidera o mercado, em volume e em montante.

"Em 2016, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) apresentou uma variação média anual de 7,1%. O ritmo de crescimento observado em 2016 foi superior em 4 pontos percentuais (p.p.) ao observado em 2015, verificando-se um crescimento médio dos preços dos alojamentos existentes (8,7%) superior ao dos alojamentos novos (3,3%) ", revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O INE revela ainda que no ano passado “registaram-se 127.106 transações de habitações, mais 18,5% do que em 2015, ultrapassando os 14,8 mil milhões de euros, mais 18,7% que em 2015". Este é o quarto ano consecutivo em que este indicador aumenta. Em 2012 tinha caído até aos 76 mil alojamentos.

A Área Metropolitana de Lisboa concentrou 34,9% do total de vendas efectuadas em 2016, mais 2% que no ano precedente, e captou quase metade do montante. "Os alojamentos transaccionados na Área Metropolitana de Lisboa (em 2016) totalizaram mais de 6,9 mil milhões de euros, o que representa o mais elevado peso relativo (47%) desta região na série disponível", realça o gabinete de estatísticas.(26/03/2017/Fonte : Jornal I)

Défice de 2,1% em 2016 confirmado

O INE confirmou que o défice orçamental de 2016 ficou em 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB), entreabrindo a porta à saída de Portugal do Procedimento por Défices Excessivos (PDE), que tinha sido aberto ao país em 2009.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o saldo das Administrações Públicas ficou em -2,06% do PIB no ano passado. O valor ainda está por fechar - terá de ser ainda apreciado pelo Eurostat — mas a confirmar-se fica abaixo da meta de 2,5% que tinha sido imposta por Bruxelas a Portugal, em julho de 2016, e será o défice mais baixo desde 1974.

O facto cumprir a exigência de 2,5% da Comissão Europeia deixa Portugal com a porta entreaberta para sair do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE), uma decisão que será tomada em maio.

Além do valor do défice, a informação do INE ao Eurostat adianta a estimativa do Banco de Portugal para o valor da dívida pública de 2016 - 130,4% do PIB.

Para sair do PDE é necessário que um país tenha um défice orçamental abaixo dos 3% do PIB e que esse valor se mantenha a curto e médio prazo. De acordo com as previsões do Governo e da Comissão Europeia as condições serão cumpridos nos próximos anos. Mas há riscos que poderão alterar os dados.

Alguns analistas apontam que o valor de 2016 foi conseguido com um aperto extraordinário da despesa e cativações, que muito dificilmente será possível repetir em 2017. Também a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos, se significar a ultrapassagem do teto de 3%, poderá colocar em causa a saída do PDE.(26/03/2017/Fonte : Jornal I)

PIB cresceu 2% no último trimestre de 2016

O Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal cresceu 2% no último trimestre de 2016. No conjunto do ano passado o crescimento da economia foi de 1,4%.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu em alta a estimativa provisória do produto dos últimos três meses do ano passado - 1,9% divulgada em fevereiro –, um valor que não alterou o conjunto do ano, que se manteve em 1,4%. Em 2015 o crescimento da economia foi de 1,6%.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas, em 2016, o PIB “atingiu cerca de 185 mil milhões de euros em termos nominais, tendo registado um aumento de 1,4% em volume, menos 0,2 pontos percentuais (p.p.) que o verificado no ano anterior”.

De acordo com o INE, “o contributo da procura interna para a variação do PIB diminuiu, situando-se em 1,5 p.p. em 2016 (2,6 p.p. em 2015), refletindo, principalmente, a redução do Investimento e, em menor grau, o ligeiro abrandamento do consumo privado”.

Em relação ao quarto trimestre “o PIB registou, em termos homólogos, um aumento de 2% em volume (variação de 1,7% no trimestre anterior), tendo sido revisto em alta em 0,1 p.p. face à Estimativa Rápida”.

O instituto revela que a “aceleração do PIB resultou do maior contributo da procura interna, que passou de 1,1 p.p. no 3º trimestre para 2,5 p.p., observando-se uma recuperação do Investimento e um crescimento mais intenso do consumo privado”.(01/03/2017/Fonte : Jornal I)

Imobiliárias e bancos antecipam crescimento no crédito à habitação este ano

As mediadoras imobiliárias e vários bancos nacionais antecipam que continue, em 2017, a tendência de crescimento no crédito habitação, mas sem se alcançarem níveis de anos passados.

Segundo o Banco de Portugal, em 2016, os bancos disponibilizaram 5790 milhões de euros em crédito à habitação, traduzindo um crescimento de 44,28% face aos 4013 milhões de euros registados em 2015.

Fonte do Millenium BCP afirmou a expectativa da tendência de crescimento, mas "com valores de produção ainda distantes dos registados há uma década".

Entre os principais motivos para a evolução positiva estão as taxas de juro historicamente baixas, a estabilização/redução da taxa de desemprego e o aumento do índice de confiança dos consumidores, segundo o banco, que explica que a atual concessão de crédito decorre "maioritariamente de transações de imóveis usados, e não de nova construção, que é neste momento mais reduzida do que a verificada há 10 anos".

O Santander Totta assumiu-se à Lusa "otimista" acerca da evolução do mercado e acredita haver margem para o banco continuar a crescer neste mercado, "até porque os valores atuais estão bastante abaixo dos registados no passado".

"'Spreads' [margem de lucro dos bancos] mais baixos e uma economia a apresentar sinais positivos" contribuirão para o crescimento, segundo fonte do Santander Totta, que informou como os novos empréstimos revelaram "grande dinamismo" em 2016, "o que se traduziu numa quota de mercado de cerca de 19%".

"Se tomarmos em conta um período mais largo, de 2008 a 2016, o Santander Totta concedeu 7100 milhões de euros de crédito a particulares", informou.

A Caixa Económica Montepio Geral indicou que o dinamismo no setor imobiliário começou desde finais de 2015 e a expectativa é de continuar a crescer em 2017, dada a "valorização do imobiliário e a tendência do aumento da procura".

A área de crédito do Bakinter recordou, por seu lado, que 2016 foi o ano em que se inverteu a tendência de redução da oferta e da procura de crédito, "com o retomar dos níveis de confiança e com os primeiros sinais dados por bancos como o Bankinter, mais resilientes e com melhores estruturas de capital, de que este é um mercado onde pretendem investir".

O Banco Popular afirmou, por sua vez, que "neste início de ano não há quebras na concessão de crédito à habitação", mas que não dispõe de dados para antever o resto do ano.

Pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), o presidente, Luís Lima, disse que "o setor financeiro já tem revelado vontade em apostar mais neste tipo de produto, confirmando deste modo a existência de um setor imobiliário pujante, seguro e com perspetivas de crescimento".

À Lusa, o responsável observou a falta de financiamento na construção, o que "poderá levar a uma eventual subida dos preços no imobiliário português", por se estarem a esgotar as opções, sobretudo nos centros das cidades.

"É preciso que haja construção nova que promova a estabilização de preços, o que será benéfico para o mercado que, em algumas localizações, necessita de aliviar os preços praticados, até para evitar eventuais bolhas especulativas", acrescentou.

No seu balanço de 2016, a rede imobiliária Century 21 referiu que o crédito à habitação, além de impulsionar o mercado imobiliário residencial, "permitiu que muitas famílias portuguesas regressassem ao mercado", especialmente nas periferias.

O administrador da Century 21 Portugal, Ricardo Sousa, disse à Lusa que a rede cresceu "55% em volume de crédito à habitação, canalizado para parceiros, face ao volume registado em 2015".

"Para 2017, o nosso objetivo é incrementar em 50% o volume de crédito à habitação verificado em 2016", resumiu.

A rede ERA prevê que o crédito à habitação continue a crescer entre 25% e 30% na concessão por parte dos bancos em Portugal, "mas com critérios de risco controlados".(26/02/2017/Fonte : Jornal de Notícias)

Governo anuncia projectos de 800 milhões para energias renováveis

Portugal teve, em 2015, uma quota de 27% de energias renováveis no mix energético nacional, a sétima maior da União Europeia.
O Governo anunciou neste domingo que vão arrancar novos projectos em energias renováveis com uma capacidade instalada de cerca de 750 megawatts e um investimento potencial superior a 800 milhões de euros.

Segundo o Ministério da Economia, "a par dos 380 megawatts de licenças para centrais solares, sem tarifas subsidiadas pelos consumidores e com cauções já entregues pelos promotores, o Governo aprovou 41 megawatts relativos a três centrais de biomassa".

A este conjunto de investimento junta-se "o projecto de energias das ondas Windfloat que representa um investimento de cerca de 125 milhões de euros, a realizar nos próximos anos e cuja ligação a terra será feita sem onerar os consumidores (ao contrário do programado), adianta o gabinete do secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches.

O executivo acrescenta que a EDP Renováveis anunciou, no quadro de um acordo com o fabricante de aerogeradores Senvion, a instalação de mais 216 megawatts em parques eólicos.

Indica ainda que, "no âmbito do grupo de trabalho criado pelo Governo para fazer a reforma da floresta, serão brevemente lançados cerca de 60 megawatts de licenças, destinadas a centrais de biomassa".

Portugal teve, em 2015, uma quota de 27% de energias renováveis no mix energético nacional, a sétima maior da União Europeia que, no seu conjunto, chegou aos 16,4%, divulgou, já este mês, a Comissão Europeia.

A União da Energia confirma assim um aumento constante na quota de energia proveniente de fontes renováveis desde 2013 (25,7% do consumo final bruto de energia), ano em que estava já ultrapassada a meta de pelo menos 20% até 2020.

"Com excepção de autorizações resultantes de pedidos anteriores, a nova orientação política do Governo passa pela autorização de centrais sem tarifas feed-in (ou seja, sem subsídios pagos pelos consumidores)", de acordo com o Ministério da Economia.

O gabinete de Jorge Seguro Sanches recorda que "a subsidiação da actual potência instalada custa aos consumidores portugueses cerca de 600 milhões de euros por ano, responsável, em boa parte, pela divida tarifária que, no início de funções deste Governo era de cerca de 5000 milhões de euros".(05/02/2017/Fonte : Público)

Subconcessionária dos estaleiros de Viana quer empregar 400 pessoas até 2018

O presidente da WestSea afirma ter uma carteira de encomendas de 80 milhões de euros, estimando até final de 2018, empregar cerca de 400 trabalhadores.

Segundo Carlos Martins “25 a 30%” daquele montante é garantido pelo contrato de construção dos dois navios-patrulha oceânicos (NPO) para a Marinha portuguesa.

“Estes navios são muito importantes não só pelo valor que representam para os estaleiros mas também por dotar os estaleiros de capacidade para construir estes navios, trabalhar junto com a Marinha e tentar exportar estes navios para outros países. É isso que estamos a trabalhar, em conjunto com a Marinha. Nós esperamos que este tipo de navios valham, mais ou menos, 25 a 30% da nossa carteira de encomendas”, afirmou o responsável.

A construção dos dois NPO nos estaleiros da WestSea foi anunciada, em maio de 2015, pelo então primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

Em julho desse ano, o consórcio liderado pela Martifer ganhou o contrato para a construção dos dois NPO depois de a Marinha ter sido autorizada a adquirir os dois navios-patrulha, orçados em cerca de 70 milhões de euros, “por negociação”, e não por concurso, face à “urgência imperiosa” de dispor das embarcações até ao ano 2018.

Carlos Martins, que falava aos jornalistas durante a visita que o secretário de Estado da Defesa fez hoje aos estaleiros da WestSea, para fazer um ponto de situação da construção dos dois NPO, adiantou que o futuro da empresa “está dentro do planeado, até acima do planeado”.

“Neste momento, temos cinco navios em construção, três para o Douro e estes dois (navios-patrulha), e temos mais dois navios que vamos iniciar a construção, uma draga e um navio para o Ártico”, sustentou.

O presidente da WestSea, empresa do grupo português Martifer, adiantou que aqueles estaleiros têm “260 trabalhadores diretos, uma parte significativa de ex-funcionários dos ENVC”, estimando, até final do próximo ano, “cumprir uma promessa nossa de atingir os 400 trabalhadores”.

“Todas as semanas entra gente nova. Hoje, por exemplo, estão aqui mais de 800 trabalhadores”, disse, referindo-se aos trabalhadores indiretos, de subempreiteiros.

Na setor da reparação naval, que classificou de “muito lucrativo”, disse que a empresa tem, em trabalhos de reparação, duas dragas holandesas e assegurou que aposta passa por “continuar a evoluir” nesta área, No entanto, lamentou a atual falta de condições do canal de navegação do porto de mar de Viana do Castelo para receber navios de maior dimensão.

“Mais de 50% do que poderíamos fazer é rejeitado porque os estaleiros não tem profundidade para navios de maior calado”, afirmou, manifestando-se otimista no crescimento daquele setor face à “promessa” do Governo de investir no aprofundamento do canal de navegação que dotará aquele estaleiro de ” mais capacidade de resposta”.

Na semana passada, a ministra do mar anunciou um investimento público de 15 milhões de euros na melhoria das acessibilidades marítimas ao porto de mar daquela cidade, através do aprofundamento do canal de navegação. Aquela intervenção será complementada com um investimento privado de 11 milhões de euros, suportado pela WestSea, para a construção de uma nova doca seca.

O investimento, a concretizar até 2019, está incluído na estratégia para o aumento da competitividade do porto de Viana do Castelo dotada de um montante global de 36 milhões de euros.

A subconcessão dos terrenos e infraestruturas dos ENVC, adjudicada a 18 de outubro de 2013 pela administração daquela empresa pública, atualmente em fase final de extinção, prevê o pagamento, pela Martifer ao Estado, de 415 mil euros por ano, até 2031. O grupo português assumiu a subconcessão em maio de 2014.(30/01/2017/Fonte : Dinheiro Vivo)

Compradores de mais de 40 nacionalidades apostaram em imobiliário em Portugal

A consultora JLL transacionou durante o ano passado 840 vendas de casas, 65% das quais a cidadãos estrangeiros.

A compra de casas por cidadãos de diferentes nacionalidades têm vindo a crescer nos últimos anos. Segundo dados revelados esta quarta-feira pela consultora JLL, em 2016 foram transacionadas vendas com membros de 43 nacionalidades estrangeiras.

Na apresentação do balanço de 2016 e perspetivas para 2017, a consultora revelou que 65% dos compradores das 840 casas que negociou em Lisboa eram estrangeiros, provenientes de sítios tão diversos como Brasil, França, China, África do Sul, Líbano e Turquia.

A responsável pela área residencial da JLL, Patrícia Barão, explica que o aumento do turismo, os benefícios fiscais e os “valores [das casas] mais apetecíveis do que nas restantes cidades europeias” estão entre os fatores que mais influenciaram o aumento da procura internacional.

Dados da consultora JLL mostram que o metro quadrado, no segmento ‘prime’ (de melhor qualidade) custa em Lisboa oito mil euros, abaixo dos 10 mil de Madrid, 12 mil euros de Berlim, 18 mil euros de Paris e 27 mil de Londres.

Patrícia Barão aponta ainda para uma desaceleração da procura de imóveis por cidadãos chineses, motivada pelo abrandamento das atribuições de Vistos Gold (autorizações de residência para investimento).

Para 2017, a consultora prevê que se mantenham os bons resultados obtidos este ano. “Tudo indica que este momento é para durar, sobretudo se soubermos perceber e apoiar as estratégias de investimento dos ‘players’ que estão atentos ou a atuar em Portugal e desde que se garanta estabilidade fiscal”, afirma o diretor-geral, Pedro Lencastre.(18/01/2017/Fonte : Jornal Económico)

Turismo. Empresários esperam novos recordes

De acordo com o último Barómetro do Turismo, do Instituto do Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), mais de 70% dos inquiridos consideram que falamos do setor que melhores resultados vai apresentar este ano.

O índice de confiança dos empresários no desempenho do setor do turismo é o segundo mais elevado de sempre: fixou-se acima dos 83 pontos.

A maioria considera que o número de empregos criados vai aumentar, assim como a procura externa e a rentabilidade das empresas do setor.

Apenas o investimento público apresenta um registo negativo, já que os empresários que foram ouvidos entendem que vai diminuir ao longo deste ano.

Já sobre a eficácia da promoção turística que foi feita em 2016, os empresários não escondem que consideram que a promoção interna “correspondeu às expetativas”.

No que respeita à vertente externa, sublinham que ficou “acima” de qualquer expetativa.(13/01/2017/Fonte : I-Olnine)

Novo dono da antiga fábrica da Triumph vai investir 1 milhão

A Têxtil Gramax Internacional quer expandir os mercados de exportação da fábrica de Sacavém com um modelo de negócio de produção multimarca

O novo dono da antiga fábrica da Triumph, o fundo suíço Gamax Capital, vai investir um milhão de euros na unidade localizada em Sacavém, Loures. A fábrica, que passa a designar-se Têxtil Gramax Internacional (TGI), tem um volume de negócios anual de 20 milhões de euros e emprega cerca de 500 colaboradores.

“A TGI quer reforçar a liderança do setor de produção em Portugal e afirmar-se como um dos maiores players europeus na produção de lingerie, shapewear e swimwear para homem e mulher. O investimento que está a ser feito para otimizar a produção, conjugado com a experiência e as competências humanas e técnicas existentes na empresa está enquadrado neste objetivo ambicioso”, disse Manuel Pereira, CEO da Têxtil Gramax Internacional, citado em nota de imprensa.

A antiga fábrica da Triumph, comprada em agosto do ano passado, regista um volume de negócios anual de 20 milhões de euros, com a totalidade da produção deste ano destinada à exportação. Até à compra da unidade pelo fundo suíço, a fábrica produzia unicamente para a Triumph sendo a produção exportada para a Áustria.

Os novos acionistas pretendem implementar um novo modelo de negócios, com produção multimarca para um “leque diversificado de marcas nacionais e internacionais”. Os mercados destino também aumentam, com a produção este ano ter como destino mercados a Alemanha, Áustria, Espanha, EUA, Holanda, França e Portugal.

A fábrica de Sacavém tem uma capacidade instalada de mais de 25 milhões de minutos por ano. A TGI é o maior empregador do concelho de Loures e com perto de 500 colaboradores. Em agosto de 2015, o grupo alemão Triumph comunicou que iria vender a fábrica em Portugal, a única na Europa, para “evitar ou limitar redundâncias”. O grupo alemão estava instalado no concelho de Loures desde 1961.(04/01/2017/Fonte : Dinheiro Vivo)

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