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-NATEXBIO - Fédération des transformateurs et distributeurs bio

-ACRAL - Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve

-APMRA- Associação Portuguesa de Marketing Rural e Agronegócio

-APPPFN - Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais

-CNER - fédération des agences de développement économique

-"Fashion from Portugal" : Portal dedicado à promoção e informação da moda portuguesa.

-"Jornal-T" : Jornal do sector têxtil (ATP)

-
Associação Selectiva Moda

-
Associação Home from Portugal -  têxteis-lar

--
ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal

-FranceAgriMer, établissement national des produits de l’agriculture et de la mer

-AIPI - Associação dos Industriais Portugueses de Iluminação

-APF - Associação Portuguesa de Franchising

-APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares

-FIMET - Associação Nacional para Recuperação, Gestão e Valorização de Resíduos de Embalagens Metálicas

-"Futebol Clube Portugal Amsterdam" : Clube de futebol luso em Amesterdão (Sítio em holandês)

-APROLEP - Associação dos Produtores de Leite de Portugal

-APESF - Associação Portuguesa das Empresas do Sector Fotovoltaico

-"ALMA LUSA - Associação Cultural Portuguesa" :  Associação de portugueses de Rennes (na Bretanha).

-"ACPPN - Association Culturelle Populaire Portugal Nouveau" : Associação do clube de foutebol "Portugal Nouveau" de Colombes na região parisiense.

-INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica

-"Qwant" : Motor de pesquisa

Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/um_em_cada_cinco_trabalhadores_recebia_salario_minimo_em_2014.html
 
Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/um_em_cada_cinco_trabalhadores_recebia_salario_minimo_em_2014.html
 
Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Um em cada cinco trabalhadores recebia salário mínimo em 2014 Apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência. Um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebiam, em 2014, o salário mínimo nacional, correspondendo a 19,6% do total dos trabalhadores, mais sete pontos percentuais face ao ano anterior, segundo a base de dados Pordata. Em 2013, 12% dos trabalhadores encontravam-se nessas condições e em 2001 apenas 4%, revela a Pordata. O setor do alojamento e restauração é aquele que concentra a maior percentagem de trabalhadores por conta de outrem nestas condições, atingindo os 26%, seguido pelo das indústrias transformadoras, com 24,8%. Já o setor da eletricidade e gás destaca-se pela positiva e tem apenas 0,1% dos trabalhadores a receberem o salário mínimo nacional, seguindo-se as atividades financeiras e de seguros com 1,6% dos trabalhadores nessa situação. A base de dados divulga também que apenas uma em cada duas empresas nascidas em Portugal sobrevive após dois anos de existência, tendo por base dados de 2013. Desta forma, em 2013, apenas 51% das empresas nascidas em 2011 ainda se encontravam ativas, se bem que este valor mostra uma melhoria face a 2012, quando a percentagem atingia os 48,7%. No entanto, a capacidade de sobrevivência das sociedades não é tão crítica como a das empresas individuais, mostra a Pordata, sendo que apenas 43,3% destas sobreviveram a dois anos, contra os 78,2% verificados no caso das sociedades.

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Empresas defendem o têxtil 'Made in Portugal' em Paris Secretário de Estado da Internacionalização louvou o trabalho português. Cinquenta e oito empresas e entidades portuguesas estão presentes na Feira Première Vision, na região de Paris, uma feira para profissionais de moda, que decorre entre esta terça-feira e quinta-feira no Parque de Exposições Paris Nord Villepinte. Dos tecidos, aos fios e acessórios, passando pelas malhas, couros e o vestuário, os produtos 'Made in Portugal" não faltam. Esta é "uma das feiras incontornáveis" do setor, de acordo com Paulo Vaz, diretor-geral da Associação Têxtil de Vestuário de Portugal (ATP), que apoia 24 empresas através da Associação Seletiva Moda, o "braço armado para a internacionalização" da ATP no âmbito do projeto "From Portugal". Paulo Vaz destacou que "em termos coletivos, o setor vive um momento particularmente feliz e mais distendido", justificando que "desde há quatro anos" há um "crescimento sustentado das exportações". O diretor-geral da ATP sublinhou que o setor está a chegar a este recorde "com metade das empresas e metade dos trabalhadores" de então, o que mostra uma mudança de "drives" [vetores] de um "setor que está hoje alicerçado em empresas focadas no valor acrescentado, na inovação tecnológica, no serviço, nas coleções, na criatividade porque é a única maneira de fazer a diferença e escapar à concorrência que é o preço". Governo louva mérito de empresas têxteis portuguesas O secretário de Estado da Internacionalização, Jorge Oliveira, louvou esta terça-feira, em Paris, o trabalho das empresas portuguesas que "sobreviveram" à crise no setor têxtil, mas considerou que esta ainda "não está ultrapassada". "Acho que hoje, embora a crise não esteja ultrapassada, as perspetivas em relação a este setor são claramente melhores do que eram há dois anos e muito melhores do que eram há quatro ou seis", disse à Lusa Jorge Oliveira durante a visita às empresas portuguesas presentes na feira Première Vision. Jorge Oliveira reconheceu que "hoje, as empresas portuguesas neste setor devem ser cerca de metade das que existiam há oito anos", mas salientou que os valores das exportações estão "muito perto dos cinco mil milhões, ou seja, do pico que alguma vez houve neste setor", o que significa "não apenas recuperação, mas que cada empresa está a vender produto com mais valor". Questionado sobre o contributo e intenções do executivo no apoio às empresas do setor, Jorge Oliveira afirmou que "hoje em dia, como é sabido, não existem muitas verbas públicas para efeitos de financiamento das empresas", lembrando que "o Governo tem vindo a estudar formas de recapitalizar empresas e injetar dinheiro nessas empresas". "Por outro lado, temos estado atentos a que as verbas disponíveis, que em bom rigor são os fundos comunitários que existem, seja ao nível dos fundos de coesão seja ao nível dos fundos regionais, possam ser utilizadas de forma mais racional e chegando tão breve quanto possível à economia", acrescentou Jorge Oliveira. Esta manhã, o secretário de Estado foi recebido na Câmara Municipal de Paris, onde reuniu com eleitos de origem portuguesa e com empresários da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, encontro no qual foi debatida a criação de redes para a internacionalização da economia portuguesa.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/empresas_defendem_o_textil_made_in_portugal_em_paris.html
 
Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/trabalho_perde_peso_na_riqueza_gerada.html
 
Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Salários só valem 33,7% da riqueza do País Máximo histórico foi registado em 1975, quando atingiu 63,5%. Por Raquel Oliveira O desemprego e os cortes ou congelamento de remunerações fizeram, nos últimos anos, cair o peso dos salários na riqueza do País. No ano passado o peso dos salários brutos no PIB foi de 33,7%, o valor mais baixo dos últimos 55 anos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Os trabalhadores (excluindo os patrões), que representam 81,6% da população empregada, recebem apenas um terço da riqueza produzida no País, sublinha Eugénio Rosa. Para o economista da CGTP, assistiu-se em 2015 ao agravamento da deterioração do rendimento do trabalho, "aumentando as desigualdades". O peso do rendimento dos trabalhadores no PIB está a cair desde 2004, depois de ter atingido o máximo histórico em 1975 (63,5%) e ainda ter-se mantido acima dos 40% no final dos anos 70 e princípio da década de 80. Ao valor revelado pelo INE, deverá retirar-se o peso dos impostos e dos descontos para a Segurança Social, pelo que em termos líquidos os trabalhadores recebem ainda menos. O que não é de estranhar num País em que 66,7% dos trabalhadores por conta de outrem recebem menos de mil euros mensais, segundo o Boletim Estatístico da Segurança Social de março. O documento revela ainda que cerca de 5,3% dos trabalhadores por conta de outrem ganham menos do que o salário mínimo nacional, que atualmente é de 530 euros.

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Portugal é o melhor destino europeu pela segunda vez

Portugal foi considerado o melhor destino europeu nos World Travel Awards 2018. A capital portuguesa trouxe duas distinções: foi nomeada a “Melhor Cidade Destino” do Velho Continente e a detentora do “Melhor Porto Europeu”.

Portugal foi eleito o melhor destino turístico europeu pelo segundo ano consecutivo pelos World Travel Awards, os "óscares do turismo mundial", comunicou a Associação Turismo de Lisboa (ATL) através de um comunicado enviado às redacções.

Esta distinção foi atribuída pela primeira vez ao nosso país em 2017 e é renovada em 2018. Além de Portugal, estavam nomeados para este prémio Áustria, Inglaterra, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Noruega, Espanha, Suécia, Suíça e Turquia.

Lisboa também tem dado que falar por todo o mundo e desta vez foi considerada a Melhor Cidade Destino da Europa na cerimónia dos World Travel Awards, decorreu hoje, 30 de junho, em Atenas, na Grécia.

Lisboa foi seleccionada como a preferida entre os 12 destinos europeus nomeados pela organização, que contam cidades como Amesterdão, Barcelona, Londres, Moscovo, Genebra, Roma e Veneza. A "medalha" de "Melhor Destino Citadino da Europa" foi atribuída dada a "excelência da oferta turística conquistada nos últimos anos", justifica a ATL.

"Lisboa está de parabéns pelo investimento que tem vindo a fazer na requalificação do património, na disponibilização de novos equipamentos e no enriquecimento da oferta cultural e gastronómica, garantindo assim o crescimento do Turismo e a melhoria da qualidade de vida dos residentes", explica Vítor Costa, director-geral da Associação Turismo de Lisboa.

Já o título de Melhor Porto Europeu de Cruzeiros chegou com menos surpresa, dado que é o terceiro ano consecutivo que o prémio é atribuído a Lisboa. Os passageiros a terem o Tejo como porta de entrada para a cidade chegaram aos 521 mil em 2017 e conta-se com novos aumentos em 2018.

Por seu lado, a Madeira recebeu o prémio de Melhor Destino Insular. Já o Turismo de Portugal voltou a ser reconhecido como o melhor organismo oficial de turismo europeu.
(30/06/2018/Fonte : Jornal de Negócios)

Desemprego em abril no nível mais baixo desde 2002

A taxa de desemprego desceu para 7,2% em abril, atingindo o valor mais baixo desde novembro de 2002, divulgou, esta sexta-feira, Instituto Nacional de Estatística.

"A taxa de desemprego de abril de 2018 situou-se em 7,2%, menos 0,3 pontos percentuais do que no mês anterior, menos 0,7 pontos percentuais em relação a três meses antes e menos 2,3 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2017", refere o INE.

"Aquele valor representa uma revisão em baixa, de 0,2 pontos percentuais, face à estimativa provisória divulgada há um mês e ter-se-á de recuar até novembro de 2002 para encontrar uma taxa inferior a esta", acrescenta.

Taxa de desemprego em maio subiu para 7,3%

A estimativa provisória da taxa de desemprego em maio é de 7,3%, tendo aumentado 0,1 pontos percentuais face a abril, divulgou, esta sexta-feira, o Instituto Nacional de Estatística.

Em comunicado, o INE adianta que em maio deste ano "a estimativa provisória da taxa de desemprego foi de 7,3%, tendo aumentado 0,1 pontos percentuais em relação ao mês anterior e diminuído 0,3 pontos percentuais face a fevereiro de 2018 e 1,9 pontos percentuais face a maio de 2017".

De acordo com o INE, as taxas de desemprego "dos jovens e dos adultos foram estimadas em 20,8% e 6,3%, respetivamente. Ambas aumentaram 0,2 pontos percetuais em relação ao mês precedente".
(29/06/2018/Fonte : Jornal de Notícias)

Algarve não tem gente que chegue para trabalhar no Verão

Uma campanha tenta aliciar os estudantes que assim podem juntar o útil ao agradável – trabalho e lazer em tempo de férias - sem perder o direito às bolsas ou abonos familiares.

A falta de mão-de-obra (barata, de preferência) no Algarve faz-se sentir em todos os sectores de actividade. Os anúncios de oferta de emprego multiplicam-se e a resposta dos candidatos é inferior à procura. Na tentativa de atrair jovens estudantes ao mercado de trabalho sazonal, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) lançou uma campanha de divulgação da oferta do “trabalho nas férias” junto das escolas, associações desportivas e juvenis (http://www.trabalhonasferias.pt). O objectivo é dar a conhecer as propostas de emprego que existem e a legislação para evitar os “pagamentos por baixo da mesa”, com fugas aos impostos.

Com uma população activa de 220 mil pessoas, o Algarve regista nos ficheiros do IEFP cerca de 9 mil desempregados - uma taxa inferior a 8%, a mais baixa desde 2008, segundo dados revelados pelo INE referentes ao primeiro trimestre. “Mantêm-se os contratos precários e os salários baixos, promovendo ofertas de emprego que não têm correspondência com a realidade”. A leitura, feita pelo coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares, Tiago Jacinto não encontra eco junto dos empregadores. “Actualizámos os salários de acordo com as condições específicas das empresas”, diz o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas, não existindo ainda acordo com a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores e Serviços (UGT) para negociar uma nova contratação colectiva: “As coisas estão bem encaminhadas”, adiantou. A última revisão foi em 2006. Tiago Jacinto, que representa um sindicato afecto à CGTP, diz que está “quase fechado um acordo” com Associação dos Industriais de Hotelaria e Similares (AHISA) para um aumento médico de 3% na massa salarial.

A falta de fiscalização e de informação, segundo o sindicalista, está na origem dos muitos abusos da mão-de-obra barata. “Usa e abusa-se dos estágios, criam-se expectativas de carreiras que acabam em frustrações”, denuncia. O aproximar da época balnear está a deixar os empregadores em dificuldade para garantir qualidade e quantidade a uma procura crescente do sector turístico. As empresas, admite Elidérico Viegas, “usam a mão-de-obra-de recurso, que não tem a formação desejada, e a produtividade baixa”. A dificuldade em atrair pessoas, do Alentejo e de outras regiões com maiores índices de desemprego, esbarra no preço da habitação. “As câmaras [agora em fase de revisão dos Planos Directores Municipais] deveriam ter em consideração esta questão, estruturante para o futuro da região”, sugere. Uma funcionária pública, ao pretender deslocar-se do norte para Faro, aproveitando as facilidades do regime da mobilidade, desistiu quando lhe pediram 750 euros de renda por um apartamento T2. O turismo, tal como está a suceder um pouco por todas as zonas turísticas, fez disparar os preços.

Trabalho a 2,50 euros por hora

O trabalho sazonal, de que se alimenta uma parte significativa da hotelaria, acaba por ser uma oportunidade para muitos estudantes: “Com o meu primeiro emprego, bagageiro, no hotel Ampalius, em Vilamoura, arranjei dinheiro para tirar a carta de condução automóvel e paguei as propinas”, diz Gonçalo Guerreiro, a terminar o curso de gestão na Universidade do Algarve. Este Verão, é um dos nadadores/salvadores da praia do Ancão, na Quinta do Lago. “Sempre fiz descontos, não fui dos que recebem por baixo da mesa”, acrescenta. Porém, o trabalho no paralelo é quase tão antigo quanto a actividade turística. Ao contrário do que sucedia nos anos anteriores, os trabalhadores estudantes não se sujeitam à perda dos abonos familiares ou bolsas de estudo por esse facto. Mas a empresa tem de fazer um desconto de 26 por cento para a Segurança Social sobre uma base remuneratória convencional. A legislação incorporada no Orçamento de Estado de 2018 alterou o código contributivo da Segurança Social para acomodar o trabalho de jovens no período de férias escolares. Miguel Ribeiro, de 22 anos, finalista do curso de Gestão da Universidade do Algarve, foi uma das vítimas do regime anterior: “Perdi a bolsa do pagamento das propinas em 2016/17, com a declaração dos rendimentos de nadador/salvador que recebi no ano anterior”. Está de serviço na ilha da Armona, uma praia segura desde que não haja ventos de sueste.

Vítor Santos “Bonixe”, colaborador da empresa “Mar Seguro” (contratação de nadadores/salvadores), diz: “Estamos a receber jovens do norte, aqui não há gente que chegue”. O ordenado andava na ordem dos 750 euros, subiu para os 1050,mais subsídio de almoço”. Nalguns casos, acrescenta, os concessionários oferecem alojamento. Daniel Martins, outro jovem universitário algarvio, trocou o trabalho de empregado de mesa na praia da ilha da Armona (ria Formosa) pelo de nadador/salvador na praia do Ancão. O trabalho na hotelaria e similares, diz, é “duro, mal pago e sem horários”. Por dia chegava a fazer dez a doze horas (3,60 euros/hora). Em comparação com os preços praticados noutros sítios, observa, já era considerado acima da média. Noutros estabelecimentos, acrescenta, “tinha colegas que recebiam 2,50 euros/hora”.

Tiago Jacinto pergunta: “Com salários destes, querem profissionais qualificados?”. Por outro lado, denuncia outro aspecto social: “ As empresas procuram fazer pressão sobre os trabalhadores mais velhos, empurrando-os para o despedimento forçado - fizemos várias queixas mas a Autoridade das Condições de Trabalho (ACT) não actua”. Elidérico Viegas entende que os “sindicatos estão no seu direito de fazer denúncias, mas a realidade é que existe falta de trabalhadores em todas as áreas na região, desde as empregadas de limpeza a técnicos de manutenção”. No Verão do ano passado, a taxa de desemprego na região foi de 5,2%, este ano a previsão é que fique abaixo dos 5%.

Gonçalo Guerreiro ganhava 445 euros/mês há quatro anos a carregar malas no hotel Ampalius. “Mas dobrava o ordenado com as gorjetas”, revela. A experiência, diz, foi gratificante em todos os sentidos. “Treinei o meu inglês, juntei dinheiro, e conheci gente interessante”. Os clientes, recorda, “por vezes punham-se a contar histórias e eu gostava de ouvir”. Assim, combinava trabalho com divertimento, e não faltam motivos de animação dia e noite, em toda a região: “No Verão também gostamos de nos armar em turistas”. Agora é nadador/salvador na Quinta do Lago. “Ainda está tudo calminho mas a partir de agora é sempre a encher até final de Agosto”.

O formador “Bonixe” elogia os antigos alunos: “Os miúdos são um espectáculo”, diz, destacando o profissionalismo dos formandos e as experiências de vida que esta actividade proporciona: “Sr. Bonixe, não me conhece?”, perguntou-lhe há um tempo um jovem, de bata branca, no hospital das Gambelas, em Faro. O antigo bombeiro, com 33 anos a formar nadadores-salvadores, não se recordava do ex-aluno. “Fiquei muito orgulhoso do médico, boas recordações”, desabafa.(22/06/2018/Fonte : Público)

Preços das casas em Portugal com a maior subida em 26 anos

O preço das casas em território nacional subiu 14,2% no primeiro trimestre de 2018. É preciso recuar 26 anos para encontrar um registo de evolução dos preços superior ao verificado até Março deste ano.

O preço das casas em Portugal aumentou 14,2% no primeiro trimestre de 2018 face ao mesmo período do ano passado, segundo os dados do Índice de Preços Residenciais (IPR) da Confidencial Imobiliário, citados em comunicado.

Esta variação é a maior desde 1992. É preciso recuar ao primeiro trimestre de 1992, ou seja, há 26 anos, para encontrar um registo de evolução dos preços superior ao agora verificado. Na altura a valorização foi de 16,1%.

Este indicador foi apurado através da informação sobre os "preços efectivos de transacções captados no âmbito do SIR-Sistema de Informação Residencial", segundo avança o comunicado da Confidencial Imobiliário.

Este aumento no preço das casas em Portugal leva a que, pela primeira vez desde a crise financeira, os valores das casas tenham superado o pico máximo atingido no mercado no terceiro trimestre de 2007, estando agora 2,1% acima.

"No final do ano passado, apesar da recuperação que se vem sentindo desde a segunda metade de 2013 e que intensificou o ritmo a partir de meados de 2015, os preços das casas mantinham-se 0,9% abaixo desse pico de há mais de dez anos", adiantou a comunicação.

Esta subida registada acelera "o ritmo de valorização homóloga das casas", que nos dois trimestres anteriores tinha sido de respectivamente de 10,0% e de 12,8%. Esta variação confirmou "a tendência de intensificação que se vem fazendo sentir desde o terceiro trimestre de 2015 e que foi apenas interrompida (e de forma muito ligeira) no final de 2016", de acordo com o comunicado.

Este resultado foi também influenciado pelo "crescimento trimestral dos preços há 11 trimestres consecutivos", segundo afirma o comunicado. Já em Março, a taxa de variação trimestral atingiu os 3,1%, mantendo este indicador acima do patamar dos 3,0%, um patamar observado desde meados do ano passado.
(11/06/2018/Fonte : Jornal de Negócios)

Exportações aumentam 18,1% e importações crescem 13,1% em abril

As exportações aumentaram 18,1% e as importações cresceram 13,1% em abril em termos homólogos, acumulando subidas de 5,2% e 7,1%, respetivamente, no trimestre terminado em abril.

Os dados reportados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) traduzem uma recuperação das exportações em abril face ao recuo homólogo de 5,4% registado no mês anterior, enquanto as importações aceleraram relativamente à variação de 0,7% verificada em março.

Segundo o INE, "estas evoluções refletem, em parte, efeitos de calendário, dado que abril de 2018 teve mais dois dias úteis que abril de 2017".

No trimestre terminado em abril de 2018, as exportações e as importações de bens aumentaram, respetivamente, 5,2% e 7,1% face ao mesmo período de 2017.

No mês de abril, o défice da balança comercial de bens foi de 1.253 milhões de euros, diminuindo 39 milhões de euros face ao mês homólogo de 2017.

Excluindo os combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 972 milhões de euros, correspondente a um aumento do défice de 19 milhões de euros em relação a abril de 2017.

De acordo com o INE, em abril as exportações cresceram 18,1% essencialmente devido ao aumento de 21,1% das exportações intra-UE (-0,4% em março de 2018), tendo as importações aumentado 13,1% também sobretudo devido ao acréscimo de 15,8% no comércio intra-UE (+1,0% em março de 2018).

Excluindo os combustíveis e lubrificantes e em termos homólogos, em abril as exportações cresceram 17,7% e as importações aumentaram 14,5% (-5,4% e -0,2%, respetivamente, em março de 2018).

No que respeita às variações face ao mês anterior, em abril de 2018 as exportações diminuíram 1,8% e as importações decresceram 1,1%, em ambos os fluxos devido ao comportamento do comércio intra-UE, dado que no comércio extra-UE se registaram aumentos.

No trimestre terminado em abril de 2018, as exportações e as importações aumentaram 5,2% e 7,1%, respetivamente, face ao mesmo período de 2017 (+2,9% e +6,6%, pela mesma ordem, no 1º trimestre de 2018).

Em abril de 2018, face ao mês homólogo de 2017, quase todas as grandes categorias económicas registaram acréscimos nas exportações, com destaque para o material de transporte (+46,0%) e os fornecimentos industriais (+11,3%).

Nas importações houve aumentos em todas as grandes categorias económicas, evidenciando-se os fornecimentos industriais (+18,1%), as máquinas e outros bens de capital (+17,6%) e o material de transporte (+15,0%).

No que se refere aos principais clientes de Portugal, em abril destacam-se os acréscimos homólogos das exportações para Espanha, França e (+17,6%, +25,0% e +24,4%, respetivamente), sendo que apenas as exportações para Angola e Bélgica diminuíram (-6,4% e -1,2%, respetivamente).

Entre os principais fornecedores, o INE reporta que em abril houve aumentos "na quase totalidade dos países", destacando-se as importações de Espanha, França e Alemanha (+11,5%, +39,1% e +14,9%, respetivamente).

Somente as importações originárias do Brasil diminuíram (-52,0%), facto justificado sobretudo pela redução verificada na aquisição de combustíveis e lubrificantes.
(05/06/2018/Fonte : Jornal de Notícias)

Eurofestival faz disparar procura de casas em Lisboa

O total de hóspedes na capital portuguesa durante a semana do festival deverá ser 83% superior aos valores registados no mesmo período de 2017.

De acordo com uma análise do Airbnb, o festival da Eurovisão colocou Portugal entre as principais tendências de viagens. A plataforma avança que, durante a semana do festival, “os anfitriões de Lisboa receberão nas suas casas quase 54 mil visitantes de mais de 109 países, originários de mais de 4 300 cidades diferentes, cobrindo os cinco continentes. Tal número representa um aumento de 83% em comparação com os hóspedes que visitaram Lisboa através da plataforma durante a mesma semana de 2017”.

A análise indica ainda que a reserva típica para estes dias inclui 2/3 hóspedes que ficarão por seis noites a pagar uma tarifa média de 65 euros por noite. 

“O papel da Airbnb durante grandes eventos como o do Eurofestival é cada vez mais importante, pois a plataforma permite que os anfitriões portugueses ganhem um pouco mais de dinheiro partilhando a sua casa e conhecimentos, beneficiando da chegada do turismo à sua cidade”, explica Arnaldo Muñoz, Country Manager da Airbnb Markerting Services em Portugal e Espanha.

Gastronomia, história e surf convencem

Embora a música seja o foco principal, a plataforma garante que as experiências mais reservadas estão relacionadas com comida e bebida. Destaque ainda para um jantar gourmet secreto, um passeio histórico por Lisboa e workshops de surf. (07/05/2018/Fonte : Jornal I)

Boeing conclui aquisição da brasileira Embraer. Como ficam as fábricas em Portugal?

Portugal e Marrocos passam a ser duas geografias de grande importância para o grande rival do grupo europeu Airbus. O negócio foi uma resposta à compra da canadiana Bombardier pela Airbus.

Enquanto a Airbus faz sofrer algumas das suas unidades industriais por causa dos cortes na produção dos modelos militares A400M e C295 e do superjumbo civil A380, a sua grande rival norte-americana, a Boeing, concluiu esta semana a compra dos negócios civis (jatos para aviação executiva e aviões de médio porte de passageiros) do grupo brasileiro Embraer. A operação, que está a ser negociada desde o início do ano, pretende responder à aquisição pela Airbus dos negócios civis da canadiana Bombardier.

No quadro destas movimentações, Portugal e Marrocos ganham revelo. A Embraer possui três fábricas em Portugal. A primeira é a Ogma, em Lisboa, onde o grupo brasileiro detém 65%, com o restante capital ainda em mãos estatais. A empresa faz estruturas aéreas e fornece serviços de manutenção para aviões civis, militares, motores e outros componentes.

As outras duas fábricas onde a Boeing assumirá o controlo são aquelas que a própria Embraer construiu há cinco anos em Évora. São fábricas de última geração que operam desde 2013 e no ano passado completaram uma modernização no valor de 63 milhões, dos quais 23 milhões eram fundos da União Europeia.

A Boeing tem outra frente de crescimento em Marrocos. Desde 2001, o grupo norte-americano tem sido o parceiro de referência do governo do país para o desenvolvimento do polo aeronáutico de Casablanca – onde se encontram também grandes grupos franceses como o Safran, o Stelia (subsidiária da Airbus) ou o Sagem, entre outros.

Segundo várias fontes, o governo marroquino está disposto a apoiar com até 2 mil milhões de dólares (cerca de 1,66 mil milhões de euros) uma unidade industrial que eventualmente a Boeing possa vir a decidir ali construir. O governo decidiu ainda colocar à disposição do grupo norte-americano mais 500 milhões de dólares (417 milhões de euros) para atrair novas empresas – possivelmente suas fornecedoras – para o polo de Casa Blanca.(03/05/2018/Fonte : Jornal Económico)

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